A semana foi passando e ficava cada vez mais difícil resistir ao charme de Bruce e sua boca suja, na sexta feira trabalhamos até mais tarde e o cara se transformou literalmente de uma cara super desbocado a um completo cavalheiro com direito a abrir porta e acompanhar até o carro e não tentou nenhuma gracinha como todas as vezes em saber a cor da minha calcinha ou o tamanho do meu sutiã, as vezes me perguntava se era gay e estava apenas querendo saber o que me dar de aniversário bom vai saber né. Como hoje era sábado e eu só queria descansar e me livrar do efeito Bruce em mim então me tranquei em casa desligando telefone, decidir por Orgulho e Preconceito já que era meu filme predileto e pedi uma pizza, a campainha tocou abri a porta e para minha total e completa tristeza Bruce estava parado nela escorado no batente da porta com uma camisa preta que realçava os músculos dos braços e uma calça jeans fazendo um grande volume na frente, seus olhos descerem pelo meu corpo e mordiscando o lábio inferior.
— Você atende a porta assim? Pretende matar alguém?
Olhei para meu mini short cor de rosa e meu top preto ele tinha sorte por não atender a porta pelada como de costume.
— Estou na minha casa e o que você está fazendo nela?
— Você não atende o telefone.
— Hoje é sábado.
— Eu sei.
Bruce deu de ombro passando por mim, seus olhos passaram pela minha casa a analisando ele parou no meio da sala se virando para me observar.
— O que você quer?
— Conversar,dar uns amassos no sofá e depois te comer na cozinha.
Mortificada com sua sinceridade permaneci parada na porta mantendo uma distância segura dele, ele era tão mas tão safado. Lembrando do plano de Kate tentei manter a aparência e completa sedutora.
— Você fala assim com todas as mulheres?
— Não, me desculpe e que não tenho filtro com você.
— Então a culpa é minha?
— Completamente.
Ele sorriu se acomodando melhor no sofá , reparei nas suas mãos tão grandes e fortes e seus dedos longos, fiquei imaginando ele introduzindo em mim devagar ao mesmo tempo que fala as palavras mais sujas.
— Ray!
— Oi?
— Você me ouviu?
— Não desculpe, o que disse?
— Seu interfone está tocando.
— Ah.
Corri para atender autorizando a entrada do entregador , fui até o quarto para pegar o dinheiro quando voltei Bruce já havia atendido o entregador.
— Obrigado.
— O que você está fazendo?
Ele fechou a porta e com a maior cara lavada me respondeu.
— Não iria deixar você atender aquele cara vestida assim.
— Estou na minha casa, visto o que eu quiser e ele já me viu pelada várias vezes.
Retrucando cruzei os braços levantando o queixo o desafiando, seus olhos verdes se tornaram duas tormentas e com um olhar perigoso ele se aproximou de mim como um leão que cerca sua presa.
— Você está dormindo com ele?
Sua voz rouca saiu baixa e cautelosa, fazendo meu corpo estremecer de uma forma que minhas partes se contraíram.
— Não.. eu..não costumo ficar vestida em casa e além dele ser gay e sempre me olhar com nojo.
Murmurei sua expressão dura se suavizou seus olhos desceram para os meus lábios umedeci eles com a língua, Bruce entendeu como um convite tomando minha boca para si sua língua invadiu minha boca com fúria seus lábios macios porém firmes eram como sempre imaginei, sua língua acariciava a minha com maestria sugando, Bruce deu uma última mordida no meu lábio inferior afastando o rosto.
— Sua boca e tão doce mas quero provar outro lugar.
Estava zonza pelo beijo tão quente que ele tinha acabado de me proporcionar, Bruce me tomou em seus braços me levando para o sofá me colocando sentada ele abriu minhas pernas puxando meu short o jogando atrás de si.
— Sem calcinha.
Já arfando senti seus dedos longos passagem por minha v****a bastante lubrificada, uma onda de prazer tomou meu corpo me fazendo gemer com um simples toque, um sorriso safado surgiu em seus lábios.
— Você já está prontinha para me receber… olha como está molhada.
