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2445 Words
Capítulo 92 Grecco narrando Era uma semana procurando Karina por todos os cantos, eu já não dormia direito, não conseguia pegar no sono, só conseguia procurar pista por ela. Eu já tinha passado por todas as ccasas de Jean aqui no Rio de Janeiro e São Paul. Eu chego na ultima casa que eu tinha para ver que a gente sabia nos dois estados e desço da moto, Sampaio estava comigo. — Você deveria estar com Ester e as crianças – eu falo — Eles vão ganhar alta logo, preciso te ajudar nisso também – ele fala — Valeu Sampaio por toda ajuda. — Não precisa agradecer, estamos juntos nessa. Nos pegamos as armas e entramos para dentro, não tinha resquício de nada e nem ninguém nessa casa, ela parecia estar fechada há muito tempo, começamos a mexer nos quartos, gavetas, escritório e nada, até que encontramos uma parte secreta da casa, conseguimos arrebentar a porta e entrar para dentro e parecia ser um escritório secreto de Jean, — Tem bastante coisa aqui – Sampaio fala — Acho que vamos encontrar algo – eu falo — Vamos começar a mexer – ele fala. Começamos a procurar algo em todos os cantos dessa sala, encontramos dinheiro, muitas coisas mas nada que fosse importante. Eu não aguentava mais isso, eu prometi que a protegeria, eu prometi a Maria Izabel, prometi a Karina eprometi a mim mesmo que a protegeria com a minha vida, eu não suportaria que algo de r**m acontecesse com ela. — Encontrei uma coisa – Sampaio fala — Po qe é isso? — Uma certidão de nascimento – Sampai fala — De quem? – eiu pergunto — Da Karina – ele fala — Como assim? – eu pergunto — Melhor você ver com seus próprios olhos Ele me entrega a certidão na mão e eu encaro ela, eu olho para Sampaio. — Não pode ser verdade – eu falo para ele — E agora? – ele pergunta e me encara. — Ele vai m***r ela – eu falo para ele – ele vai m***r ela, eu tenho certeza disso, se ele foi capaz de m***r a Maria Izabel, ele vai m***r ela também. Se ela já não estiver morta. Capítulo 93 Karina narrando Esse convento era estranho de mais, parecia que a maioria das freiras eram obrigada a estarem aqui, eu não confiava nessa Soraya, não conseguia sentir verdade nela, por mais que fosse um convento, eu já tinha reconhecido alguns dos seguranças daquele velho nojento do Jean. Tinha sim muitas crianças no local, a partir dos 5,6 anos de idade, e alguns recém nascidos, mas era muita criança de verdade e todos viviam bem aqui, tinha comida sobrando, roupas, camas, era um local limpo e organizado, as crianças tinham cinema, brincadeiras, brinquedos, área de lazer, elas era bem tratadas pelo menos, mas agora o porque desse convento existir e do Jean se ro responsável por ele, eu não sei. Já passou tanta coisa na minha cabeça. — Karina – Soraya fala – coisa boa te rvocê aqui com a gente – ela me encara – achei que iria ter greve de fome por muito tempo naquele quarto. — Estou com fome – eu falo para ela. — Fique a vontade, se sente com a gente – eu olho para as outras freiras, e vejo uma grávida, ela não estava com roupa de freira e por algum momento senti semelhança dela com alguém, mas não sabia quem era. Eu me sento e uma das freiras me entrega um prato, eu me sirvo , tinha bastante fartura, eu estava uma semana nesse convento, nos primeiros dias era levada comida naquele quarto, depois só iria comer se eu saísse para vir comer com todas. Eu estava morrendo de fome, e não é para pouco, eu estava grávida esperando uma criança. A comida era deliciosa e eu começo a comer com uma vontade que só, estava morrendo de fome e parecia que não comia há semanas. — Você tem que sair do quarto mais vezes – Soraya fala e eu a encaro – aqui queremos muito que você tenha amizades. — Tem as crianças – uma freira fala – meu nome é Beatriz – eu a encaro – você vai gostar das crianças. — Podemos ver elas? – eu pergunto — Podemos ter contato com elas sim – Beatriz fala. — Os recém nascidos sempre precisam de atenção, assim como os maiores – Soraya fala me encarando. — Você está grávida? – a voz da mulher grávida soa. — Estou – eu falo — De quanto termpo? – ela pergunta — Não sei – eu respondo – e você está grávida de quanto tempo? — Estou quase ganhando – ela fala sorrindo — Vitoira já está com a gente