Capítulo 47 - Pecados a mesa

1135 Words
Niel, que havia se aproximado discretamente, agora intervinha, o rosto marcado pela dor. — Droga, cara, não faz isso, não. Deixa ela em paz! — Niel também parecia desolado, com o coração visivelmente partido. Mia se sentiu m*l por ele também. Ela sabia que os trigêmeos tinham sentimentos por ela, e no passado, ela teve sentimentos por eles também, de uma forma que nem ela conseguia entender porque correspondia a eles, a complexidade de sua própria natureza dividida. Gael, o terceiro trigêmeo, chegou perto de Axel, o olhar mais calmo, mas igualmente carregado de preocupação. Ele tentou puxar o irmão pelo outro braço: — Vamos, Axel, deixa isso pra lá, irmão. FLASHBACK DO PASSADO Era mais uma das confraternizações da família, estavam todos ali: familiares, parentes, amigos íntimos. A mesa enorme estava posta com pratos fumegantes, a churrasqueira gourmet exalava aromas de carne e especiarias, e o alfa Nathanael se deliciava com a bagunça alegre típica de um churrasco: cerveja, risadas e pagode ao fundo, tudo em perfeita harmonia familiar, como ele amava, ele sempre convidava todos para estarem ali, as vezes ele até fazia roda de música com instrumentos e cantava seus pagodes preferidos. Ao redor, todos pareciam felizes, mas Mia sentia um aperto no peito. Ela sabia que Bryan não estava fingindo. Mesmo cercado por familiares e amigos, ele aproveitava qualquer oportunidade para tocar, provocar e marcar presença sobre ela. O braço dele contornava seu pescoço de forma possessiva, aproximando o corpo do dela, enquanto a mão deslizava levemente pela coxa, provocando arrepios que Mia tentava disfarçar. O braço de Bryan envolvia o pescoço de Mia com firmeza, aproximando os corpos, enquanto a mão dele deslizava pela coxa dela, provocando arrepios que Mia tentava disfarçar. As mãos audaciosas dele caminhavam com precisão, indo em uma direção perigosa demais, em direção ao centro dela, que já estava quente e molhado. O corpo dela respondia a ele, mesmo sem ela querer, e então ele tocou com os dedos sob a calcinha dela. Mia estremeceu com o toque. Ela segurou a mão dele por baixo da mesa, tentando impedir os movimentos dele, e o encarou, quase o beijando, com os rostos perto demais. Ele não parou; os dedos ágeis afastaram a aba da calcinha dela para o lado e afundaram dentro dela. Mia arfou: — "Minha nossa... você tá louco", ela sussurrou. Quem olhasse de longe acharia que ela estava prestes a beijar ele. E os dedos dele não paravam, acariciando a i********e dela, ele estava do dois dedos dentro dela, e ela estava totalmente molhada sentido o penetrar, fazendo Mia morder os lábios e revirar os olhos sem querer. – "Não adianta tentar esconder, baby, você me quer, não é ?" murmurou Bryan perto do ouvido dela, a voz baixa e carregada de desejo, metade ameaça, metade confissão. Ele inclinou-se ainda mais, roçando os lábios no pescoço dela, e acrescentou, com um tom provocativo: — Se você quiser, amor, podemos ir pro quarto agora... é só você pedir... Mia engoliu seco, sentindo o calor subir pelo corpo. O toque insistente dentro dela de Bryan, os sussurros provocativos, a proximidade e os arrepios — tudo indicava que, mesmo dizendo que não, ele a queria inteira para si. Cada movimento dele a lembrava de que não havia como se esconder daquele desejo intrínseco, da possessividade que ele exibia sem medo. Por alguns segundos, Mia permitiu-se esquecer a confusão, a culpa e até mesmo os trigêmeos. Entre o sol poente, a brisa do mar e a borda infinita da piscina, ela era dele, e ele fazia questão de que ela soubesse disso a cada toque e cada palavra sussurrada. Mia queria acreditar que controlava suas emoções, mantendo as aparências com Bryan enquanto tentava um relacionamento verdadeiro com os trigêmeos. Contudo, ao sentir o toque e os sussurros de Bryan, percebeu que sua ilusão estava se desfazendo. Ela sabia que um dia eles se casariam e teriam filhos, e isso a fazia questionar como poderia ter um relacionamento real com Axel, Niel ou Gael. Seu coração lutava entre culpa e desejo, mas o desejo por Bryan era irresistível. Apesar das suas tentativas de racionalizar e imaginar um futuro com os trigêmeos, a verdade era clara: Bryan pertencia a ela de um jeito único. Assim, cercada pela brisa do mar e risos familiares, Mia sentiu que, por breves momentos, estava onde devia, mesmo que isso a lembrasse das impossibilidades à sua frente. Os braços de Bryan ainda envolvia o pescoço de Mia, a mão deslizando provocativamente pela coxa dela, deixo da mesa quando Mia estremecendo de t***o estava prestes a chegar no clímax os dedos dele dentro dela a torturavam, os braços fortes dele a envolvendo, Bryan sentindo que ela ia explodir se inclina a beija, os lábios de Mia se abriram automaticamente e a língua o recebeu sem receio e ele a abraçou a envolvendo totalmente com o corpo musculoso dele, sufocando com a boca o gemido e o tremor do orgasmo que causava nela, como se fosse um gesto de carinho pra quem olhava e então ela se derramou de forma silenciosa, ele foi voraz é inteligente, ninguém percebeu oque estava acontecendo, pelo menos ninguém entendeu, só acharam que eles estavam em um momento de casal mais não sabiam que ele tinha acabado de fazer ela gozar só com dedos e provocações, ele tirou os dedos de dentro dela e os lambeu com um sorriso vitorioso nos lábios: — Deliciosa, como sempre. Ele sussurra para ela, Mia ainda tremia, o corpo tentando se recompor da intensidade do que ele tinha acabado de provocar nela. Bryan levou os dedos à boca, saboreando-a com um olhar escuro e satisfeito, antes de sussurrar perto demais: — Pode tentar recomeçar, Mia. Pode correr pra longe, se esconder nos braços de outro... fingir que era destino estar com ele.Ele inclinou a cabeça, o sorriso torto carregado de veneno e desejo. — Mas você não consegue ficar longe de mim. Eu ainda ouço o som que você fez agora. Ainda sinto você se desfazendo por mim... E, no fundo, você pode fingir que era ele, mas sabe tão bem quanto eu que nunca foi. Satisfeito consigo mesmo, ele se levantou para pegar uma cerveja. Enquanto isso, Mia m*l conseguia respirar, seus olhos fixos nele, sentindo cada um de seus movimentos. Ela ainda arfava, os tremores do orgasmo recente ainda percorrendo seu corpo, quando sua irmã, bem à sua frente, perguntou: — Tá tudo bem, Mia? Surpresa com a pergunta e ainda tentando se recompor, Mia respondeu rapidamente, enquanto tentava disfarçar a situação: — Sim, está tudo bem, eu só... estou com calor, hoje está quente, né? Com um riso nervoso, ela se abanou para tentar esconder seu constrangimento. E então aconteceu a confusão , enquanto Mia tentava se recuperar o barulho estourou no ar.
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