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915 Words
 O despertador quando tocou naquela manhã não foi o ponto necessário para despertar Cloe, visto que ela m*l pregara o olho naquele noite. Embora ela já tenho recebido muitas missões desafiadoras, era a primeira vez que ela era selecionada como espiã de um caso. E assumir uma falsa identidade de segurança aparentava um enorme desafio pra ela, visto que ela nunca tivera habilidade com lutas. Essa preocupação tomou grande parte da noite dela, atrapalhando ela ter uma boa noite de sono. Seis horas da manhã era o horário em que ela desligara o despertador. Levantando-se da cama, foi diretamente ao banheiro tomar seu banho para começar a se arrumar para ir ao aeroporto. Após se vestir, Cloe colocou as peças que achava necessário carregar nessa viagem, fez uma mala curta visto que deveria usar uniforme de segurança e pela quantidade de dinheiro que ela havia recebido para se manter lá ela poderia comprar mais roupas. Oito horas da manhã, um pouco atrasada, sua amiga Elena bateu a porta de seu apartamento. - Desculpe o atraso! Muito trânsito até chegar aqui! - disse ela, ofegante Cloe deu um abraço nela e respondeu: - Nada que irá me atrapalhar, entre! - disse Cloe - vou mostrar a você onde fica a ração para o Tom, peço que sempre confira se a vasilha de água e comida estará cheia. Tom era o gato de Cloe, o único apego que ela tinha em toda aquela cidade. Elena foi uma amiga da faculdade e vez ou outra as duas trocavam favores entre si, e era a pessoa da cidade em que Cloe mais confiava. - Certo - respondeu Elena - Quanto a isso não se preocupe! Pode viajar em paz, deixarei tudo sob controle. Cloe sorriu e abraçou Elena. Sentiu quando tom começou a passar por seus pés, pedindo carinho. Ele de certa forma sempre sabia quando Cloe iria sair, havia uma intuição felina que sempre o avisava. Cloe pegou Tom e deu um longo abraço nele. Como ele era sua maior companhia naquela cidade, seu coração ficava apertado com a despedida. Assim que deixou Tom no chão, Cloe conferiu o horário. - Está na minha hora de saída. Meu avião sai às dez da manhã e não posso perder esse vôo de maneira alguma Cloe foi até seu quarto, pegou sua mala e foi em direção a porta enquanto Elena a acompanhava - Boa viagem - desejou Elena - Muito obrigada, de verdade - respondeu Cloe O céu novamente estava nublado, mas fazia menos frio do que antes. O táxi que ela havia combinado já estava na porta de sua casa. O caminho até o aeroporto quase a atrasou para fazer check-in. Dentro do avião ela acabou por adormecer, recuperando a noite m*l dormida. Após desembarcar, ela já sabia que um motorista da família LeBlanc a estaria esperando. Não foi muito difícil para Cloe o identificar, visto que ele segurava uma placa com o nome dela. Durante o caminho, Cloe tentou de alguma forma puxar algum tipo de informação do motorista. - Você trabalha para a família a muito tempo? - Uns 25 anos. - respondeu ele Para Cloe, era uma pessoa importante para tentar tirar informações. - Você considera tranquilo trabalhar para eles? - Como motorista nunca tive muitos problemas com a família, eles são rígidos e criteriosos em tudo, mas minha principal função aqui é a pontualidade. Cloe concordou com ele. - A família tem muitos seguranças? - Só o suficiente para proteger o casal e o filho. - Entendo. - Só que muitos não aguentam ficar por muito tempo. No início achei que eles mesmos trocavam por questão de tempo, mas depois descobri que a maioria que pede para ir embora. Cloe ficou apreensiva ao escutar aquilo. - Eu serei a segurança do Nicolas. Você já esteve muitas vezes com ele? O motorista olhou pelo retrovisor ao responder: - Há alguns anos não o levo mais aos lugares, desde que ele se tornou habilitado. Mas posso dizer a você que ele é um rapaz super reservado, não é de muita conversa. - Entendo... - esse fato com certeza seria um desafio pra ela - E pelo que eu sei, ele é o que mais faz os seguranças particulares desistirem dele. - revelou o motorista - não quero assusta-la com isso, apenas estou dizendo para preparar-se para tudo. Se quiser mesmo esse emprego, terá que lidar com muita coisa Cloe que já estava apreensiva começou a ficar aniosa e ao mesmo tempo curiosa. O quão r**m ele poderia ser ao ponto de nem os seguranças aguentarem ficar perto dele por muito tempo? Cloe estava cheia de dúvidas, mas quanto a sua confiança no trabalho, esta continuava intacta. Ela nunca havia abaixado a cabeça para homem nenhum, não importasse o cargo. Manteria o respeito de funcionária, certamente, mas jamais recuaria por qualquer coisa. Principalmente por um rapaz que por ter nascido em um berço de ouro deveria se considerar um deus. - Chegamos - avisou o motorista. Ao descer do carro, Cloe ficou perplexa com o tamanho da mansão. Ela já imaginaria que seria enorme, mas aquela superou suas expectativas. A enorme mansão tinha como principal cor branca, e havia vários funcionários por toda a parte, desde limpando a piscina, cortando a grama e limpando os enormes vidros da janela. Comovida com todo aquele lugar, levou um pequeno susto quando alguém chegou pelas suas costas - Senhorita Cloe? Teve uma boa viagem? - Perguntou uma voz masculina
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