— Vamos falar a sério. Pelo que sei e li, os beijos vêm depois de uma proposta de casamento seguido de um anel. Manuela zomba.
— Pequena, se eu pedir à sua mamãe para casar comigo, vou assustá-la. — Eu respondo.
Depois da Odete, não estou pronta para isso, acabei percebendo uma coisa do casamento, mas isso não significa que você vai fazer ou que você não pensou sobre a possibilidade de que isso aconteça, caso o nosso funcione.
— Não sei, não me convenceu, David. — Revela
— Podemos fazer um acordo, claro, se quiser. — Pontuai-o deixando meus talheres no meu prato e pegando nas duas mãos, cruzando os braços.
— O que propõe, pequenina? — Estou cheia da mesma seriedade.
— Porque não pede à minha mãe para casar com você logo, deve me conceder um irmãozinho. — Ela propõe e a mãe dele vigia.
— Por cada seis meses. — Lanço a minha oferta.
— Não, aumentei para quinze dias e não lhe darei mais. — Assegure.
— Quatro meses. — Abaixo o meu e n**o novamente.
— Vinte dias. — Contraoferta.
— Três meses. — Um mês e é tudo, você aceita ou não? — avisa e meus olhos voltam para a loira que só se diverte.
— Ok, um mês — Eu ofereço-te a minha mão. — Estenda o seu, aceitando o meu.
— Eu tenho…
— Os meses começam a partir do dia em que se conheceram, então você me deve um irmãozinho. — Ela volta rápido, me deixa com a boca aberta.
— Feito. — Acabo por me sentir como se tivesse sido enganado
— Agora, termos nosso acordo, mãe, pode escrever? Preciso de provas, uma vez que não podemos confiar plenamente na palavra deste homem. — Adicionar e fazer o meu melhor para não rir.
— Primeiro, como sua filha, a partir de agora você é meu pai, você terá que me levar para a escola e me pegar, se houver dias em que eu tiver que ir ao tratamento, você me acompanhará. Além disso, você vai convencer a mamãe através do seu sotaque Italiano e apenas um beijo, para me deixar dormir até tarde, as noites que você ficar em casa. — Pausa.
— E o que ganho? — averiguo, uma vez que a grande maioria dos benefícios são detidos por ela.
— O que mais querer, David? Terá metade da minha mãe e um filho inteligente e bonito como eu, se pedir mais, é impudência da tua parte, certo, mamãe? — Ela torna-se seria dirigir-se a sua mãe.
— O apoio a minha pequena. — é a única coisa que sai dos lábios dela e tentar manter o riso dentro da boca.
— Você terá que aumentar os beijos se quiser que eu aceite.
— Bem, eu serei flexível, haverá dez, o que acha? — modificar sua oferta.
— Eles são poucos, mas acho que posso fazer muito com eles. — Aceito a modificação —. Adicione a estes, muitos pombinhos. — Sugerem e acenam com a cabeça.
— Você tem uma responsabilidade, mãe, você não pode falhar…
Continuamos com o jantar e muitas outras exigências da pequena que aparentemente tem muito em mente, e no que me diz respeito, sinto que acabei perdendo. O tempo passa e é hora de partir.
Saímos do restaurante e voltamos para casa dele. Manuela está com Lis já que ela está exausta e acabou adormecendo na cadeira sem sequer comer sua sobremesa. Eu tento dirigir mais rápido e prudente possível, porque as ruas são um pouco solitárias e começou a chover, além disso, há uma escassez de luzes deste lado da estrada; No entanto, não importa o quanto eu tente, um buraco no meio da estrada me enche de preocupação, desde que eu pressiono o freio, mas a velocidade não diminui.
— Mais cuidadosamente, David. — Sugere depois de reclamar.
— Coloque todos os cintos. — Em você e em Lis sem ser capaz de esconder o que está acontecendo.
— O que se passa? — pergunta preocupada.
— Os travões. — Não funcionam, respondo olhando-o do espelho retrovisor.
— Agora Manuela.! — Eu levanto a minha voz a sentir um frio entre os meus ossos. A memória de Odete volta à minha mente.
Minha visão é focada na frente, já que há duas curvas a poucos metros de onde estamos e ambas estão na direção oposta. Eu tento manter o carro funcionando, mas por causa da velocidade, é impossível para mim, eu apenas sinto minhas mãos saírem do volante antes de perder o controle…
— Eu não quero! Ele não é meu pai! — Ouço os gritos de Lis osso reconhecê-los.
Meus pelos ficam em pé, minhas mãos tornam punhos de raiva que faz a chorar. Eu rapidamente se aproximo de onde vem e encontro o maldito Arthur com trabalhadores da clínica, tentando forçar Lis.
— O que acontece aqui? — Descobri como acabar com esse homem.
— Você não está interessado, é minha filha. — Respondo tentando alcançar a pequena mais com um empurrão eu ou forço a recuar.
— Você toca ou não respondo, Arthur — O seu aviso. No espaço deixarei levá-lo.
— Eu sou o pai dela e se a mãe não pode assumir o comando, tem de ser eu. — Ele justifica sua presença.
— Você desistiu com o acordo, e muito bem que seus avós vão cuidar dele em caso de algo acontecer com Manuela. — Eu lembro do que foi acordado.
—Como você diz aqui e rápido? — Você enfrenta, tem medo ou não.
— Eu tenho um amigo que trabalha aqui e o resto, você não está interessado em replica eu não credenciado em sua palavra.
Eu me aproximo, me posiciono na frente dele.
— Alguma coisa é ensinada a ver como é, juro que te mato. Agora saia. — Eu ordeno.
— Todos ouviram, ameaça de morte. — Faço um barulho e ele sai com um sorriso no rosto.
Seu sacana.
— Deus, quero a minha mãe. — Meus olhos molham-se rapidamente.
— Vamos encontrar um médico, para perguntar sobre o. — Proponho levá-lo nos meus braços.
— Deve ser uma maca, senhor, você é examinado ainda não falaram. — Relaciona alguma equipe para se aproximar.
— Ela queria ver mãe, depois disso, eu vou ter a certeza de que ela escolhe uma cama.
— Mais…
— Maldito! Ela é uma criança, ela tem medo, você não entende? Até ela ver mãe, ela não vai fazer o que eles pedem. — Perco a paciência.
— Ok, siga-me. — pergunte.
Eu não ando com Lis, imito seu dia para a sala em que ela está no vidro, ou observo conectado a dispositivos que você é responsável por monitorar sua frequência cardíaca. Ao contrário de Lis, ela teme algumas feridas no rosto e nos braços.
— Protegeu durante todo o acidente. — Assegura e não esperava menos de Manuela.
— Está apenas sedada, amanhã vamos diminuir os sedativos, então você pode estar consciente depois disso, mas tudo bem, você só precisa descansar.