Kioshi-kun

870 Words
Kakashi Me deitei furioso e a vi se deitar toda sorridente. Desliguei a televisão e fui dormir desconfortável, já que sempre dormi só de cueca. [...] Uma luz bateu nos meus olhos e ela piscou algumas vezes, achei estranho e levantei sonolento. Caminhei até a janela e vi alguns homens de preto caminhando pelos corredores. Continuei a observar, até ver que eles estavam armados. - d***a. - Murmurei Não sabia quem eles eram, mas dava para saber que estavam procurando alguém. - Naomi, acorda. - Balancei ela - Tem gente aqui, levanta logo. A mesma levantou rápido. - O que foi? - Tem gente lá fora. Vá acordar os outros. Peguei minhas coisas e ela pegou a suas. - São gente perigosa. - Malan olhou pela janela - Eles querem... eles querem o Kioshi-kun. - Vamos ter que arranjar outra saída. - Naomi disse - Por que? Posso sair e atirar neles. - Falei - Seu i****a, tem criança aqui. Não vamos traumatizar ele. Ela abriu a janela e olhou para baixo. - Acho que dá para sairmos por aqui. Estamos só no segundo andar mesmo. Me aproximei e olhei para baixo. Pular de janelas vai virar rotina agora? - Como espera que isso dê certo? - Perguntei - Não sei. Mas vai ter que dar. Podemos descer eles dois e dar um jeito nos caras. - Ela parou e pensou - Melhor não. Não sabemos se tem mais gente lá em baixo. - Eu posso dar um jeito neles. Vocês podem descer. - Olhei pela outra janela de novo, vendo eles se aproximarem - Naomi, você cuida dos dois e eu cuido desses caras. - Eu não vou te deixar. - Muito fofo você falar isso, mas vocês tem que ir. Se eu der um jeito nisso logo, não vão nos seguir depois. - Tá bom. Acho que dá para pular, posso pegar Kioshi-kun. Malan-san, aguenta pular daqui? - Acho que sim. - Então vão logo. - Carreguei minhas armas Naomi ficou pendurada na janela e depois se soltou. Peguei o garoto e fui descendo ele até onde eu conseguia, soltei e ela o pegou. - Eu quero a minha mala de brinquedos! - Kioshi disse Malan pegou e jogou para os dois. - Agora vai. - Falei para ela - Eles estão na porta ao lado. - E-Eu não sei se consigo. - O quê?! A porta foi arrombada e os caras nos viram. Malan se pôs na minha frente e recebeu tiro, aproveitei a distração dos caras e atirei neles. - p***a, Malan. - Me agachei e verifiquei sua pulsação Essa não... Ouvi vozes e passos rápidos, então, sem pensar, saí pela janela. Naomi Peguei Kioshi-kun e esperei por Malan-san. Quando ouvi tiros, corri para me esconder com ele até ver Kakashi sair. Acenei e ele me viu. - Aonde está Malan? - Perguntei - Ela... - Ele fez um sinal de morte - Não consegui fazer nada. Olhei para Kioshi-kun que estava com a cabeça no meu ombro. - Temos que ir. Não sabemos se tem mais. - Kakashi me ajudou a levantar Corremos até o carro, coloquei Kioshi no cinto do banco de trás e fomos. [...] - Não entendo por quê querem tanto ele. - Falei - Kioshi-kun é tão importante assim? - Não sei. Talvez porquê o cara que vai adotar ele seje importante demais, aí querem um jeito de pegá-lo através de outra pessoa. Por isso nos chamaram. Olhei para trás e vi que Kioshi dormia abraçado com sua mala. - Não acha estranho ele ser tão grudado a essa mala? - Perguntei - Não. Quando tinha a idade dele eu não desgrudava da minha revista pornô. - Credo, Hatake! Ele riu e lhe dei um t**a no ombro. [...] Começou a chover e trovejar, o carro seguia pela estrada asfaltada e deserta, onde só o nosso e outro carro atrás seguiam por ela. - Hatake... - Olhei para a picape preta atrás de nós. De trás dele, apareceram mais dois. - Acho que nos acharam. - Acha mesmo? - Ele passou a marcha e acelerou. - Tenha cuidado, está chovendo demais e tem uma criança conosco. - Confie em mim, caipira. Sou tipo o Dominic Toretto no volante. Um dos carros ficou na nossa frente e os outros dois ficaram nos lados. - Eles querem forçar a gente a parar. - Mas isso não vai acontecer comigo aqui. Quando o carro da frente freou para nos parar, Kakashi deu ré e continuou assim. Os outros carros deram ré também e nos seguiram. Homens apareceram na janela e começaram a atirar. - Kakashi! - Se segura! Ele virou o carro e entramos em uma floresta. Os carros passaram direto, mas pararam e entraram também. O carro balançava por causa da estrada de terra abandonada e cercada por árvores. - Presumo que esse carro não é adaptado para estradas de terra. - Comentei - Não mesmo. - Ele sorriu Vimos as picapes se aproximarem, então, descemos uma ladeira alta com algumas árvores. Kakashi desviou delas e um dos carros acabou batendo contra uma. Entramos em uma trilha e fomos na direção de uma pedra. Fiquei quieta, mas nervosa. Tinha que confiar no Kakashi.
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