— Eu amo você mamãe! Quando eu morrer, quero que seja feliz ...
Penso no que queria mesmo dizer a mamãe há noite após alguns segundos atrás e espero ela voltar
— Então Faço uma pequena pausa para colocar suspense sobre o assunto relacionado a minha partida e finalmente faço a pergunta.
— Lis, só vou falar com a sua mãe.
— Mamãe está recebendo uma ligação do lado de fora, então eu aproveite o fato de que estamos sozinhos para perguntar se eu vou estar com ela por muito mais tempo ou se vou partir em breve.
— Não sou criança, Doutor, compreendo perfeitamente o que se passa, já li em muitos livros na internet.
Justifico o meu interesse
— Além disso, se você me disser, para que eu possa confortar a mamãe quando ela estiver triste.
Eu insisto. Sinto meus olhos umedecerem um pouco. Não vou chorar, nem na frente da mãe.
— O tratamento não funciona, pequenina, você precisa do seu pai.
Se refere a Arthur, que sempre que a mamãe pede para ele me ajudar, ele diz que prefere que eu morra do que doar um dos seus órgãos.
— Ok, só não diga isso tudo bem? Pode dizer que estou bem ou falar com palavras mais bonitas?
Pergunto, sentindo algo no meu pequeno coração ao imaginar a mamãe chorando a caminho de casa.
— Eu não posso, Lis, meu dever é falar a verdade, eu posso suavizá-lo, ela ainda vai ficar muito triste, mas é porque ela te ama e muito garanto e não acho que seja justo.
— Voltei, podemos ficar em paz, meu amor? — Pedido da mamãe após abrir a porta e não quero.
— Mas…
— Será apenas por um momento. Interrompe-me.
Deixo o assento e vou direto para a porta, saio do escritório e o chão inadvertidamente começa a umedecer. Algo dentro do meu peito parece feio e é um coisa r**m porque minha respiração é estranha. Dói e mais porque minhas mãos e o resto do meu corpo se apertam.
— Lis?
Eu ouço Adeus, a mão dela impede-me de continuar.
— O que aconteceu?
Peço que igual da minha altura e não quero olhar para ela.
— Lis? ela insiste.
— Não quero deixar a minha mãe
.
— Não vai, estarei sempre com você, eu prometo.
Ela diz, mas sei que é mentira.
— Não é verdade, vou morrer e não me terás, mas.
— Vais ficar tudo bem, vou fazer o que for preciso para que fique com a tua mamãe.
Certifica-te e ainda me sinto m*l porque não acredito nela.
— Posso sair? Para o parque mostrá-lo e depois limpar a rosto com a camisa.
— Eu acompanho. — Ela ofereceu e eu não quis, quero ficar sozinha.
— Ok, eu vou contigo, cuido de você o que acha?
Procura uma resposta e algum lugar.
— Então?
Filipe pede para sair do hospital.
Depois de ter sido exposto à água por tanto tempo naquela noite, um pouco de desconforto apareceu e consultei o médico, desde então, Além do cansaço que tenho conseguido nas últimas semanas e do estresse causado por ser roubado, tem me afetado um pouco.
— Almoço e depois juntos o que acham?
Procuro a vossa opinião.
— Mas rápido, eu estou morrendo de fome. diz me empurrando
—Vai jantar com o Italiano?
— Não sei, não atendente às minhas chamadas e não acho que tenha feito isso m*l por m*l.
O jantar foi bom, ela disse, gostou e me agradeceu por isso, então eu ainda não consigo entender completamente por que ela tem que me ignorar. Nós nos divertimos e se não fosse por Noah ter que ir à escola na manhã seguinte, eu não tenho provas, mas sem dúvida que teríamos continuado a falar durante toda a noite.
— Esse é o seu enteado?
Aponta na direção pediátrica do hospital.
Minha visão viaja para onde me diz e eu vejo os olhos castanhos e verdes de cabelos escuros entrando no túnel do playground.
— Estou de volta.
Prepare em mudar o curso dos meus passos.
— David, caramba!
Enfurece-se instantaneamente, mas não volto a minha atenção, ignora-lo.
Eu ando até o túnel onde eu acabei de ver que ele está escondido, enquanto, com a minha visão, eu tento encontrar a bela Manuela; no entanto, eu não a vejo, quem vê, É Deus, que está na entrada, observando o pequeno de sua posição. Eu aceno minha mão no modo de saudação, que retorna com um simples consentimento.
— Não.
Estou em silêncio quando ouço um ligeiro choramingar.
— É ele?
Eu questiono o tempo que me aproximo.
Eu me ajoelho e tento obter uma grande parte se meu corpo entrar no túnel, mesmo assim, meu esforço é em vão, como resultado de ser muito estreito.
— Lis…
Eu o vejo sentado, encostado em uma das paredes, com as pernas levantadas, sendo abraçado pelos braços e escondendo o rosto.
— Vá embora, eu quero estar sozinha.
