Capítulo 3

1273 Words
Priscila narrando... Eu estava tão feliz que finalmente tinha conseguido emprego, fiquei pasma com o doido me cobrando sobre eu andar na garupa do Sombra, não me faltava mais nada, ele subiu com uma cara de poucos amigos e eu fiquei ali plena, Rebeca desceu perguntando dele e então pediu para mim ir chamar, assim eu fiz, eu só não esperava ver ele totalmente pelado, eu fiquei sem reação, medi cada pedacinho do seu corpo e p***a, que homem gostoso, sai dali correndo e não consegui mais olhar no olho do mesmo, eu estava sem jeito e ele percebeu isso e decidiu me provocar ainda mais, dei graças a Deus quando a Rebeca entrou na cozinha... eu aproveitei a brecha e sai, depois de um tempo preparei o jantar, comemos e eu subi com a Beca, coloquei a mesma para dormir e quando sai do quarto dei de cara com o mesmo. Priscila: Aí que susto. — digo colocando a mão no peito. Caveira: Foi m*l, vim dar um beijo de boa noite na pequena. Priscila: Ela já dormiu, mas vai lá. — dou espaço para o mesmo e vou em direção ao meu quarto, lembro do corpo dele todo e decido tomar um banho para ver se consigo amenizar o t***o que me deu, eu fui abusada pelo meu próprio irmão e não conseguia nem sentir a presença de alguém perto de mim, mas Caveira e o pessoal me ajudaram, eu ainda não estou 100% mas já consigo ter contato com os homens e não tenho mais medo e hoje, por incrível que pareça eu desejei um homem, por mais errado que seja, eu queria o Caveira, mas não podia, ia estragar a nossa relação que já não é muito boa e ele é um galinho e bom eu também não quero me prender, vá que ele comece com as loucuras de eu estar no nome dele, prefiro evitar. Me deitei na cama e não demorou muito para eu dormir... Acordei na manhã seguinte vendo ser 7h, fui em direção ao banheiro, fiz minhas higienes e tomei um banho, desço as escadas e sinto um cheiro de café, vejo a Aline e o Caveira na cozinha. Aline: Bom dia gata. Priscila: Bom dia. — dou um beijo no rosto da mesma e sinto o olhar do Caveira sobre mim, olho para ele e dou bom dia, ele me responde e a Aline serve uma xícara de café para mim. Aline: Caveira estava me passando umas coisas sobre a Beca, mas ele disse que o resto tu me passava. — eu confirmei e comecei a passar a rotina dela... Percebi que já estava quase no meu horário. Priscila: Eu preciso ir, se não eu vou me atrasar, obrigada Aline. — ela confirma e me deseja bom serviço, quando vou sair o Caveira segura meu braço. Caveira: Bora, eu te levo lá. — Eu até penso em negar, mas eu não quero me atrasar, observo a Aline sorrindo disfarçadamente, mas não digo nada e só vou com ele. Desço na frente da loja vendo que não me atrasei e agradeço mentalmente. Priscila: Muito obrigada Caveira, bom serviço. Caveira: Pra ti também, qualquer coisa aciona beleza. — eu confirmo e entro na loja vendo a Faby. Faby: Bom dia linda, que bom que chegou, achei que não ia mais vir. Priscila: Bom dia, tá brincando, eu precisava trabalhar, novamente muito obrigada pela oportunidade. Faby: Que isso, se a Aline indicou é por que é de confiança. — eu sorrio e ela começa a me falar como funciona as coisas. Depois de um tempo a loja já está funcionando, entra várias meninas, estão tudo falando do pagode que vai ter no domingo. Faby: Você vai ir? — eu n**o. — Por que? fala sério, vamos, vai ser legal, a Aline também vai. Priscila: Vamos ver, faz tempo que eu não saio, sempre vivi pela minha sobrinha. — ela me olha surpresa. Faby: Quantos anos ela tem? Viu só, mais um motivo para ir também. Priscila: Ela tem quatro anos, Aline está cuidando dela, se irmos irei deixar com quem? Faby: Vamos resolver isso, fica tranquila. — eu concordo rindo e o dia passou voando, eu adorei a Faby, ela é super divertida e doida, algumas meninas são queridas outras, bom, outras acham que estão com o rei na barriga, chega a dar nojo de atender, mas eu fiz a minha parte, me despeço da Faby e saio para a rua, vendo o Caveira estacionar a moto junto de um outro menino. Priscila: O que faz aqui? Caveira: Vim te buscar, bora. Priscila: Não precisava, eu ia apé. — digo e vejo o menino da outra moto rindo. Caveira: Deixa de marra Priscila, m*l agradecida do c*****o. Priscila: Não é m*l agradecida, só estou dizendo que não precisava. Caveira: Vamos logo. — ele diz me olhando sério e eu subo na moto, vejo a Faby sair e me olhar surpresa, ela da Oi para o Caveira e caminha até o menino da moto dando um selinho nele e logo em seguida subindo na garupa dele. Chegamos em casa e a Aline e a Beca estão fazendo a maior festa na sala, Rebeca assim que nota nossa presença vem correndo em nossa direção, mas a vendida pula no colo do Caveira me deixando com uma cara de tacho. Aline: Como foi o primeiro dia? Priscila: Incrível, Faby quer que eu vá no pagode. Caveira: E você vai? — ele pergunta interessado na nossa conversa, eu não tinha certeza, mas ver como ele ficou sobre isso me fez querer ir. Priscila: Claro que vou, preciso me distrair um pouco. Caveira: E a Beca? Aline: Deixa de coisa, ela fica com a tia Carminha, aposto que a tia vai amar ficar com ela. Ele não diz nada e eu muito menos, Aline me fala um pouco dessa tal Tia Carminha e ela parece ser uma senhora bem tranquila e querida, então eu topo deixar a Beca lá, ela disse que ia falar com a tia e me avisava, ela se despediu da gente e eu fui em direção a cozinha colocar algo a descongelar, mas para a minha surpresa a comida estava pronta. Priscila: Diz para a Aline que não precisava ela fazer o jantar. Caveira: Ela fez só hoje, apartir de amanhã a Nara começa a trabalhar aqui, irá organizar a casa e preparar as refeições. Priscila: Certeza? Por mim não precisava, eu posso fazer o jantar. Caveira: Você vai estar fora o dia todo, muitas vezes irá chegar cansada, querendo só um banho e a sua cama. Então eu tenho certeza, fica tranquila. Priscila: Vou te ajudar a pagar ela e a Aline também, me passa quanto vai ficar. Caveira: Nem começa Priscila... Vou tomar um banho. — ele diz me dando as costas e isso me irrita de uma forma surreal. Eu subo para o meu quarto e pego um pijama, tomo um banho e logo depois desço as escadas vendo ele e a Beca na mesa já me esperando para jantarmos, desde quando cheguei aqui, sempre fazemos as refeições juntas, exceto o almoço agora, mas quando eu ficava em casa, ele vinha almoçar. Terminamos o jantar e eu organizei a cozinha toda, ele subiu com a Beca e quando eu fui entrar no quarto da mesma ele saiu e disse que ela já estava dormindo, entrei e dei um beijinho na mesma, Beca é a minha vida todinha, eu mato e morro por ela. Quando saio do quarto o mesmo já não está mais ali, vou em direção ao meu quarto e me jogo na cama.
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