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2525 Words
Capítulo 102 Fabiene narrando Eu paro na porta da boca e Grecco me encara, eu abro um sorriso para ele vendo que ele estava voltando ativa dentro do morro. — Estava te procurando – eu falo para ele. — Estou aqui – ele fala — Fico feliz que esteja aqui – ele me encara — O que aconteceu? – ele pergunta. — Estou sentindo sua falta – eu falo e ele me encara — Fabiene, não. — Para Grecco – eu olho para ele – você não pode mais se sacrificar, já se sacrificou uma vez. — Eu amava a Karina. — Ela não iria quer que você tivesse assim – eu falo colocando a mão sobre o seu ombro – poxa Grecco, eu gosto de você, eu amo você, sempre estive do seu lado nas horas boas e ruins – ele me encara. — Eu agradeço Fabiene. — Não me venha com essas frases prontas – eu olho para ele – você sabe que precisa de mim e eu estou aqui do seu lado sempre. — Eu sei – ele fala. — Então – ele me encara eu o encaro. Eu me sento em seu colo, ele tenta me tirar do seu colo, mas eu acabo o impedindo, segurando seus ombros, eu beijo a sua boca mas ele m*l me correspondia, mas eu insisto e ele até que me corresponde. — Eu amo você grecco – eu olho para ele – podemos construir algo juntos. — Eu não posso – ele fala tentando me tirar de cima de ele. — Por favor – eu olho para ele com os olhos cheios de lagrimas – eu só tenho você e você tem a mim, podemos nos completar, podemos fazer com que tudo que a gente passou, diminua a dor, eu amo você e você sabe disso, estou disposta a ualquer coisa. — Eu sei disso – ele fala – e eu agradeço por todo carinho e amor que sente por mim, mas eu não a amo da mesma forma. — Não tem problema – eu olho para ele -e stou disposta a deixar que o tempo faça você me amar. — Fabiene. — Grecco -e u falo para ele – você sabe que eu sou mulher para sua vida, você sabe que sou fechamento – eu ainda estava sentada em seu colo – e você não pode negar isso. – eu beijo a sua boca dessa vez. Mesmo ele retraindo, ele acaba correspondendo o meu beijo, ele passa a mão pelo meu corpo meio tímido e sem pegada, mas eu insisto, eu continuo, até que tiro a minha roupa. Grecco narrando Fabiene sai de cima de mim e ela me encara. — Poxa Grecco – eu visto a minha roupa – você podia pelo menos. — Desculpa Fabiene – eu olho para ela – mas eu não consigo. — A gente transou – ela fala – a gente já fez isso milhares de vezes, mas dessa vez, você não era o mesmo. — É que antes, eu não tinha conhecido a Karina. — Você está me dizendo que amava mais a Karina do que a Maria Izabel? – ela pergunta me encarando – porque você também amava ela e a gente ficou. — Chega Fabiene. — Desculpa – ela fala – é só que. — Eu sei não deveria ter te tratado dessa forma, você não merece – eu vejo ela com os olhos cheios de lagrimas. – A gente se ver mais tarde, deixa tudo isso apssar. Ela me olha e assente com a cabeça e sai chorando de dentro da boca, eu passo a mão pela minha cabeça. Capítulo 103 Karina narrando Eu entro na cozinha e Ana Julia me encara, ela abre um sorriso. — Karina – ela fala sorrindo — Oi – eu falo para ela – estava te procurando. — Eu imagino que sim. — Eu fiquei pensando tanto nas coisas que me disse, eu jamais julgaria a minha mãe pelas suas escolhas. — Eu sei que não – ela fala — Eu fui criada por ela muito tempo, ela nunca me disse com as palavras que ela era minha mãe, mas com os gestos, o caairnho, ela demonstrava – ela sorri – ela era uma mulher maravilhosa, me ensinou a ser forte, se não fosse ela, quando eu sai da casa do Jean, eu seria apenas uma garota inofensa. — Você é Maria Izabel todinha – ela abre um sorriso – a cor dos olhos, a garra, a forma de falar, eu tenho certeza que ela tem orgulho da filha dela. — Eu preciso de ajuda – eu falo para ela. — Se for para sair daqui, me perdoe, não posso – Ana Julia fala – eu tenho família e se caso eu de um passo em falso, é minha família que é crucificada. — Eu jamais pediria algo que fosse prejudicar outras pessoas – eu falo para ela – mas eu só precisava avisar Grecco que quem pode saber de tudo, é a Fabiene. — Fabiene? – ela pergunta — É – euf alo – esse é o nome dela. — Karina – ela me encara – esqueça