Capítulo Seis

1350 Words
Alan e Ana não conseguiram dormir direito. Ela rolou na cama a noite inteira, estava ansiosa demais para revê-lo. Alan não pode deixar de pensar naquela mulher, o jeito dela, o rosto, os cabelos, os olhos, ele realmente não estava errado quando pensava na voz dela que deveria ser uma mulher muito bonita, tinha o corpo escultural e não saía dos seus pensamentos, tentou rezar, porém foi em vão. Quando o dia amanhaeceu ele deu graças a Deus, fez suas orações da manhã e desceu encontrou a mãe e a ajudou a preparar o café ele tentava manter sua mente ocupada só para não pensar naquela mulher. Rita: Dormiu bem, filho? Alan: Não consegui dormir direito. Não disse nenhuma mentira, mas não revelaria o motivo da sua insônia. Rita: O que foi? Pergunto estudando as feições do seu filho. Alan: Nada, só estava pensando em umas coisas. Desconversou e não demorou muito para que o pai e as irmãs se juntassem a eles. Linda: Bom dia, família! Rita: Bom dia, meu amor! Linda: É bom te ter em casa, maninho. Mayra: Concordo! Alan: É bom estar aqui com vocês. Disse e todos se sentaram para o desjejum. Rita pediu que Alan abençoasse a refeição e fizesse uma oração e ele atendeu o pedido da mãe. Rita: Bom, eu preciso ir ao mercado para comprar umas coisas que faltam para o almoço. Linda: Mãe, já que a senhora vai poderia comprar para mim umas coisas para fazer uma sobremesa? Rita: Claro, querida! Linda: Vou pegar a lista que tem o que preciso. Disse indo até a sala e pegando o bloco de anotações e destacando. - Aqui! Entregou a mãe. Rita: Filha, você saber fazer isso? Disse olhando para o papel Mayra: É claro que ela não sabe! Alan: Se aventurando na cozinha agora ? Perguntou rindo porque todos sabiam que ela era péssima em culinária. Linda: Na verdade, A Ana vai me ajudar! Disse sorridente. Mayra: Você fica explorando a Ana. Linda: Não exploro não, ela só me dá uma dicas e me ajuda. Alan: Então quer dizer que a Ana se interessa pela gastronomia? Perguntou realmente interessado. Mayra: Ela cozinha muito bem, Nossa, uma vez ela fez um assado que só de lembrar dá água na boca. Rita: Sempre digo a ela que o marido dela será um homem de sorte. Disse sorrindo e Alan se incomodou ao imaginar Ana casada com outro homem. Linda: Daqui a pouco ela está aqui, você poderá tirar suas dúvidas e aproveitar para conhecê-la melhor. Disse maliciosa e Alan abaixou a cabeça querendo fugir dos olhos da sua mãe que estudava as reações dele e de Linda, não havia gostado da insinuação de Linda, mas como a mesma era sempre provocadora deixou passar. As horas se passaram e Ana após uma noite r**m onde não conseguiu dormir só pensando em Alan, se arrumou e tomou café com os pais. Eles iriam para casa de uns amigos do pai dela. Ana se arrumou colocou um short bege e uma camiseta de renda branca, uma sandália de salto não tão alto e os cabelos trançados. Mari: Está linda, minha filha! Ana: Obrigada, mamãe. Ela se Despediu dos pais e colocou sua bolsa no carro, assim que entrou olhou no retrovisor e conferiu sua maquiagem, estava perfeita, uma maquiagem leve e simples, estava perfeito para um almoço em amigos. Passou em uma confeitaria comprou uma torta de framboesa que ela adorava e tinha certeza que todos iriam gostar também. Alan estava impaciente achava que Ana estava demorando demais. A mãe já havia te voltado do mercado e preparava o almoço, ouviu a campainha tocar e quando se levantou para atender viu Linda passar como um furacão pela sala. Linda: ANA! gritou a amiga e a abraçou Ana: Calma, linda. Assim você me derruba no chão. Disse sentindo a amiga a apertar. Linda: Preciso da sua ajuda! Disse chorosa. Ana: Sabia que tinha algo nessa afobação toda. Disse rindo Linda: Eu sou a droga na cozinha! Fez drama. Disse