Capítulo Quatro

865 Words
— Mas ele falou assim rasgando com você? — Sim. Kate me analisava com aqueles enormes olhos castanhos para mim, seus cabelos ruivos balançava enquanto ela andava de um lado para o outro na minúscula sala do seu apartamento mordendo um pedaço de cabelo. — Você pode usar esse desejo dele por você ao nosso favor. — Como assim? — Bem você acha que ele e o pai estão tramando alguma coisa e eu também, o Johnson não é flor que se cheire. — Você está querendo dizer para mim seduzir o Bruce? Seu sorriso aumentou com a minha pergunta, ela se sentou ao meu lado, não estava gostando do que ela estava propondo, dormir com um cara que está era um Deus do sexo, mas assim sem sentimento eu não sei se teria coragem. — Se você diz que dormir com ele e seduzir então sim, olha assim você pode descobrir o que eles estão tramando. Kate só podia ter batido a cabeça com bastante força quando saiu do banho ou ela estava usando drogas para me sugerir uma coisa dessas, onde em sã consciência Bruce iria se abrir para mim depois de me comer ?  — De onde você tirou que ele vai se abrir tão fácil assim para mim? — Eu sei que não vai, mas você investigar ouvir conversas, ler mensagens essas coisas. Completou ela com sorriso mais diabólico do mundo, com total certeza ela estava usando drogas. — Isso não vai dar certo.  — Claro que vai e só você fazer tudo certinho e segui o plano. Ponderei sua proposta era arriscado? muito, poderia me ferrar amargamente? com toda certeza, mas poderia acabar descobrindo o que eles tramavam contra a empresa do meu avô, só tinha um porém: Eu não sabia nada sobre seduzir. — Como não? E aquele cara de Barcelona. — Foi apenas uma noite e cinco doses de tequila, na realidade eu não sei nada da arte de f********o. E eu sei que se fosse pra cama com Bruce ele me comeria viva, e literalmente. Confessei abaixando o olhar era humilhante demais você ter vinte dois anos e não saber nada sobre dar prazer a alguém e ter dormindo com três cara na vida, Kate me olhou surpresa. — Está me zoando? Permaneci calada fazendo uma careta. — Tá com cara de zoação, eu sinto a zoação. — Meu Deus você é tão insensível. — Bem não sou eu que terá que passa o restante do mês com ele. Meu avô havia me sacaneando de com força inventando uma viagem de última hora para o Havaí, agora teria que passar o restante do mês instalando Bruce na empresa já que a tal fusão só iria começa quando ele voltasse das suas férias.  — Lembre-se você é minha amiga, não minha carrasca. — Pode deixar. Me despedi de Kate, teria que me preparar mentalmente para amanhã. Na manhã seguinte meu coração estava a mil por hora e eu completamente atrasada, havia dormido m*l na noite anterior com os sonhos eróticos e promessas de uma noite de sexo selvagem com Bruce, com toda certeza esse homem me mataria antes da hora.   — Bom dia Ray. — Bom dia Susan. — Vamos almoçar hoje? Mordi o lábio em resposta, como passaria o restante do mês  isso significava que todos os meus almoços seriam com ele e qualquer outro compromisso executivo que fosse. — Desculpe estou presa com Bruce. — O mês inteiro? — Sim. A decepção ficou evidente em seu rosto a essa altura já havia sacado que o interesse de Susan em mim não era nada profissional e isso me assustava nunca tinha ficando com mulher na minha vida, talvez. — Passa lá em casa mais tarde, pode ser? Uma faísca se acende em seus olhos castanhos  ela balançou a cabeça em confirmação. — Perfeito. — As nove então. Ela me lançou uma piscadela saindo andando com um rebolado que nunca havia reparado, ela sempre fazia isso?  Ou será que nunca havia reparado nela de jeito nenhum chega a ser engraçado. — Senhorita Mitchell, está atrasa. Bruce me chamou me despertando dos meus pensamentos, sua postura imponente e olhar sempre predador me tirou o fôlego, senti meu corpo se arrepiar sob seu olhar. — Bom dia Senhor Evans tem muito tempo que está esperando? — Não muito. Um sorriso charmoso e incrivelmente sexy formou em seus lábios, ele me seguiu para sala da presidência fechando a porta atrás de si, seu perfume tomava todo meu ar água fresca e menta era sua marca fiquei imaginando como seria está sobre seu corpo nu e senti o cheiro do seu perfume, um gemido escapou de meus lábios me fazendo tapa a boca. — Está se sentindo bem? — Si..Sim. E podemos começar? Ele se sentou na cadeira em frente e eu me acomodei na cadeira do avô Lúcio, que era incrivelmente confortável agora entendia por que ele gostava tanto de estar no poder. Nas próxima horas da manhã passamos discutindo sobre fornecedores e novas formas de exportação, e eu incansavelmente me esquivando das indiretas e diretas de Bruce sobre minhas partes íntimas, eu não saberia como respondê-lo mas meu corpo me denunciava o tempo todo. — A senhorita ainda não me respondeu. — O que? — Qual a cor da sua calcinha. — Senhor Evans, por respeito ao meu avô e a mim peço que mantenha o decoro, —  A senhorita sempre foi tão ríspida assim? — Sim. — Isso explica o mau humor. — O que?
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