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1470 Words
Capítulo 89 Fabiene narrando Eu dei a pista falsa e eles caíram direitinho, eu estava no hospital desde ontem a noite pelos meus ferimentos, cada um valeu muito a pena, Grecco nunca a encontraria e nem mesmo descobriria que ela esta gravida, eu tinha entrado e pegado todo o resquício de qualquer coisa que ele pudesse saber que ela está grávida. Eu estava no quarto e Grecco entra, ele me encara. — Encontraram ela? – eu pergunto para ele. — Não – ele fala – eu só vim passar ver como você está, antes de ir. — Eu tentei impedir, sei lá o que passou na minha cabeça, quando eu a vi desmaiada – ele me olha – quem era aquelas pessoas? — Deve ser a mando do pai dela . — Meu Deus, o que ele vai fazer com ela? — Eu não sei – ele fala – eu vou atrás dela. — E você já sabe onde via procurar ela? – eu pergunto para ele. — Vou em todos os lugares que sei que é da residência del e- ele fala – eu vou lá, só passei para ver como você está. — Que você a encontra o quanto antes – ele me encara e assente. Ele sai de dentro do quarto e eu abro um sorriso, vendo que o plano tinha dado certo, ele nem imagina onde ela está e jamais a encontraria. Eu ligo para Jean e ele me atende. — Ela já chegou? – ele pergunta — Minha tia disse que sim. — Perfeito, estou indo para la´. — Vai deixar ela viva? — Sim – ele fala – e você o que tem de informação? — Grecco está indo em todas as suas residências – ele começa a rir — Ele nunca vai encontrar – Jean fala — Nunca – eu falo — Mandou bem Fabiene, me mantém avisado. — Pode deixar – eu falo Eu desligo o celular e abro um sorriso. Eu sempre disse que ninguém me atrapalharia, ninguém entra no meu caminho. Capítulo 90 Karina narrando Eu abro meus olhos e vejo que estou em um quarto minúsculo, eu olho para todo esse lugar e sinto um frio na espinha, eu nunca senti medo no morro como estou me sentindo nesse lugar, tinha fotos de santos para tudo que é lado, imagem de jesus cristo e cruz, parecia filme de terror. Eu me levanto e vou em direção a janela, a janela era de vidro mas com grades, todas as três, eu olho para baixo e vejo um monte de freira. O lugar tinha um jardim bonito mas cheia de santos, eu olho para baixo, vendo aquelas freiras passando de um lado para o outro. — Que ugar é esse? – eu pergunto olhando tudo muito assustada – porque eu estou aqui? A porta se abre atrás de mim e eu me viro, eu olho para ele na minha frente e ele entra e tranca a porta. — Que saudades eu estava de você minha filha – ele fala me encarando, seu sorriso irônico nasce no rosto e eu olho para ele com raiva. — Não me chame de sua filha – eu falo e ele se aproxima de mim – eu não me considero sua filha. — Estou vendo que voltou cheia de coragem – ele fala – você nunca falou comigo assim docinho. — Não me chama assim – eu olho para ele. — Você sempre gostou que eu te chamasse assim – ele fala me encarando – não é mesmo? — Eu odeio você com todas as minhas forças – eu falo e ele se aproxima — Você deveria odiar aquelas pessoas, aquele homem que te enganou – ele fala — Ele nunca fez m*l a Maria Izabel -e u falo olhando para ele – você é um monstro, um velho nojento, que a machucava, que batia nela. — Cala boca Karina – ele se aproxima de mim e me dar um t**a no rosto — Não me bata – eu falo gritando e ele me dar outro t**a no rosto e me derruba no chão. — Você nunca mais vai voltar para aquele morro e nem ver aquelas pessoas – ele fala me encarando — Você é um monstro – eu grito – você é um monstro. — A partir de agora, você vai ficar aqui – ele fala -a té ter essa criança suja que você carrega dentro de você – eu olho para ele. — Como você sabe? – eu pergunto para ele. — Após você te ressa criança e ela ficar nesse convento, você vai embora comigo. — Eu não vou embora com você nunca – eu falo – grecco vai me encontrar – ele começa a rir. — Ele não está nem ai para você – ele fala e eu me levanto. — Eu odeio você – eu vou para cima dele mas ele segura em meus braços — Você vai se arrepender por tudo que está falando – ele fala me jogando na cama e tira o cinto – eu deveria ter feito isso a muito tempo. — O que você vai fazer? – eu pergunto para ele — O que deveria ter feito a mutio tempo e Maria Izabel nunca me deixou fazer – ele fala com raiva em seus olhos. — Nojento, seu velho nojento – ele começa a me bater com o cinto, eu tento fugir, mas não consigo. Ele me segura com força e coloca a arma em meu pescoço, eu encaro ele e ele me encara. Ele coloca a arma na minha boca, e tenta empurrar ela para dentro e eu n**o com a cabeça. — Sabe – ele fala me encaranod – eu vou fazer algo que eu sempre tive vontade – ele me olha e passa a sua mão pelo meu corpo, mas eu fecho com força a minha boca para ele não colocar a arma dentro – você realmente é muito parecida com a sua mãe e isso está me deixando louco de t***o por você. – eu olho para ele com os olhos arregalados. Capítulo 91 Karina narrando As lagrimas descia sem parar pelo meu rosto, ele arrumava a sua roupa e eu o encaro com raiva, com nojo, não sabia descrever o sentimento que eu sentia nesse momento. — Você é fraca que nem ela – ele fala – sempre chorando depois. — Maria Izabel era a minha mãe? – eu olho para ele e ele em encara. — Que Deus me de paciência para aguentar até o final dessa sua gravidez – ele fala me encarando – caso ao contrário, eu mando abortar. Ele sai do quarto me deixando ali. — Seu monstro – eu falo gritando – seu monstro - mas eu não tinha força nem para levantar da cama, eu só sabia chorar. Logo a porta abre e entra uma senhora, que usava óculos, com uma camisa social e uma saia comprida, ela me encara. — O que aconteceu aqui dentro? – ela pergunta – oq eu ele fez com você? – eu puxo o lençol para me cobrir. – Karina? – ela me pergunta e eu a encaro – ele não vai mais aparecer aqui até essa criança nascer. — Quem é você? – eu pergunto para ela — Soraya – ela fala – quem vai cuidar de você até essa criança nascer. Eu olho para ela sem saber se olhava com raiva ou não, não sabia quem era ela, que lugar era esse. — Que lugar é esse? – eu pergunto — Convento de Madre Tereza – ela fala – não se preocupa, ele nunca mais vai encostar um dedo em você aqui. Não é para isso que você está aqui. — Eu quero ir embora, me deixe ir embora. — Eu não posso – ela fala – Jean é quem mantém o convento aberto, é quedar dinheiro para ele, tem milhares de crianças aqui dentro. Se eu deixar você ir embora, o que será fessas rianãs? Você o conhece e sabe que ele é capaz de m***r todos, se por acaso você sumir. Eu olho para ela e começo a chorar, aquela mulher me arruma roupas e toalhas, vem até onde eu estou e me estende a mão, eu pego em sua mão e ela me ajuda a tomar banho, eu estava desolada, eu estava m*l, eu não sabia nem descrever o que estava sentindo nesse momento. Eu só sabia chorar durante o banho, em pensar que o tempo todo eu estava com a minha mãe ao meu lado e que ele tirou ela de mim. Estava confusa em relação a Maria Izabel ser minha mãe, eu não sabia o que sentir e nem o que pensar, eu estava em pânico, totalmente em pânico.
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