Capítulo 8

1667 Words
— Eu amo você mamãe! Quando eu morrer, quero que seja feliz ... Penso no que queria mesmo dizer a mamãe há noite após alguns segundos atrás e espero ela voltar — Então Faço uma pequena pausa para colocar suspense sobre o assunto relacionado a minha partida e finalmente faço a pergunta. — Lis, só vou falar com a sua mãe. — Mamãe está recebendo uma ligação do lado de fora, então eu aproveite o fato de que estamos sozinhos para perguntar se eu vou estar com ela por muito mais tempo ou se vou partir em breve. — Não sou criança, Doutor, compreendo perfeitamente o que se passa, já li em muitos livros na internet. Justifico o meu interesse — Além disso, se você me disser, para que eu possa confortar a mamãe quando ela estiver triste. Eu insisto. Sinto meus olhos umedecerem um pouco. Não vou chorar, nem na frente da mãe. — O tratamento não funciona, pequenina, você precisa do seu pai. Se refere a Arthur, que sempre que a mamãe pede para ele me ajudar, ele diz que prefere que eu morra do que doar um dos seus órgãos. — Ok, só não diga isso tudo bem? Pode dizer que estou bem ou falar com palavras mais bonitas? Pergunto, sentindo algo no meu pequeno coração ao imaginar a mamãe chorando a caminho de casa. — Eu não posso, Lis, meu dever é falar a verdade, eu posso suavizá-lo, ela ainda vai ficar muito triste, mas é porque ela te ama e muito garanto e não acho que seja justo. — Voltei, podemos ficar em paz, meu amor? — Pedido da mamãe após abrir a porta e não quero. — Mas… — Será apenas por um momento. Interrompe-me. Deixo o assento e vou direto para a porta, saio do escritório e o chão inadvertidamente começa a umedecer. Algo dentro do meu peito parece feio e é um coisa r**m porque minha respiração é estranha. Dói e mais porque minhas mãos e o resto do meu corpo se apertam. — Lis? Eu ouço Adeus, a mão dela impede-me de continuar. — O que aconteceu? Peço que igual da minha altura e não quero olhar para ela. — Lis? ela insiste. — Não quero deixar a minha mãe . — Não vai, estarei sempre com você, eu prometo. Ela diz, mas sei que é mentira. — Não é verdade, vou morrer e não me terás, mas. — Vais ficar tudo bem, vou fazer o que for preciso para que fique com a tua mamãe. Certifica-te e ainda me sinto m*l porque não acredito nela. — Posso sair? Para o parque mostrá-lo e depois limpar a rosto com a camisa. — Eu acompanho. — Ela ofereceu e eu não quis, quero ficar sozinha. — Ok, eu vou contigo, cuido de você o que acha? Procura uma resposta e algum lugar. — Então? Filipe pede para sair do hospital. Depois de ter sido exposto à água por tanto tempo naquela noite, um pouco de desconforto apareceu e consultei o médico, desde então, Além do cansaço que tenho conseguido nas últimas semanas e do estresse causado por ser roubado, tem me afetado um pouco. — Almoço e depois juntos o que acham? Procuro a vossa opinião. — Mas rápido, eu estou morrendo de fome. diz me empurrando —Vai jantar com o Italiano? — Não sei, não atendente às minhas chamadas e não acho que tenha feito isso m*l por m*l. O jantar foi bom, ela disse, gostou e me agradeceu por isso, então eu ainda não consigo entender completamente por que ela tem que me ignorar. Nós nos divertimos e se não fosse por Noah ter que ir à escola na manhã seguinte, eu não tenho provas, mas sem dúvida que teríamos continuado a falar durante toda a noite. — Esse é o seu enteado? Aponta na direção pediátrica do hospital. Minha visão viaja para onde me diz e eu vejo os olhos castanhos e verdes de cabelos escuros entrando no túnel do playground. — Estou de volta. Prepare em mudar o curso dos meus passos. — David, caramba! Enfurece-se instantaneamente, mas não volto a minha atenção, ignora-lo. Eu ando até o túnel onde eu acabei de ver que ele está escondido, enquanto, com a minha visão, eu tento encontrar a bela Manuela; no entanto, eu não a vejo, quem vê, É Deus, que está na entrada, observando o pequeno de sua posição. Eu aceno minha mão no modo de saudação, que retorna com um simples consentimento. — Não. Estou em silêncio quando ouço um ligeiro choramingar. — É ele? Eu questiono o tempo que me aproximo. Eu me ajoelho e tento obter uma grande parte se meu corpo entrar no túnel, mesmo assim, meu esforço é em vão, como resultado de ser muito estreito. — Lis… Eu o vejo sentado, encostado em uma das paredes, com as pernas levantadas, sendo abraçado pelos braços e escondendo o rosto. — Vá embora, eu quero estar sozinha. Ele vira, as costas para mim, e eu sinto meu corpo estremecer por