isso. — Porque? – eu pergunto para ela. — Fabiene, é sobrinha da Soraya – eu a encaro — O que? – eu pergunto para ela – como assim? — Nunca mais fale o nome dela aqui dentro, se alguém escutar , estamos ferradas – ela fala – Soraya mata e morre por essa sobrinha, Fabiene tem uma parcela muita alta aqui dentro do convento, ela manda e desmanda. — Ela é o tempo todo a inimiga. — Essa mulher é muito pior do que você pode imaginar – ela fala – quando ela aparece nesse convento, é somente para – eu a encaro — Somente para o que? — Para pegar as crianças que ela vende para o exterior – ela fala — É por isos que Soraya quer saber o s**o do meu bebê – eu falo para ela com os olhos cheios de lagrimas – você precisa me ajudar a avisar Grecco. — Fabiene, deve estar em cima dele o tempo todo – ela fala – ela é uma cobra , e qualquer passo em falso, ela vai saber que ele sabe do convento, e ai não vão pensar duas vezes em te m***r e m***r o Jonas, filho de Vitoria. Eu olho para ela com os olhos arregalados, ela me entrega um chá e algumas bolachas, eu sento na cadeira e logo entra outras freiras e eu finjo que estou ali apenas comendo. Ela é uma vagabudna, Fabiene é a maior filha da p**a que eu já conheci na vida, ela dar certo com jean, dois filhos da p**a que se merecem. E realmente Ana Julia está certa, ela deve estar que nem carniça em cima de Grecco querendo qualquer informação, colhendo qualquer informação. Eu passo a mão na minha barriga, talvez zeu teria que achar uma forma sozinha de sair desse lugar e salvar meu bebê e Jonas. Capítulo 104 Karina narrando 4 meses depois.... Eu estava de quase 36 semanas, eu estava esperando um menino, em todos esses meses aqui dentro, eu tinha tentado achar diversas formas de fugir, mas nunca encontrei. Jonas e Maria Olivia, já estão espertos, brincando e já me reconheciam toda vez que eu aparecia para ver eles e isso era todos os dias, eles eram o meu passa tempo. Todos os dias eu me ajoelhava e pedia que Deus e Maria Izabel cuidasse de mim e do meu bebê, e que de alguma forma Grecco descobrisse onde eu estava, que me tirasse daqui, eu não queria dar a luz nesse lugar, eu não queria perder meu bebê, eu não queria mais ficar aqui. As crianças me davam forças, porque caso ao contrário, Eu fico na janela da ala dos bebês olhando para baixo, eu ainda tinha esperança de encontrar algo, alguma saída. — Não deveria estar aqui com as crianças – Soraya fala – você precisa descansar, a qualquer momento pode entrar em trabalho de parto. — Estou de 36 semanas ainda – eu respondo. — Essa criança irá nascer em menos de 4 semana s- ela fala – não temos mais tempo a perder, são ordens do seu pai. — Ele não é meu pai – eu falo para ela. — Você entendeu – ela fala – vá descansar, deixa que as freiras cuidam das crianças. Eu tinha pegado um ódio tão enorme por Soraya, eu saio dali e vou andando e pela primeira vez eu vejo o escritório dela aberto, eu entro e procuro por algo e encontro um celular, eu coloco no bolso e saio do escritório e vou andando até o quarto, o celular tinha senha e eu precisava descobrir qual era. Tento diversas senhas e nada, eu precisava desbloquear esse celular para falar com Grecco. Grecco narrando — Depois de quase cinco meses as crianças vão vir para casa – Sampaio fala. — Que felicdad e- Joca fala – e eu procurando minha filha. — Vamos encontrar ela – eu falo para ele – nem que seja a ultima coisa que a gente faça. — Agora, c om as crianças no morro e Ester de volta – Sampaio fala – vamos ir até o final nisso. As coisas ficaram meio parados porque a bebê de Ester e Sampaio quase morreu duas vezes, foi bem sinistro a coisa, Sampaio estava totalmente perdido em relação ao morro nesses meses, preocupado com os filhos e a gente entendia. Ouve a morte de Karina, o sumiço de Alana, tanta coisa junto. — Ainda bem que eu te encontrei – Fabiene fala assim que eu saio da boca — O que ouve? – eu pergunto para ela. — Eu estou grávida – ela fala me encarando — Grávida? – eu pergunto para ela. — O filho é seu – ela fala afirmando e me entrega um exame eeu encaro – você sabe depois que a gente transou aquele dia, transamos mais algumas vezes e eu só estava