Geovanna Entrei na sala do PG e o cheiro do cigarro tentou me derrubar de novo, mas me controlei. Fui até ele, sentei em seu colo e descansei a cabeça em seu ombro, sentindo seu perfume misturado ao tabaco. — O que você tem, morena? — ele perguntou, acariciando meu cabelo com uma ternura que só mostrava para mim. — Cansada, Matheus. Muito cansada. — Já foi ao médico? — Fui. Ele pediu um exame de sangue. — Estava com saudade... — Eu também. Levantei o rosto e o beijei com vontade. O clima esquentou rápido, mas fomos interrompidos pelo Pernalonga entrando na sala para falar de um carregamento. Tranquei a porta logo atrás dele e voltamos ao nosso momento. Ali, no meio daquela sala da boca, a gente se amou como se o tempo não existisse. Saí de lá e, assim que entrei no carro, o D

