— Espero que não leve a sério tudo o que Lis diz!
Sinto-me um pouco envergonhado, mostra-se no blush que paira sobre a minha cara.
Eu amo Lis, mas às vezes seu comportamento viola alguns limites do nosso relacionamento como mãe e filha deveria ser.
Você leva muito a sério o que meu pai lhe disse toda vez que visitamos: Você é o homem da casa, você deve cuidar de sua mãe.
— Não concordo consigo, Manuela vai contra as minhas palavras.
— Acho que devia ganhar a confiança do Lis antes da dela, por isso estaremos às dez, a única coisa que tenho a certeza que não vou guardar, a parte do beijo. Acho que não posso abster-me de tentar os lábios dele.
— Sussurrar esta última parte.
Eu continuo olhando para seus lábios, mesmo me repreendendo por estar aqui, querendo eliminar a distância e prová-los em uma nova oportunidade. Em vez de namorar um homem, ela deveria estar em casa, pendurada em Lis; no entanto, eu preciso estar um pouco distraída, disse ela, uma vez que a situação piora e os tratamentos se tornam ineficazes.
— O que está pensando?
Descobrir e fechar os olhos fazendo um tremendo esforço para conter as lágrimas.
— Nada!
Eu respondo rapidamente se aproximando de seus lábios, para que eu possa distraí-lo.
— Tenha cuidado, Senhora Manuela.
Ouço uma voz que me impede de continuar.
Os Italianos são estúpidos e apaixonados. O homem à sua frente é um dos piores, recomendo que fuja antes que seja tarde demais.
— Cala a boca, David Aloque. exige num tom hostil.
— Escape agora que pode, Sr. Manuela.
insista e não pare o meu riso.
— Vou despedir-te, maldito. Assegure.
Vejo-o embrulhar um lençol que ele tira de um dos assentos e me da. O que é em vão, uma vez que o vidro que separa a parte de trás e a frente da limusine não permite que você se livre
.
— Primeiro, não me pode despedir e se isso fosse possível, eu acusar você com uma criança? Eu revelaria as suas intenções de beijar a mãe dela.
— Chantagem e não consigo parar o meu riso.
— Sem cadáver não há crime? Ele pergunta-me.
Uma de minhas mãos se aproxima de seu rosto e eu o acaricio momentos antes de fechar os olhos e acabar com a distância martirizada entre nossos lábios. Eu gosto disso, já que com esse contato simples, consigo esquecer alguns dos meus problemas, especialmente Arthur, que saiu do dever após o divórcio.
— Não direi absolutamente nada.
— Estou disposto a tornar-me seu cúmplice.
— Inferno! Estou em perigo aqui, contigo.
— A tua voz é ouvida novamente através dos altofalantes.
Mais uma vez eu rio, mas meu riso é pego pela boca dele.
O riso continua em meio à conversa bizarra que temos com Filipe, um onde ele se dedica a acusar o homem ao meu lado de diferentes assuntos que para ele são considerados crimes contra a natureza e a humanidade. Eu continuo rindo e desfrutando da alegria que eu tenho precisado nos últimos meses; apesar disso, o caminho chega ao fim, desde que chegamos ao restaurante e terminamos nossa conversa para poder entrar e aproveitar o verdadeiro motivo do nosso encontro.
Estando no estabelecimento, somos guiados para a nossa mesa onde, encontro um buquê das minhas flores favoritas: lírios lilás.
— Obrigado!
Repito contemplando as lindas flores nas minhas mãos.
— Tive alguma ajuda.
— Sabia que bom confessou.
— A pequena tem muita informação, não podia perder este lindo sorriso.
Os seus cumprimentos continuam e não faço nada além de sorrir. Eu só posso imaginar Lis orquestrando tudo isso e eu sei que não é a primeira vez que ela faz isso, mas que alguém segue suas loucuras. As ocasiões em que vi homens são fatais, só falamos de trabalho e problemas, de dinheiro que é o que menos me interessa.
Lis me conhece bem, tanto que eu não posso conter a emoção e deixar ir algumas lágrimas.
— Há algo de errado? — Não! Pelo contrário, é perfeito.
respondo à sua pergunta e manter a felicidade na minha cara.
Olho para tudo à minha volta e sinto-me num sonho, num conto de fadas, do qual não quero acordar, pois a cada dia que passa, eu perco Lis e todos esses detalhes que ela se esforça para me dar.
Não tenho dúvidas que trazer-me aqui foi ideia dela. Ela sabe muito bem o quanto eu gosto da natureza e este lugar é um reflexo disso.
— Você a conhece e faz isso muito bem ...
Minha voz quebra e lágrimas vêm à superfície. Sinto orgulho da minha filha querer que eu seja feliz.
Eu não posso me conter, não quando, através do vidro, posso apreciar o céu, a lua e as poucas estrelas que iluminam a noite. Sempre que tenho a oportunidade, vamos acampar e aproveitar essa majestade, conseguindo esquecer os problemas.
— Tenho a certeza que já sabe, mas isso não me impede de o querer dizer: fizeram um óptimo trabalho com Lis.
Eu viro-me a ouvir e consigo ver sinceridade no vosso olhar.
— Eu não sou seu pai e m*l o conheço; no entanto, isso me dá orgulho.
— Obrigado pelas suas palavras, Sr. David Aloque.
Os seus olhos ficam completamente brancos eu começo a rir um pouco. Então eu sinto que seus polegares recebem uma tarefa para remover umidade do meu rosto.
Seu rosto se aproxima eu me afasto um pouco, já que eu não quero ficar animada, não tão rápido, eu suspiro posso ou não estar feliz. Ela sabe, e não quero se aproveitar de sua fragilidade.
— Gostaria de sair, Manuela? Vamos dá uma volta lá fora os balanços em frente ao lago e dificilmente suspirar resignadamente.
— Séria um prazer para eu acompanhá-la.
Eu levanto e com a sua ajuda saímos descemos as escadas com agilidade. Chegamos ao fundo e sinto os calcanhares afundar na grama, então faço um destino e tentativa frustrada de removê-los; não muito tempo, é ele quem retira você, que ele não hesitou em dizer que ele estava me dizendo, para desamarrá-los.
— Pensei que este tipo de cavaleiro já estanho foi extinto.
Eu me livrei dos sapatos, consegui ficar desqualificada e em contato próximo com uma grama, sentado como ou frio e umidade começam a subir as minhas pernas.
— Sou uma prova fiel de que somos escassos, mas existimos. — Responde instantaneamente.
— Quanto aposta, Manuela?