com você. Vamos ter um filho Grecco. Eu olho para ela sem acreditar em suas palavras. Capítulo 105 Fabiene narrando Ele me olha super confuso e eu encaro ele tentando demonstrar que eu também estava confusa com tudo isso. — Você está falando que você está grávida? – ele pergunta – quer dizer, é o que está dizendo nesse exame. — Estou grávida Grecco – eu afirmo para ele – ey estou grávida – ele me encara – eu sei que está nervoso, eu também estou. Imagina se um dia eu pensei que seria mãe. — Está de quanto tempo? – ele pergunta — Quase 4 meses – eu falo para ele – eu até achei loucura quando fui fazer o ultrassom, não tinha sintomas nem nada, mas realmente eu estou grávida. — Um filho – ele fala — Você sabe que eu jamais mentiria para você. — Eu sei que não está me enganando – ele fala – mas é algo que nem eu imaginei que aconteceria isso. — A gente sempre se cuidou, se protegeu – eu falo – mas aquele dia. — Eu sei o que rolou aquele dia – ele afirma me encarando — E agora? – eu pergunto para ele – o que vai ser de mim? – ele me encara – eu não tenho ninguém, não tenho família, não tenho nninguem – eu começo a chorar – como vou fazer com essa criança? Me sinto perdida aos 30 e poucos anos de idade e ainda por cima grávoda. — Eu jamais vou te deixar desamparada – ele fala – é um susto, para você e para mim. Eu não imaginei que seria pai. — E nem eu mãe – eu olho para ele – pensa a minha situação, como eu estou. — Vai ficar tudo bem – ele fala – eu vou estar do seu lado – ele passa a mão pelo meu rosto – se a gente não souber, vamos aprender junto – eu abro um sorriso para ele. — Você não vai me abandonar sozinha? — Eu jamais faria isso – ele fala – eu só preciso de um tempo para digerir a situação toda, eu tenho que ir para o morro da Rocinha. — Eu te espero para a gente conversar? – eu pergunto para ele. — Isso – ele fala – a gente se ver mais tarde. E ai a gente conversa melhor. Grecco tinha levado um susto mas era isso que eu queria mesmo, eu passo a mão pela minha barriga eabro um sorriso. Ele estava caindo na minha conversa e iria cair que nem um cachorrinho. Capítulo 106 Grecco narrando Eu tinha passado o dia no morro da Rocinha resolvendo várias coisas, quando retornei , fui direto para casa de Ester e Sampaio. — Como eles estão grandes – eu falo vendo os dois. — Estão – ester fala sorrindo – e agora estão saudáveis e salvos, eu não conseguia mais aguentar toda a situação, ver meus pequenos naquele hospital, tão frágil. — Agora eles estão em casa – Kaiane fala – e nada vai tirar eles daqui. — Isso é – Sampaio fala – nossos herdeiros estão aqui. O futuro ou a futura dona. — Eu quero que ela tenha sangue nos olhos – Ester fala – quero ver ela sabe querendo liderar isso aqui também, mas sem guerra obvio. — Meu Deus – Sampaio fala – as crianças estão chegando em casa e você já pensando, — Você chamou eles de herdeiros – eu falo sorrindo – só completei o que eu penso. — Se eu contar para vocês que eu fiquei sabendo hoje que serei pai. — O que? – Ester me encara — Fabiene está grávida. — Aquela p**a es´ta grávida e está dizendo que é de você? – Ester pergunta – Fala sério Grecco, ela transa com Deus e o mundo. — Nos últimos meses não, eu conheço ela a vida toda e eu confio nela. — Então será pai? – ester pergunta – e a morte de Karina? — Ela está morta. — E você acredita nisso? – Ester pergunta – olha, eu estava por fora do morro por causa dos meus filhos, mas eu sou uma pessoa que não acredito nem um pouco na morte dela. — Ela era – eu falo — Tem certeza? – ela pergunta me encarando – posso estar fala ndo a verdade, mas acho que você não deveria ter aceitado tão fácil, que aquela garota lá era a Karina. — Calma – Sampaio fala – calma Ester. — Me perdoa Grecco, não quero que você fique m*l por estar falando isso, eu quero sua felicidade, mas não confio em Fabiene, não acredito nela e nem mesmo na sua bondade, fique de olho, você vai criar filho dos outros. — Não estou bravo com você – eu falo pasra ela e ela abre um sorriso – respeito você e a sua opnião. — Espero que não seja burro a ponto de acredita rnaquela v*******a – Ester fala.
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