Carol Narrando
Assim que Lopes entrou na garagem, ele nem perdeu tempo. O carro parou, tudo escuro ao redor, mas eu nem quis olhar onde a gente tava. O foco era outro. Nem preciso de apresentações. Ele olhou meus documentos já veio me chamado de Carol, eu li a identificação dele Lopes. Tá nítido o nosso corpo do nosso olhar o que nós queremos.
Ele apertou meu corpo com força, me mantendo encaixada nele, e travou o carro com uma das mãos. A outra já deslizava pela minha coxa, subindo até segurar minha b***a firme.
— Desce do carro assim mesmo, gostosa… — Ele rosnou, puxando meu cabelo pra trás, fazendo eu olhar pra ele.
Mordi o pescoço dele, sentindo o cheiro da pele quente, a respiração dele acelerada no meu ouvido.
— Tá com pressa, doutor?
— Tô com tesãø, pørra… Vou te pegar de jeito.
Ele saiu do carro comigo no colo, ainda encaixada nele, e foi arrancando meu sapato no meio do caminho. Chutou a porta pra dentro, me levou direto pro sofá e caiu sentado comigo ainda montada nele.
— Pørra, tu me enlouquece, Carol…
Apoiei os joelhos no sofá, sentindo a pegada dele, firme, possessiva, enquanto eu começava a subir e descer no colo dele. Ele segurou minha cintura, guiando meu movimento, os olhos cravados em mim.
— Isso, rebola gostoso… — Ele puxou minha cintura pra baixo, forçando meu corpo pra baixo, me fazendo engolir ele até o talo.
Senti a boca quente dele tomar um dos meus p****s, chupandø forte enquanto eu gemia e acelerava os movimentos.
— Assim, pørra… Isso… — Ele rosnou contra minha pele, a língua brincando no meu mamilo enquanto as mãos apertavam minha bünda, me puxando mais pra perto, mais fundo.
Eu já sentia meu corpo inteiro pegando fogo, e Lopes, pørra, ele sabia exatamente como me levar ao limite.
— Aí, que delícia... Tu føde gostoso demais... — gemi, subindo e descendo numa velocidade insana.
Senti minha bøceta contrair, prendendo ele dentro de mim. Ele apertou ainda mais a minha bünda e mordeu meu mamilø, arrancando um arfar pesado dos meus lábios.
— Quero te comer olhando pra essa pørra, dessa bøceta gulosa. — Ele falou com a voz rouca, segurando firme nas minhas tranças antes de me puxar pra um beijo bruto.
Num movimento rápido, levantou comigo no colo e me empurrou na direção da mesa, derrubando tudo no chão sem nem se importar.
Me deitou em cima da mesa, ainda fundo dentro de mim. As mãos firmes nos meus peitøs, apertando, enquanto eu enroscava as pernas ao redor do corpo dele, trazendo pra mais perto. Ele continuou metendo fundo, meu corpo deslizando na madeira enquanto ele me segurava pelos seiös, sem piedade.
— Putä que pariu, tu é uma bandïda feiticeira do caralhø... — Ele falou como se soubesse exatamente quem eu era.
Mordi os lábios, sentindo cada estocada dele, cada movimento bruto e intenso.
— Eu só ia sair pra curtir uma noitada... — falei entre gemidos, arrastando as unhas pelas costas dele. — Tô aqui curtindo uma paülada...
Ele soltou uma risada grave, sem diminuir o ritmo. Seus olhos estavam cravados nos meus, cheios de desejo e posse. Uma das mãos desceu até o meu clitórïs, e ele começou a dar leves puxões, arrancando de mim um gemido ainda mais alto.
— Caralhø... Lopes.....
— Gøza pra mim, gostosa. Gøza melando meu paü, quero sentir ele deslizar com a sua lubrificação — ele rosnou, com os dedos ainda atolados no meu clitórïs.
— Quero sentir você me enchendo dessa sua pørra gostosa — gemi, tentando falar.
Ele segurou meu pescoço, apertando de leve enquanto me olhava com aquele sorrisinho safadø no canto da boca.
— Essa é a tua sentença, bandïda... Tá ligada que, da próxima vez, vai ser paulada de novo, né?
— Se for pra te encontrar, faço questão de empinar minha moto todo dia... — soltei, mordendo o lábio e puxando ele ainda mais pra mim.
