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Cavaleiros de Dragões - O Chamado dos Guardiões

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Cavaleiros de Dragões conta o início da jornada de Aurora, uma menina normal que morava numa cidadezinha normal, mas que sempre sentiu um vazio dentro de si, uma necessidade de uma busca.

Um dia, ela foi encontrada por um dragão, vermelho e enorme, que disse que ela era a montaria dele, que então a leva pro reino de onde ele vem, Dracônia, uma terra mágica existente em uma dimensão paralela à nossa, para que ela conheça sua terra natal e os costumes de seu povo, e salvá-los do m*l que recai sobre o reino.

Keelien, o irmão mais novo do falecido rei usa e abusa da coroa de que era de seu irmão para governar Dracônia à sua maneira, depois de cometer um crime terrível contra sua família inteira e ordenar um m******e contra a mais respeitada Classe de dragões. Mas ele não cumpriu o serviço e deixou escapar um filhote que cresceria para ser sua ruína.

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Capítulo 1 - Dragões Não Falam
DESDE PEQUENA EU SEMPRE TIVE FASCÍNIO POR DRAGÕES. Sei que estamos no mundo real e que eles não existem, mas sempre sonhei com um mundo fantástico de magia, criaturas mágicas, todas essas coisas que vemos em filmes. Mas não é porque eu sonhava acordada que eu estava preparada para o que aconteceria. Um mês depois de eu completar os meus 16 anos, a minha vida pacata e miserável mudou drasticamente. Numa tarde de início de outono, eu estava na minha casa, com a minha mãe, Ellie Oliver, e meu padrasto, Jared Amaryl, que estavam tendo uma briga fervorosa. Trancada em meu quarto, eu escutava os gritos e, como se não fosse suficiente, meus vizinhos também não estavam no seu melhor dia de casal. Eu estava cansada de encher minhas orelhas com os berros daquela gente. Peguei o lixo da nossa casa e fui até a lixeira do condomínio, na esperança de ter um pouco de paz, mas em vão. Quatro bocas conseguiam produzir um barulho de abalar a vizinhança. Ao largar a sacola dentro da lixeira, vi que uma enorme sombra me cobriu e senti um bafo quente nas minhas costas. Notei também que os berros se silenciaram e por um segundo, agradeci a Deus, mas logo notei que algo estava estranho quando todos os cachorros da vizinhança começaram a latir freneticamente. — Aurora, saia daí! – minha mãe falou, no portão em um tom normal, porém tenso. — O que foi, mãe? – No mesmo instante, eu me calei ao me virar e me deparar com um enorme dragão vermelho apavorante – Ah, meu Deus! Por um segundo eu congelei, apavorada. Pisquei três vezes para ter certeza do que estava vendo. Era um dragão! O mesmo com que eu sonhava dormindo e acordada, uma criatura que eu nunca saberia o que fazer se visse na minha frente, mas agora estava vendo. Ele estava ali e estava me encarando, mas não parecia hostil, muito menos faminto. Parecia que queria algo de mim. Então, por algum motivo, talvez instinto, comecei a me aproximar. — Saia daí, Aurora! – minha mãe gritou – E o dragão, com uma enorme pedra vermelha cintilante entre os olhos, olhou zangado para ela. — Para, mãe! – E ele olhou para mim, de novo – Eu acho que ele está tentando me falar alguma coisa. — Dragões não falam! – Wagner, meu vizinho cretino, estava do lado de fora do condomínio, perto de mim. — Há 1 minuto eles nem existiam. – falei e ele deu um passo na nossa direção – E ninguém pediu sua opinião. — Não interessa! Deixe-me cuidar disso. – Ele tentou me tirar do meu posto, mas antes que pudesse fazer algo, o dragão inclinou a cabeça e com a ponta de seu focinho o empurrou para longe. — Muito bem. – Eu sorri para ele e ele me olhou como se sorrisse para mim. O animal inclinou seu enorme focinho na minha direção como se quisesse falar algo e ao olhar fixamente para a pedra reluzente em sua testa, pude ouvir uma voz na minha cabeça. Meu nome é Fire Flame e eu sou o último dragão da Classe Fogo. Estou procurando a minha cavaleira. — Uma cavaleira? Eu? – perguntei e eu sabia que ele havia concordado – Mas eu não sei nada sobre dragões ou sobre como montar em um. Por algum motivo, eu estava reagindo relativamente bem àquela experiência nada convencional, mas ainda assim não queria dizer que eu entendia o que ele falava. Ele se aproximou mais uma vez e a pedra em sua testa brilhou intensamente. Você, Aurora, é a minha cavaleira, posicione sua mão na Gema de Fogo e aceite seu destino. Meu coração batia tão forte quanto os cascos de um cavalo de corrida batiam no chão. Eu não tinha medo, mas estava apavorada. Eu não sabia o que significava. Não sabia o que era ser um cavaleiro de dragão. Mas eu não pensei. Sentia que era para aquilo que eu havia nascido, assim como sabia que Fire Flame havia nascido para mim. Sem pensar muito, coloquei minha mão na Gema de Fogo e ela brilhou com toda força uma última vez. Então eu comecei a levitar. Enquanto meus vizinhos e minha família olhavam, eu senti que algo mudou. Me senti mais ágil, mais forte, mais atenta. Olhei para meu corpo e ele se tomou por uma armadura com uma enorme pedra vermelha, meus cabelos cacheados e castanhos mudaram de cor para ruivo. Nas laterais das minhas botas surgiram duas adagas, na minha cintura uma espada e nas costas uma lança. Quando tudo acabou, eu caí no chão de novo e Fire Flame parecia sorrir para mim. — Agora, posso montar em você? – perguntei, quando me ergui. Ele abriu as asas e virou de costas. Se conseguir. Ele voou baixo e lento. Entendi que ele queria que eu montasse nele em pleno voo para ver se eu era capaz, mas eu não era. Não tinha nenhuma habilidade. Mesmo assim, corri com toda a minha velocidade atrás dele e, por incrível que pareça, eu corria muito bem. Fire Flame virou à esquerda, onde ficava a minha escola e eu corri por cima dos carros até conseguir pular no telhado da escola. Quando peguei impulso o suficiente, me atirei em direção ao dragão. Meu salto teve um bom efeito, mas quando eu estava prestes a alcançar a cauda de Fire Flame, ele voou para o alto e sumiu nas nuvens. Eu caí no chão, rolando e me ergui com dificuldades, observando os céus na esperança de velho de novo. Eu comecei a caminhar de volta para a casa, decepcionada comigo mesma. No caminho, pessoas olhavam para a minha roupa e estranhavam, porém, conforme eu ia me aproximando de casa a armadura ia evaporando e eu voltei ao normal.  

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