Capítulo 24

1182 Words
— Você tem quinze minutos.— sussurra girando e agarrando meus lábios. Ele vai embora, não diz mais nada, apenas sai eu faço o meu melhor para não derramar mais lágrimas na frente dos nossos amigos. O silêncio permanece por alguns segundos, já que Ane se atreve a enfrentá-lo. — Ele não consegue falar, nem pode se mover. — Avisa Ane e eu simplesmente de acordo. Eu sinto que você está tensa, que durante este mês eu só imaginei que isso aconteceria quando você se lembra e dizer a ele que você vai se casar comigo com Arthur novamente; enquanto isso, não importava o quão difícil fosse, eu não entendia o que eu sei aqui que diabos eu disse. — Lis, temos que ir. — Mamãe, mas David acabou de concordar. — Justificar as suas intenções de ficar aqui, mas eu n**o, podemos ficar um pouco? — pergunto imediatamente mostre-me contra o que eu quero. — O seu pai está à nossa espera. — Respondo — Ele não é meu pai! — O ódio estava maior que eu e a humidade descer da sua cara. — Ele não me ama, eu também não gosto dele. — Tia Ane observa. — Posso ficar com você? Sim? — pergunto assegurando umas das minhas pernas e olhando para mamãe eu suplico. Ane dirige seu olhar para o meu e com muita dor no peito, eu n**o o que seus olhos pedem. Preciso do transplante para Lis e esta situação, juntamente com o comportamento dela, só vai piorar a atitude do Arthur. — Meu amor. — Eu o chamo com carinho e escondo seu rosto. Agora, parece que em vez de procurar o seu bem-estar, eu apenas te machuquei. — Vou levá-la para tomar um suco e um pouco de ar irá te fazer bem.— Ane oferece com a intenção de tranquilizá-la. Deixo que eles saiam e no momento em que o copo se fecha, as lágrimas que corriam para sair acabam transbordando pelo meu rosto. —Sinto muito. Peço desculpas imediatamente, sem saber mais o que dizer. Não consigo encontrar uma palavra para descrever os sentimentos que tenho por ele, o que torna este momento ainda mais doloroso. Eu gostaria, que tentássemos algo, mas é impossível. — Essa decisão não foi fácil, pois embora eu saiba que poderia passar a amar você, Arthur, em meio a esse sentimento, está a vida da minha filha. Explico o motivo pelo qual é hora de se mudar. Não vou mentir e dizer que isso não me fez sentir com frio na barriga novamente, muito menos que em todo esse tempo me fez acreditar que estava me apaixonando pela primeira vez. Elimino completamente a distância entre nós e fico na beira da cama, seguro sua mão e sinto como seus dedos se agarram aos meus. — Sinto muito, repito, desejando que isso fosse um sonho. Eu daria e faria qualquer coisa, me sacrificaria para que minha filha tivesse saúde, isso inclui abandonar a pessoa que, além de Lis e dos meus pais, poderia ser minha felicidade. Devo deixá-lo para trás se quiser minha filha viva. Espero que você possa me entender, David, sussurro perto de seus lábios. Você é a coincidência mais linda, emocionante e maravilhosa que já aconteceu comigo. Eu o beijo uma última vez, esperando que em algum momento de nossas vidas isso aconteça novamente. — Adeus, senhor David Aloque. — despeço-me. Faço um esforço para seguir em frente, mas a mão dele segurando a minha, evitando que nosso aperto se quebre, me mantém no mesmo lugar. — Manuela… (…) Respiro fundo e permaneço em silêncio, enquanto a sala se enche com seus últimos suspiros. Espero que ele se afaste, pegue um dos lençóis e cubra minha nudez, se levante com a intenção de ir ao banheiro; No entanto, sua voz me impede. —Amanhã jantaremos com a fundação e os investidores, você assinará o contrato e estará na frente da coletiva de imprensa, então espero que você memorize tudo o que está nos documentos que deixei em seu escritório —lembre-se do pendências que temos e limitar-me-ei apenas a acenar com a cabeça. Estou cansada, quero ir para a cama e acompanhar Lis, pois dizer a ela que não poderá mais ver David está afetando-o muito e ela precisa de mim mais do que nunca, porque ficou entusiasmada com ele e nada aconteceu. — É uma empresa da indústria de armamento, não adianta fazer negócio com eles. — Receio o pior, tenho as minhas razões para o fazer. — Você não está interessada, basta fazer o que eu lhe digo. — Responda furiosamente pelo interesse que mostro nos negócios que ele começou a fazer com empresas de origem duvidosa. — Ok. — Eu respondo retomando os meus passos. Estou muito exausta, não pretendo discutir. — Hoje você fica aqui. — Apenas ouvindo, eu congelo no meu site. — Lis exige-me e eu não vou deixá-la sozinho esta noite. — Eu recuso o que ele ordena. — Eu não dou a mínima, Manuela, nós devemos conversar, não pense que eu sou e******o. — Levante sua voz e trema por causa do seu tom. —Você acha que eu sou e******o? — pergunta virando ao redor, eu não estava ciente de que é tão perto. — Por favor. — Ore, odiando estar aqui, ser o seu maldito marido. — Diga-me, achou que eu não reparei que ele aproveitou todos os tratamentos para voltar? — Eu não te entendo, Arthur, pediu o divórcio, nunca se importou que nossa relação fosse desperdiçada, que acabasse e agora? Você tira proveito da minha dor, da minha necessidade, o pior é que sua filha. Quando vi como nos divorciamos felizes, separar era uma fonte de alegria, no momento não entendo o seu capricho, eu não digeri completamente o gosto que ele desejava e o meu super nome e que minha a família e renomeada. — Eu tenho interesse cuidar, Manuela, é a única coisa que precisa se preocupar. Agora, você vai ao hospital, você pode fazer uma cirurgia e realizar seu tratamento. — Tenta tomar decisões sobre Lis e eu não vou permitir. Eu serei o seu fantoche, mas temos medo da saúde da minha filha, não permitirei que você interfira. — Com Lis não, Arthur. Este está pronto para satisfazer todos os seis desejos carnais e quaisquer exigências que você vê nas empresas, mas não com a cirurgia da minha filha, desde o seu nasceu, ela foi tratada naquele hospital e não há ninguém que cuide de sua doença melhor do que seu doutor e por causa do seu egoísmo e estupidez, não vou arranjar uma confiança que tenho naquele homem, só para cumprir a frase um dos teus caprichos, não importa que a a******a que dificilmente exerceu no meu braço se intensifique. — Eu só lhe direi uma única vez, Manuela, você vem para aquela sala e você não terá que esperar por insuficiência renal para tirá-la de você, eu certifiquei de enviá-la para o céu… Ódio, desse homem sem coração que escolhi para ser o pai de Lis Arthur.
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