Seus dedos brincava na entrada da minha v****a a molhando ainda mais, gemidos saiam da minha garganta involuntariamente era como se Bruce tivesse todo o poder sobre meu corpo ditando as regras de como ele deveria reagir perante ele, seu longo dedo do meio entrou em mim e com movimentos de vai e vem bem lentos ele começou a estimular meu c******s.
— Você me deixa louco Ray, quero f***r você até perder os sentidos.
Rosnou ele com um olhar perigoso, senti meu orgasmo formando sobre meu ventre e como uma explosão gritei me derretendo sobre o sofá, meus músculos relaxaram e involuntariamente tentei fechar as pernas mas Bruce me impediu segurando atrás dos meus joelhos, ele se abaixou levando a boca para minha v****a sugando meu liquido e como experiente que ele senti meu corpo ganhar vida novamente com suas mãos firmes ele mantinha minhas pernas abertas, sua língua brincava com meu c******s ao mesmo tempo que ele sugava meu líquido que escorria, meu orgasmo veio com tudo me lançando em uma vórtex e êxtase e prazer , Bruce levantou o rosto limpando a boca com as costas da mão.
— Você é incrivelmente doce Ray.
Não conseguia falar apenas balançar a cabeça freneticamente tentando clarear a mente que estava uma bagunça depois de dois orgasmo fortes, mas pela expressão de Bruce ele ainda não havia acabado comigo.
— Vou f***r boa boquinha agora,se ajoelhe.
Como aquele homem tinha total poder sobre mim? Ficava me perguntando isso pois meu corpo obedeceu sua ordem ele se levantou sua mão acariciou meu rosto e com a ponta do polegar passou sobre meu lábio inferior pressionando e um sorriso dominador brotou em seus lábios, meu corpo reagiu estremecendo sobre seu olhar.
— Sua boca é pequena vai ter que aguentar meu p*u nela.
— Bruce..
— Shiii.
Bruce desabotoou a calça descendo até os joelhos sua cueca box preta continha um enorme volume deixando minha boca cheia d’água.
— Desce a minha cueca.
Levei a mão até o cós da cueca para descê-la mas ele fez um sinal com indicador.
— Com a boca.
— Mas.. eu...não.
— Use os dentes.
Cheguei minha boca até o cós da cueca e com os dentes mordendo o tecido desci até o meio das suas coxas grossas, seu enorme mastro salto para fora quase chegando no meu rosto como ele é enorme e grosso, sem cerimônias Bruce investiu seu enorme p*u na minha boca seu gosto delicioso e quente, sua mão fez um r**o de cavalo com meu cabelo segurando minha cabeça seus quadris seguia um ritmo rápido de vai e vem ao mesmo tempo que a cabeça encostava na minha garganta, levantei meu olhar para ele e seu rosto era de puro prazer seus olhos estavam em chamas seus lábios se contraíram em uma linha fina. Com uma última investida Bruce soltou um rosnado animalesco seguido de uma gemido, senti seu g**o quente e espesso descer pela minha garganta ele se afastou arfando olhando para mim com os olhos brilhando de satisfação e desejo.
— Perfect!
Me levantei rapidamente correndo para trás do sofá tentando esconder minha nudez, pela graça minha razão retomou o poder sobre meu corpo me fazendo pensar sobre tudo o que acabou de acontecer.
— Acho melhor você ir embora.
— O que?
— Vai embora.
— Por que?
Bruce subiu a cueca e a calça fechando, ele cruzou os braços me olhando sério.
— Por que sim, não precisa ter um motivo.
— Precisa sim.
— O que acabou de acontecer aqui não pode voltar a se repetir, então por favor vá embora.
— Você não gostou? Por que não foi o que me pareceu.
Fiz uma careta para ela fechando a cara peguei uma almofada jogando nele.
— Sai Bruce!
— Ah por favor Ray vai dar uma de certinha agora?
— Você é um grosseiro desbocado e pervertido!
Ele levantou uma sobrancelha e a expressão de surpresa tomou seu rosto.
— Sério? Vai me xingar assim?
— SAI!
— Ok.
Bruce se virou caminhando até a porta antes de abri-la ele parou me olhando sobre o ombro.
— Até segunda Ray.