Chinara caminhou até o quarto com o coração apertado. A ordem tinha vindo direta: abrir a porta de Sol. Ela destrancou devagar. Assim que a porta se abriu, Sol praticamente avançou. — Cadê a Jamila?! — perguntou, desesperada. Chinara não conseguiu segurar. As lágrimas vieram na hora. — Levaram ela… — disse, com a voz falhando. — Sua mãe mandou… e… bateu nela… O rosto de Sol perdeu a cor. — Não… — sussurrou. Sem pensar duas vezes, ela saiu correndo pelo corredor. Sol foi direto até o feitor, que estava do lado de fora, tentando manter a rotina como se nada tivesse acontecido. — Onde tá a Jamila?! — exigiu, ofegante. Ele olhou para ela, sério. — Ela tá isolada. — Você fez isso com ela?! — acusou, com os olhos cheios de lágrimas. O feitor respondeu firme: — Não. Sol travou.