aqui a bastante tempo, não? – Soraya pergunta e ela assente com a cabeça. — Esse lugar é bom Karina – ela fala e eu encaro ela – você vai gostar daqui também. Eu olho para ela e assinto com a cabeça, depois de comer, eu ando pelos corredores, até que encontro a ala dos recém nascidos, tinha um choro de uma criança, eu entro e vou até aquela bebê chorando, era uma menininha, tão linda, eu abro um sorriso, pego no colo e vejo que ela tinha um nome. Maria Olivia. Capítulo 94 Grecco narrando Eu estava na boca no morro do alemão, eu já tinha andado todas as 25 casas de Jean e imóveis que ele tinha no nome dele, pouca coisa a gente encontrou, além da certiaõ de nascimento da Karina, era como se Karina tivesse evaporado, o carro que usaram para rirar ela do morro, estava em nome de uma pessoa morta, não achei parente nenhum vivo para contar algo. Eu já tinha olhando todos os detalhes das câmeras de segurança, tudo, mas não tinha pegado nada, além dos homens encapzados que pegaram ela atrás da lixeira, não tinha mais pistas, não tinha para onde seguir, era como se ela tivesse evaporado, só que cada dia que passa eu tinha mais medo do que esse filho da p**a poderia fazer com ela. Eu estou há dias sem dormir direito, somente pensando nela, já tinha feito tudo que estava ao meu alcance, já tinha tesntado escutas nas casas, já tinha tentado rastrear todos os carros que tinha no nome dele, seguido seguranças, mas nada levava a lugar nenhum. Fabiene entra na boca e me encara. — Grecco – ela fala me encarando – eu trouxe alhgo para você comer, você não está comendo há dias. — Não sinto fome – eu falo — Só que se você não se alimentar, não vai conseguir ir atrás dela – ela fala me encarando. — Não consigo uma pista – eu falo para ela. — Eu te conheço muito bem, estamos aqui juntos há muitos anos, quase a vida toda – ela fala me encarando – sei que você não vai descansar até encontrar ela, porém – ela me encara – você precisar estar bem para encontrar ela, comendo, descansado, olha como você está, parecendo um zumbi. — Eu só vou descansar depois que eu encontrar ela – eu falo para ela – me deixa sozinho Fabiene, eu preciso encontrar alguma pista. — O que está vendo? — Cameras, e mais câmeras, - eu falo – me deixa por favor. — Vou deixar aqui para você – ela fala – qualquer coisa me chama. — Obrigado. Fabiene sai de dentro da boca, eu não estava com cabeça para falar ou receber alguém. Fabiene narrando Eu saio de dentro da boca nervosa, não conseguia acreditar que ele ainda estava procurando por ela, eu ligo para Jean. — O que foi? – ele pergunta — Ele só vai descansar quando encontrar ela morta – eu falo — Ela não vai morrer – ele fala — Então mata alguém no lugar dela – eu falo -porque se não, o nosso acordo não vai se cumprir. Eu desligo a chamada do telefone e respiro fundo. Capítulo 95 Jean narrando Com Fabiene e o meu outro aliado dentro do morro, tudo era mais fácil para enganar aqueles trouxas. Grecco poderia procurar até no inferno mas que ele jamais encontraria Karina, jamais ele iria imaginar que ela estaria em um convento. Ter um aliado tão forte e tão próximo de Grecco dessa forma ao meu lado, era a melhor coisa que eu poderia ter e não poderia esquecer de Fabiene. — O que vamos fazer? – Soraya pergunta — Eu não quero ela morta – eu falo — Mas Fabiene quer – ela fala — Então vamos enganar ela e Grecco – eu respondo — Como? – Soraya pergunta — Ela é sua sobrinha, mas você obedece a mim. — Sempre – ela fala – eu devo a minha vida e a vida da minha sobrinha a você. — Então – eu olho para ela – faça que ela – ele faz sinal para foto – entre trabalho de parto, tenha complicação, precisamos da criança viva e você sabe mutio bem disso. — Sim eu sei – ela fala — Depois disso, quero ela morta – eu falo para ela e ela me encara – vamos cabornizar o corpo perto do morro da rocinha, assim meu aliado lá dentro vai nos ajudar a fazer com que tudo pareça a Karina, um corpo carbonizado é difícil de reconhecer. — E como ele vai fazer o reconhecimento? – ela opergunta — Karina – eu falo para ela – os brincos, o anel, alguma coisa que ela esteja usando. Coloque no corpo da outra. — Ok. Vou providenciar isso. Soraya sai do meu escritório e eu abro um sorriso satisfeito, eu só precisava