e puxando a amiga para que entrasse e ela viu Alan em pé na sala com os braços cruzados e um sorriso nos lábios. Em seguida Linda voltou correndo para a cozinha tinha deixado uma panela no fogo. Alan: Oi Ana! Ana: Oi Padre Alan! Alan: Me chama só de Alan! Ana: Tudo bem, Alan! Disse sorrindo Alan: Melhor! A Linda passou a manhã toda te esperando para fazer um doce que não sei o nome. Eles riram Ana: Trouxe uma torta de framboesa eu espero que gostem. Disse e ele pegou as sacolas Alan: Não precisava se incomodar. Venha, vamos lá para a cozinha. Disse a abraçando pelos ombros e ela sentiu que as pernas iriam fraquejar ao sentir as mão dele na sua pele. Ele não estava diferente no pouco que sentiu a pele dela em contato com a sua sentiu o corpo esquentar. Pode sentir a maciez da pele dela e teve vontade de toca-la o corpo todo. Ana ajudava Linda a fazer a sobremesa e. Alan a olhava encantado não só pelo talento dela na cozinha como pela paciência, a concentração que ela tinha. O jeito carinhoso ele só enxergava qualidades naquele anjo. Depois que Ana ajudou Linda. Mayra e Linda foram tomar um banho antes de almoçarem. Alonso estava a sala junto com Ulisses e Rita na cozinha. Foi então que Alan chamou Ana para ficarem na área da piscina. Alan: Você tem muito talento na cozinha, Ana. Elogiou Ana: Sempre gostei de cozinhar, aprendi com a minha mãe e minha avó. Alan: Entendi, o que você faz? Trabalha em que? Ana: Trabalho na empresa do meu pai, sou administradora. Alan: Gosta dos números! Disse divertido. Ana: Sim e você? Digo, se não fosse padre qual profissão exerceria? Alan: Advocacia. Disse sem pestanejar. Ana: Uma bela profissão. E como foi a escolha pelo sacerdócio? Você me parece muito novo e já é padre. Alan: Sim, entrei para o seminário muito cedo. Ana: Então sempre teve certeza de que era isso que queria? Alan: Na verdade, não. Eu sempre fiquei em dúvida tive um namoro rápido antes de entrar para o seminário, mas depois vi que minha mãe tinha razão. Ana: Espera, está me dizendo que é padre por causa da sua mãe? Perguntou sem acreditar. Alan: Não foi bem assim, no início eu não quis, mas ela fez uma promessa e eu quis cumprir e eu gosto do sacerdócio. Ana: Alan, me desculpa ser invasiva, não conheço sua história, mas gosto de ser sincera, isso me parece tão errado. Disse sincera Alan: Errado? Perguntou sem entender Ana: Sim, quando você me disse isso eu não vejo que foi da sua vontade, sabe o que eu reparei? Ele negou com a cabeça -Você ao falar que queria ser advogado seus olhos brilharam o que não aconteceu quando disse que gosta de ser padre. Ele ficou sem ter o que responder então Ana seguiu. - Você não pode pagar por uma promessa que era da sua mãe, nunca seremos felizes por abdicar dos nossos sonhos por causa dos outros, mesmo que essas pessoas sejam nossos pais, o que eu observo é que você se acostumou com a vida que tem, mas acho que Deus não estaria feliz ao ver que não é de sua vontade servi-lo, ele não quer um servo infeliz, Alan. Disse por enfim e ele ficou ali refletindo tudo o que havia dito. Alan: Como você conseguiu fazer essa leitura de mim em tão pouco tempo que me conhece? Nem minhas irmãs me falaram isso. Ana: Não sei, eu só observei seu olhos e o jeito que eles ficaram enquanto você falava. Disse corando. Alan: Você fica linda quando cora. Disse no automático. Eles se aproximaram ainda mais um do outro com os rosto praticamente colados Ana: Você me deixa constrangida desse jeito. Disse baixinho sentindo Alan acariciar seu rosto Alan: Não fique. Disse sussurrando Ana: Alan.... Disse fechando os olhos e ele se aproximou para juntar seus lábios ao dela Alan: Ana... Disse fechando os olhos pronto para beija-la. - ALAN!
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