Capítulo 13

1088 Words
— Foi durante uma semana, você não queria ir, você recusou inúmeras vezes. — Traga para uma colisão o passado e apenas revire os. — Se eu não te ligar e te lembrar que tem uma mãe, um pai, uma irmã e sobrinhos, não te importas conosco, nem voltas. — Reprovação. Eles invadiram, todos absolutamente todos caíram na casa. Eu não tenho nenhum minuto de paz, nenhuma calma. Entrei pela porta, encontrado aqui, quando eu pensei que poderia relaxar um pouco, eu queria ficar sozinha, que tinha de viver com ou i****a de Filipe, ouvir seu rosnar e apoiar seu ruido não é fácil. Ainda assim, também eu não vivo, e eu não possuo, ele é casado com minha irmã. — Tenho mulher e filho. — Meu Deus Filipe. —Merda!— ligue para nossa mãe. — Ele começa a cavar sua maldita sepultura. — Sugiro seu i****a de Filipe cale a boca. — Eu exijo Anete e dificilmente provoco. — André? Ele chama da mesma forma quando era só uma criança. Ou talvez aquele sorriso. — Ouço a sua voz, sinto perto graças aos seus passos, mas ela não vem sozinha, posso percebê-la. — André se casou e não nos convidou para o casamento, ele já tem um filho. — Exagera e eu sinto um golpe na minha cabeça. — Maldito! — Eu reclamo imediatamente. — É só uma piada. — Ele ri ao lado do desgraçado fofoqueiro. — Melhor, André avisa beliscando-me. — Quando vou conhecê-la? — Ele corre tanto quanto Lis. — Nunca. — Me senti de pé, mas o meu pai senta novamente. Meus pais me cercam, eles não planejam me deixar escapar. — O nome dela é Manuela, tem trinta anos, é loira e tem uma filha de dez anos, Lis, que não pensou bem e quer que eu case com ela. — Com este i****a? — Gritar a fugir da cozinha. — Diga-nos que o meu pai exige. — Atrai-me, o sentimento é mútuo e o fim. — Respondo. Ambos sabem que estou reservado sobre meus relacionamentos e o problema é que Manuela e eu não temos um, portanto, não tenho muito a dizer. — Odeia sair de casa e ir para a cidade e eu verifiquei o teu computador, já tens um voo de regresso. — O i****a revela-me. Anete sofrerá sua perda, mas para o bem da humanidade, é melhor se livrar desse corpo ocupado. — Quero conhecê-la. — Diz minha mãe e eu n**o imediatamente. — Eu também, vamos contigo. — Junte-se à minha viagem. — Primeiro, tenho trinta e dois anos, a minha vida privada é essa, a minha e privacidade. — Eu clarifico. — Em vez de querer conhecê-la, explique-me o que aconteceu, mais de três mil litros foram perdidos. — Estou à procura de uma resposta. Eu saí, deixei-os no comando e eles só tinham que ter certeza de que tudo corria bem, era apenas estar ciente das necessidades dos funcionários e eu acho que: vários barris caíram e todo o seu conteúdo foi perdido, eram de grande reserva, de mais de sete anos. — Saí e pedi para inspecionarem se havia humidade ou algo assim. — Acabei de respirar fundo. — Primeiro, somos os teus pais, não os teus filhos, por isso terás de nos perdoar, já que não foi culpa nossa, nem dos teus empregados, e isso não o impede de nos contar mais sobre isso. — Insiste no assunto de Manuela. — Não quero falar sobre isso porque não tenho palavras para descrever, feliz? Pergunto e a alegria está na cara dele; No entanto, n**o que me procurem para continuar. — Não me interessa que tenha um filho, que seja divorciada e se tiver fetiches raros, vou adaptá-los, adoro-os. Ela é maravilhosa, linda, o seu riso fascina-me, o seu olhar faz-me um i****a, o seu sorriso, ela procura tirar-me a sanidade que eu possuo. — Explicou e a felicidade no rosto da minha mãe, é incrível. Não tive muitas relações diferentes com minhas vinhas. Desde que decidi me dedicar a isso, ela se tornou minha esposa, meus filhos e, em uma ocasião, minha mãe ficou com raiva por prestar mais atenção a algumas uvas “simples” do que a ela. Eu me comprometi com isso, fiz da minha vida. — Você foi cativado pelo currículo. — E sentou-se ansioso para ligar para ela, mas devo me segurar, não quero que ela se canse de mim. — Eu assumo, sim, mas você tem problemas a resolver e, a menos que tenha sucesso, será difícil ter um relacionamento. — Confesso por que quero reservar a de Manuela. Se não funcionar, a decepção será só minha, não o resto da minha família, exceto minha mãe que se importa tanto. — E a garota? — Sorrio só de pensar na criatura. — Lis, ela tem dez anos, mas parece a idade do pai. — Eu aponto —. Parece que você a criou, ela protege sua mãe e mesmo que ela esteja doente e possa morrer, ela quer vê-la feliz ... — Eu removo a umidade do meu rosto. — Se queres saber, tenho uma tarefa, arranja-me um rim. Aquele que procura. Ela precisa de um transplante e o maldito do pai recusa-se a ajudá-lo revelá-lo e vejo-os a negar demasiado surpreendidos. — Antes de regressar, disse que quer conhecer a avó e que o nome foi mudado, diz que o nome dela Lis Aloque. Interrompe o i****a do Filipe e agradeço, disse, uma vez que muda as expressões nos rostos de minha mãe e meu pai. Eu não sou Manuela, exceto seu pai, mas apenas pensando que eu poderia morrer, a tristeza se instala no meu peito. Não posso evitar. — Claro que vou ajudar a minha neta. A minha mãe oferece-se a si mesma e como o Pai, retira a humidade da cara dele. (...) — André ... — cantarola e não consigo deixar de morder o lábio. Sinto minhas mãos suando e meu estômago me incomoda. É uma loucura tremenda. Eu finalmente tenho um pouco de privacidade e pretendo aproveitar o momento para falar com Manuela. — Manuela ... — Partilho da sua cumplicidade. — Você é meu bem. — Ouço a minha mãe. — Mãe, desliga! — Sim, é a sua nora e sua neta. — Responde Lis do outro lado da linha. — Lis! Mandei-te dormir. — Lembra e não consigo deixar de rir. — Thau, avós. — Diga Thau e dou risada é ouvindo em ambos os lados da chamada.
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