capítulo 4; minha!?

1608 Words
MÁXIMOS CASTELINE: Sorri olhando a diaba deitada sobre a minha cama. c*****o! Ela linda. Não consigo enumerar quantas vezes sonhei com essa cena. — vai ficar só olhando, desgraça? — coloca seu pé no meu peito, e aperta suas unhas contra minha pele. — vou olhar, lamber e f***r você todinha diaba. — ela refolega me olhando excitada. Ela e minha diaba. E depois que eu a f***r até perde as forças, não a deixarei mais ir. Será minha de todas as formas possíveis. Somente minha. Abro meu cinto e retiro minha calça junto com a cueca, e vejo minha perdição deslizar a língua por seus labios carnudos, olhando para meu p*u. Duro. Pesado. Quente só para ela. — waallll... — ela se ajoelha sobre a cama, e retira seu vestido, sem parar de encara meu p*u, que fica ainda mais duro sobre seu olhar. — ele é enorme, e parece delicioso. — engatinha até a ponta da cama, parecendo hipnotizada. Seu corpo e lindo, suas curvas são fartas. b***a e s***s grandes, pele alva e macia. Quero marca-lá inteirinha, para quando ela se olhar, saber que é totalmente minha. — minha diaba, você me enlouquece, olhando assim. — ela sorri de lado, antes de espalha a língua na base do meu p*u e deslizar até o topo. — hummm... — suga a cabeça avermelhada como se devora uma fruta, sua mão macia o envolve, subindo e descendo. Sua língua macia contorna a cabeça do meu m****o com exímio, me levando a loucura. Ela massageia minhas bolas, enquanto desce sua boca úmida e quente me engolindo, me fazendo gemer inebriado, sentindo minhas bolas contraírem na palma da sua mão quente. — Max... — abro meus olhos e a encaro. — deite na cama, quero que me chupe, enquanto devoro esse seu p*u enorme. — obedeço como um bom garoto que sou, me deitando ao centro da cama. — bem mandado, talvez até ganhe uma recompensa. — promete antes de sem nenhum pudor, fica de quatro sobre mim, deixando sua b***a e b****a rosada e suculenta na minha cara. Aperto sua b***a farta, abrindo as bandas para mim. Olhando sua i********e umida, e levando minha boca aquela carne quente que tanto sonhei com seu sabor. Sugo deslizando minha língua até seu núcleo. Recolho sua umidade e levo em direção ao seu buraquinho enrugado, que clama por atenção. — b****a gostosa da p***a. — rosno louco, inebriado, perdido do seu cheiro de mulher, no seu sabor. — você é minha, toda minha. — deslizo minha língua do seu c******s até seu cuzinho. — hummm... Max! — ela volta a me sugar com vontade. Estapeio sua b***a deixando marcada, e sinto suas unhas arranhar minhas coxas, enquanto me engole. Sua b****a se contrai na minha língua, fodo com dois dedos e sugo seu c******s inchado, vermelho e sensível na minha boca. — goza na minha língua minha p*****a. — acerto seguidas vezes meu dedo curvado dentro dela. — isso, safada... — peço vendo sua b****a pulsando, e ela tira a boca do meu c****e, apenas para morder minha coxa com força, antes de gemer trêmula, tendo seu prazer lindamente. Mesmo mole de prazer ela volta a mamar no meu p*u com gosto. Sinto minha mente nublada. Não quero gozar na sua boca por mais tentador que seja. Quero encher sua b****a com minha p***a, e com sorte ela ficará grávida de um bebê nosso. — vou gozar apenas na sua b****a gostosa. — aviso tirando ela de sobre meu corpo. Ela esta corada e levemente suada. Linda, e toda minha. Beijo sua barriga e subo até seus s***s rosados, e grandes. Beijo e sugo seus montes fartos, ouvindo seus gemidos, que faz meu p*u doer querendo se liberta. — Max... — clama em um choramingo, e me puxa pelos cabelos me obrigando a beija-lá. Minha mulher não é delicada, ela bruta assim como eu. Foi feita sobre medida para mim. Quero te-la todos os dias entregue assim nos meus braços, seus gemidos no meu ouvido, e o nossos cheiros juntos. — me deixa entrar sem c*******a em você. — peço, e ela me encara indecisa. — você sabe que estou limpo, afinal mandei todos os meus exames no cadastro para o encontro. — sim. — liberou, me fazendo rejubila de alegria, por isso. Direciono meu p*u a sua entrada, e deslizo para dentro da sua b****a extremamente apertada. Caramba, que sensação incrível, que é sentir a pele quente e úmida me envolver, fazendo subir um arrepio gostoso na minha coluna. — que b****a apertada da p***a, minha diaba. — rosno enterrado nela, sentindo suas unhas rasgando a pele das minhas costas. — quente e apertada demais. — me movo devagar, e ela me encara severa. Ela exige com força, eu obedeço. A fodo sentindo nossas peles se chocando em frenesim, nos arrepiando, nos levando ao