da criança, após a criança de Karina nascer, a gente sumia no mundo novamente. Eu nunca deveria ter deixado ela para trás. Capítulo 96 Karina narrando Tudo era bem estranho aqui dentro, eu andava por esse lugar e cada vez isso aqui ficava mais sinistro, eu sempre fui obrigada a frequentar a igreja católica, os cultos e mais coisas , meu pai mandava, talvez seja por isso ele tem um convento, porque além de ser psicopata, um velho nojento ele também era uma pessoa fanática pela religião. As imagens de Jesus e dos santos, era de dar medo, não era algo que a gente via nas igrejas, era algo bem assustador, e olha que eu sempre acreditei em Deus, mas hoje me questiono, se ele existe porque me fez passar e me faz passar por tudo isso? Se Maria Izabel era minha mãe, porque ela passou por tudo isso? Eu me aproximo da ala das crianças e vejo Vitoria com aquela barriga enorme brincando com as crianças, eu coloco a mão na minha barriga, imaginando que daqui alguns meses seria a minha daquele tamanho e que talvez eu nem teria a chance de criar meu filho ou minha filha, de ver seu rosto, se eu continuar nesse lugar. Durante essas quases três semanas, eu ficava na ala dos recém nascidos com a Maria Olivia, mas de lá dava para observar quase todo o jardim do convento e não tinha nem sequer uma forma de fugir desse lugar, sem contar que não tinha nada enroda a não ser apenas uma pequena estrada e uma floresta gigante em volta. Eu até tentei pensar onde a gente estava, mas já chutei ser até mesmo no meio da amazonia. Esse lugar era muito mais que sinistro. — Trouxe um chás – Uma freira fala – aceita Karina? — Não, obrigada. — Por favor aceite – ela fala – fiz com muito carinho. — Obrigada – eu falo pegando a xícara. — Vitoria – ela fala – aceita? — Aceito – ela fala sorrindo. Eu me sento em uma das poltronas e Vitoria se senta na frente, a freira larga a bandeja e vai ajeitando as crianças. — Você é do Rio de Janeiro também? – eu pergunto a ela e ela me encara — Sou – ela fala meio pensativa — Está aqui porque? — Eu não quero a criança, depois vou embora – ela me responde; — Você conhece o Jean? — Naõ – ela responde rapidamente – nunca o vi, mas já ouvi falar dele. Essa criança é filha.. — Vitoria – A freira fala – porque você não vai tomar um ar? Toda vez que Vitoira eeu tentamos conversar tinha alguém para atrapalhar ou afastar uma de nós, quando Vitoria se levanta ela coloca a mão na barriga e dar um grito. — O que foi? – eu pergunto — Minha bolsa estourou – ela fala — Chamem a Soraya – a freira fala se afastando. — Se algo acontecer comigo, proteja meu bebe – ela fala — Como? — Eu sou irmã de Grecco – ela me olha – quando encontrar ele, por favor diga que me conheceu, diga que eu estava aqui e que foi Fabiene que me mandou,. — Venha – Soraya fala – vamos . — Está doendo muito – Vitoria fala — Eu quero ir junto. — Fique aqui – Soraya fala – não deve se assustar antes da sua hora chegar. Elas levam Vitoria que vai aos gritos, elas sobem as escadas e eu vou atrás de curiosa, me aproximo da porta que estava entre aberta e fico espiando. Vitoria gritava muito e Soraya tentava empurrar a sua barriga para que saísse o bebê, Vitoria tentava empurrar ela de cima ela e nessa hora duas freira amarram as suas mãos. — Você está maluca? – uam freira fala – venha se soraya te pega aqui, ela faz sua vida um inferno – ela me puxa — O que está acontecendo? — Karina – ela fala – corremos risco de vida aqui , não se meta nisso. — O que vai acontecer com a Vitoria? – eu pergunto — O que acontece com todas as mães – ela fala – todas as mães entram grávidas, mas só as crianças ficam vivas. — Precisamos fazer algo. — Não podemos fazer nada – ela fala – se a gente tentar fazer algo, seu pai manda m***r uma das crianças. Eu olho para as crianças e engulo seco, escuto os gritos da Vitoria de longe, era h******l até que os gritos param e o choro da criança toma conta. Um sinal é tocado e os seguranças começam a passar levando eu e todas as outras freiras para dentro dos quartos, eu caminho de um lado para o outro e quando olho pela janela, vejo seguranças levando um caixão. As lagrimas desce pelo meu rosto, isso aqui era pior que um filme de terror.
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