Ele se levanta, pega a minha mão e depois ri. — Quando você se recuperar, você me deve um dia inteiro comigo. Eu rio fracamente. — Pobre Jorge. Terá que aceitar que eu tenha que passar um dia inteiro com outro homem. Jesus sorri. — Eu tenho que dizer, que ele estava quase surtando. Parece que o cara, não fica um dia sem você. Assento. — Duvido muito. Jesus e eu olhamos para a porta e vemos Jorge encostado no batente com os braços cruzados e um grande sorriso no rosto. — Faz um tempo que não a vejo, então é necessário. Ele se aproxima de nós, se posiciona ao pé da cama e fica me observando, o que me deixa nervosa. — O que você está olhando? Tem alguma coisa errada? — Tem. Ele responde com uma cara seria. — E o que é? Diga logo, não me deixe mais nervosa. É a minha mãe? Ela...
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