extremo. Beijo sugo e mordo sua pele, e ela rasga a minha com selvajaria. Suas pernas enlaçalas na minha cintura, me faz ir sempre mais fundo, mas forte. Com mais força. — isso... — ela revira seus olhos, e sinto sua b****a aperta meu p*u ao ponto de não consegui mover quase nada. — harrr... — mordeu meu ombro, e seu corpo tremeu embaixo do meu, sem mais nenhum controle sobre meu prazer, jorrei fundo dentro dela. — minha diaba gostosa. — beijo sua boca sentindo pulsar dentro dela, me mantendo ali o máximo possível, garantindo que minha semente esteja fundo. — nunca liberei tanta porra... — sorri contra seus labios. — e agora que começamos. — a encaro incrédulo. — ja esta querendo desistir peste — pergunta mordendo meu labio, e sugando. — não mesmo minha diaba, só vou para de f***r você, quando não estiver mais em sã consciência. — aviso enfim me retirando dela, fecho e levanto suas pernas. — minha p***a tem que ficar dentro de você diaba. — sorri, e ela me olha em completo desentendimento. — deixa de frescura, e me chupe Max, sua língua e uma perdição. — abro suas pernas, e minha p***a escorre por sua b****a carnuda. — chupe, sinta nossos gostos misturados. Sua bocetinha esta rosada e sensível, abro bem os lábios dela e vejo o pequeno furinho por onde meu p*u entrou, contrair deixando escapar meu esperma, e o encaro hipnotizado. Levo minha língua ao seu c******s e sugo entre meus labios massageando seu pontinho sensível com minha língua, escutando ela gemer alto. Sinto meu m****o ainda sensível começar a criar vida novamente, somente com seus gemidos pelo quarto. — chupe com vontade Max! — ela puxa minha cabeça para mais junto de sua b****a. Sugo e enfio minha língua no seu canal, sentindo meu gosto, a comprovação que a fiz minha. — hhhaaaa... isso... — aperto sua cintura, enquanto ela rebola na minha cara. — mais... — beijo de língua sua b****a, estapeando suas coxas fartas, até sentir ela contrair na minha língua, arqueando suas costas. Ela sorri mole sobre a cama, linda, quero essa visão todos os dias da minha vida. Diaba que tira meu juízo, e me deixa de quatro, vulnerável aos seus desmandos. — apartir do terceiro o*****o, é que a noite começa. — diz manhosa sobre a cama. — e*****o, me banhe. — com todo prazer minha diaba. — enfio meus braços por baixo das suas pernas e costas, e ela enlaça meu pescoço com seus braços. — aproveito, e fodo você na parede do banheiro. A água quente descendo por nossos corpos nos embalou, enquanto eu a preenchia com força. Sem pena. Sem delicadeza. Me deixando enlouquecido pela forma que ela revira sua orbes verdes, banhadas de prazer. — minha diaba gostosa! — encaro ela gozando no meu p*u, suas unhas marcando meus ombros. — que b****a apertada do c*****o. — rosno sentindo ela me aperta, meu p*u pulsa com força dentro dela. — humm... — Kathe gemeu deitando a cabeça no meu ombro, enquanto eu me libertava fundo nela. — é tão gostoso sentir sua p***a quente me acertando fundo. Eu não sabia que ela poderia sentir, mas se minha diaba estava dizendo, e ainda que acha gostoso, vou garantir que ela tenha todos os dias minha p***a em todos os seus buraquinhos. Tomamos banhos, e finalmente fui delicado com ela, passando a esponja com carinho no seu corpo. Ela saio do banho antes de mim, fiquei um pouco confuso, mas entendo que ela esteja exausta. — você pode me levar em casa? — ela pergunta, enquanto arruma seu vestido para vesti-lo. Sinto meu corpo travar vendo ela querendo ir embora. Me aproximo e abraço Katharina pela cintura, beijando seu pescoço macio, se eu tiver que usar meu corpo para que ela fique, então que seja. — amanhã cedo eu prometo que te levo minha diaba. — subo minhas mãos até seus s***s, e encho as mesma com seus montes de carne macias. — ainda não estou satisfeito, e nem você. — mordisco sua orelha, sentindo sua respiração acelera. — assim fica difícil tomar alguma decisão. — ela murmura encostando sua cabeça no meu ombro, parecendo entorpecida. — porra... — chinga antes de vira-se, e me beijar com força. Nem que meu p*u fique assado, mas minha diaba não sai daqui, e preciso garantir isso. Fodemos como dois animais, mas também fizemos amor, lento e carinhoso apreciando o momento. Queria conseguir passar o restante da madrugada acordado, apenas vendo seu sono calmo, porém sei que não conseguirei. Pego a ponta do lençol que ela está deitada sobre, e junto as duas extremidades, deitando sobre as mesmas em seguida, fazendo uma pequena garantia que ela não fugirá de mim.
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