Ele vira, as costas para mim, e eu sinto meu corpo estremecer por causa de sua atitude. Em sua casa e quando ela me ajudou na rua, ela era completamente diferente, então o que posso supor é que algo r**m aconteceu com ela.
— Criatura manipuladora, olho para mim.
Peço para esclarecer a minha voz, que a sua indiferença está a causar-me estragos.
Isso me lembra meus sobrinhos quando eles estavam tristes e seu incômodo me atacavam rapidamente: Eu sou fraco diante de mulheres loiras, com olhos azuis e perfeita, Manuela. Eu me identifico muito me tornei um t**o que, na minha opinião, eu passei meses na escola quando eu queria ir para casa com o meu país, apesar disso, tive que ficar, disse ele, Reparei que escapei uma noite e decidi dedicar-me a meus vinhos.
— Temos uma conversa pendente, lembras-te?
Insisto, não me atrevo a renderizar.
— De cavalheiro para uma dama, acho que eu não posso confirmar minha promessa você está triste.
— Realmente? — O tom da sua voz é muito fraca, é tão desconfortável uma criança de sua idade não deve ser assim, triste e sem encontrar qualquer conforto.
— Claro, minha promessa será cumprida sou um cavaleiro e honro com minhas promessas.
— Posso perguntar-te uma coisa?
Pergunte e o meu coração encolhe quando vejo o rosto dela coberto de lágrimas, os olhos dela prestes a transbordar.
— Claro que sim, Lis. respondeu instantaneamente.
— Pode me dá um abraço? Fiquei suas palavras e um aperto muito forte em meu coração referente a seu pedido.
— Venha aqui!
Eu recuo, eu saio e ela faz isso depois de mim. Assim que ela está lá fora, a timidez a governa, então eu sou aquele que se aproxima silenciosamente, eu a cerco com meus braços, eu como ela pediu com força.
— O que se passa, pequenina? Percebo que o choro regressa.
— Nada!
Garante move a cabeça de um lado para o outro, o que me causa muito mais tristeza.
— Se não quiser me dizer, não há problema.
Dou um beijo na testa com a tentativa de confortar.
Eu me afasto dos jogos, indo para um dos bancos do parque, ela se sentou lá, enquanto eu continuo abraçando-o, conseguindo acalmá-la.
— Como está o teu pai?
Perguntar a uma pequena distância.
— O quê?
A minha confusão flutua, mostra-se na minha cara que ela não quer muito falar sobre seu pai isso me satisfaz.
— Ele esta morto te garanto.
Estou ciente de que não é verdade, que ele está mentindo para mim.
A relação deles devem ser terríveis, já que na idade dela, eu admirava meu pai. Enquanto isso, não posso força-la a falar, então eu escolho não me aprofundar, mas nisso.
— Você não está sendo honesta, você é um pouco mentirosa.
Eu faço cócegas nela e seu riso se torna um pouco estrondoso, ela começa a se divertir.
— Tem filhos? —Você me vê com alguma criança?
Porque há alguém que tem anos, muito bonito, simpático, gentil, atencioso e inteligente, nunca deve pensou nisso? Suas palavras me fazem sorrir radicalmente.
— Lis, não tenho filhos mas sobrinhos.
— Eu gostaria de conhece-los, e você tem uma mãe?
— Sim, ela é muito bonita, é loira, tem lindos olhos azuis e muito inteligente.
— Você deve fazer algo antes que alguém chegue na frente e a roube.
Eu levanto uma sobrancelha imediatamente.
— Mas não se preocupe, você tem uma vantagem, ela adora o sotaque português e o romantismo e os jornais dizem que os portugueses são assim.
— Isso se encaixa comigo e ela dificilmente negocia diversão.
Terei falar com essa criança para me ajudar com um plano para assar um pelo frango, acho que funciona?
— Verdade aceno de cabeça.
— Então, você é uma garota que vai me fazer morrer de fome, hein? — Felipe.
— Felipe, Lis, Lis, este Filipe, ele é um t**o.
Eu digo a ela ri.
Ela desce das minhas pernas e fica na frente do i****a, estende a mão enquanto o observa em detalhes.
— Você também poderia ser uma jiboia fingida ser uma para minha mãe, ela é bonita, sabe?
— Ei, é assim! Estou esperando por uma explicação.
— Eu sei.
Ela se vira e sorri maliciosamente para mim.
— Tenho mulher, pequena, mas ele é solteiro e quer um filho.
— Vamos voltar-nos para os tolos, David, posso chamar de um futuro padrasto?
— Já não gosto de ti, Lis.
— Não seja mentirosa, tenho que apostar que me ama muito mais do que seu pai, por isso, gostaria de o substituir, não tem problema, ela poderia chamar-me: Lis Aloque o que acha? — Filipe ri muito.
— Não, Lis.
Apoia o i****a comigo e clareia os olhos.
—Vou dizer a minha mãe que você já fez de avó dela.
— Já quero conhece-la minha avó.
Ela brinca se diverte e não consigo parar de rir. Vê-la assim feliz e bom demais.