causa de sua atitude. Em sua casa e quando ela me ajudou na rua, ela era completamente diferente, então o que posso supor é que algo r**m aconteceu com ela. — Criatura manipuladora, olho para mim. Peço para esclarecer a minha voz, que a sua indiferença está a causar-me estragos. Isso me lembra meus sobrinhos quando eles estavam tristes e seu incômodo me atacavam rapidamente: Eu sou fraco diante de mulheres loiras, com olhos azuis e perfeita, Manuela. Eu me identifico muito me tornei um t**o que, na minha opinião, eu passei meses na escola quando eu queria ir para casa com o meu país, apesar disso, tive que ficar, disse ele, Reparei que escapei uma noite e decidi dedicar-me a meus vinhos. — Temos uma conversa pendente, lembras-te? Insisto, não me atrevo a renderizar. — De cavalheiro para uma dama, acho que eu não posso confirmar minha promessa você está triste. — Realmente? — O tom da sua voz é muito fraca, é tão desconfortável uma criança de sua idade não deve ser assim, triste e sem encontrar qualquer conforto. — Claro, minha promessa será cumprida sou um cavaleiro e honro com minhas promessas. — Posso perguntar-te uma coisa? Pergunte e o meu coração encolhe quando vejo o rosto dela coberto de lágrimas, os olhos dela prestes a transbordar. — Claro que sim, Lis. respondeu instantaneamente. — Pode me dá um abraço? Fiquei suas palavras e um aperto muito forte em meu coração referente a seu pedido. — Venha aqui! Eu recuo, eu saio e ela faz isso depois de mim. Assim que ela está lá fora, a timidez a governa, então eu sou aquele que se aproxima silenciosamente, eu a cerco com meus braços, eu como ela pediu com força. — O que se passa, pequenina? Percebo que o choro regressa. — Nada! Garante move a cabeça de um lado para o outro, o que me causa muito mais tristeza. — Se não quiser me dizer, não há problema. Dou um beijo na testa com a tentativa de confortar. Eu me afasto dos jogos, indo para um dos bancos do parque, ela se sentou lá, enquanto eu continuo abraçando-o, conseguindo acalmá-la. — Como está o teu pai? Perguntar a uma pequena distância. — O quê? A minha confusão flutua, mostra-se na minha cara que ela não quer muito falar sobre seu pai isso me satisfaz. — Ele esta morto te garanto. Estou ciente de que não é verdade, que ele está mentindo para mim. A relação deles devem ser terríveis, já que na idade dela, eu admirava meu pai. Enquanto isso, não posso força-la a falar, então eu escolho não me aprofundar, mas nisso. — Você não está sendo honesta, você é um pouco mentirosa. Eu faço cócegas nela e seu riso se torna um pouco estrondoso, ela começa a se divertir. — Tem filhos? —Você me vê com alguma criança?  Porque há alguém que tem anos, muito bonito, simpático, gentil, atencioso e inteligente, nunca deve pensou nisso? Suas palavras me fazem sorrir radicalmente. — Lis, não tenho filhos mas sobrinhos. — Eu gostaria de conhece-los, e você tem uma mãe? — Sim, ela é muito bonita, é loira, tem lindos olhos azuis e muito inteligente. — Você deve fazer algo antes que alguém chegue na frente e a roube. Eu levanto uma sobrancelha imediatamente. — Mas não se preocupe, você tem uma vantagem, ela adora o sotaque português e o romantismo e os jornais dizem que os portugueses são assim. — Isso se encaixa comigo e ela dificilmente negocia diversão. Terei falar com essa criança para me ajudar com um plano para assar um pelo frango, acho que funciona? — Verdade aceno de cabeça. — Então, você é uma garota que vai me fazer morrer de fome, hein? — Felipe. — Felipe, Lis, Lis, este Filipe, ele é um t**o. Eu digo a ela ri. Ela desce das minhas pernas e fica na frente do i****a, estende a mão enquanto o observa em detalhes. — Você também poderia ser uma jiboia fingida ser uma para minha mãe, ela é bonita, sabe? — Ei, é assim! Estou esperando por uma explicação. — Eu sei. Ela se vira e sorri maliciosamente para mim. — Tenho mulher, pequena, mas ele é solteiro e quer um filho. — Vamos voltar-nos para os tolos, David, posso chamar de um futuro padrasto? — Já não gosto de ti, Lis. — Não seja mentirosa, tenho que apostar que me ama muito mais do que seu pai, por isso, gostaria de o substituir, não tem problema, ela poderia chamar-me: Lis Aloque o que acha? — Filipe ri muito. — Não, Lis. Apoia o i****a comigo e clareia os olhos. —Vou dizer a minha mãe que você já fez de avó dela. — Já quero conhece-la minha avó. Ela brinca se diverte e não consigo parar de rir. Vê-la assim feliz e bom demais.
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