LVIII. Sentimos Seu Coração, Vivo...

1955 Words

O som do caminhar das muitas moças, me despertou. Aquela que outrora me abraçava, ainda estava no mesmo lugar, acariciando-me. Eu estava deitado em seu colo e ela cuidava de mim, me olhava como uma irmã zelosa, mais velha. — Como está? Posso buscar água? — Ela ofereceu, sorrindo. — Posso… ir… obrigado… qual… como a chamo? — Killidia ou Killa, depende do quanto gosta de formalidade. Sorri, afinal Killa era bastante sugestivo. Fomos à cozinha. As moças ficavam nervosas ou passivas, cumprimentando-me com formalidade ou submissas. — Não temos comida para oferecer, afinal não usamos de nenhum artifício para mascarar quem somos neste abrigo momentâneo. Perdoe! — disse ela, quando chegamos à cozinha. — Não é necessário perdão e as moças não precisam lidar comigo com formalidade ou estranh

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