Eu tava quase tendo a pørra de um orgasmø, quando Lopes riu baixo, só que não perdeu tempo. Me virou de bruços, colocando de barriga sobre a mesa, puxando minha cintura pra cima, me deixando toda exposta pra ele.
— Então já aprende... Quer adrenalina? Vou te ensinar o que é viver no perigo de verdade.
Ele apertou minhas costas, prensando meus peitös contra a mesa. Com uma mão me segurando firme, deu um tapa de um lado, enquanto enrijecia o corpo e começava a entrar mais fundo.
— Olha pra você, toda molhadinha, já esperando a punição... — Ele grunhiu, dando outro tapa na minha bünda.
Eu deslizei ficando na ponta da mesa, rebolando contra ele, querendo mais, precisando sentir ele ainda mais fundo.
— Pørra, Lopes... Assim tu me vicia...
Ele riu, puxando meu cabelo e mordendo minha nuca antes de acelerar os movimentos.
— Tarde demais, bandïda... Agora tu já tá ferrada.
E eu estava mesmo. Mas, sinceramente? Se fosse pra ser desse jeito, eu tava disposta a pagar o preço todo dia.
— Pode bater, bate com vontade, quanto mais você me castiga, mais eu quero te sentir. — Fala, rebolando e forçando a minha b***a pra trás.
— Bandïda tu é um pecado. — Senti ele pulsar mais forte, a minha intimïdade travou. Nós dois estávamos no ponto de explodir. Ele saiu de dentro de mim, me puxando para os seus braços.
— Tu tá brincando com a minha cara. — Falei, cruzando a perna ao redor do corpo dele. Eu senti os braços dele ao meu redor e ele levou a mão por baixo, roçando a cabeça do paü dele na minha entrada.
— Vou te dar tudo, bandïda safadä. — Me abraçou no pescoço, forçando meu corpo para baixo, engolindo ele por completo.
Começamos a andar pela casa, entrando no quarto. Ele entra direto pro banheiro, ligando o chuveiro e me prensa na parede. O barulho dos nossos corpos se chocando e a água espirrando ecoa pelo cômodo pequeno.
Aquela tensão toda na rua, o susto da blitz, fez a gente explodir de um jeito que nem eu mesma sabia que dava pra sentir. O corpo dele tava queimando contra o meu, e a pressão daquelas mãos me apertando, me puxando mais pra perto, era o que eu mais queria naquele momento. Eu não conseguia parar de gemer, de sentir cada toque dele, cada pressão, e ele também não parava de soltar palavras que só me deixavam mais insana.
— Tá gostando do trampo novo seu polícia? — Perguntei provocando ele.
— Estou amando prender bandïda safadä e gulosa. — Ele fala e eu dou aquela contraída aprendendo o paü dele dentro da minha bucetä.
— Caralhø....Vai, bandïda... Grita pra mim, vai, fala que quer... — Ele sussurrava no meu ouvido, a voz rouca e quente, me fazendo querer mais.
Eu não respondia. Só sentia. Ele tava dentro de mim de novo, e a mistura da adrenalina, o calor de tudo isso, a tensão da blitz e o desejo, tudo isso me deixava ainda mais fora de controle.
— Tu gosta, né? Gosta de ser minha, de sentir isso aqui... — Ele continuava, me deixando ainda mais enlouquecida, e eu só conseguia me mover com ele, sentir ele, pedir mais.
— Não para... não para... — Eu não conseguia mais formar frases, só palavras soltas, tudo o que eu conseguia pensar era ele e a sensação do corpo dele, quente, forte e imbatível.
Ele me apertou mais contra a parede do banheiro, os corpos colados, e eu não conseguia mais respirar direito, só sentia o calor, os batimentos, os movimentos.
— Tu é um vício... uma perdição, bandïda... — Ele gritou, e ao mesmo tempo me puxava com força, me jogando contra ele, me fazendo ir até o fim, até a explosão.
Eu não tinha mais controle de nada. Estava completamente entregue ao que estávamos vivendo. Ele estava tão furioso quanto eu, sentindo o mesmo. Aquela blitz de trânsito parecia coisa de outro mundo agora, e só restava nós dois, a nossa fúria e o desejo maluco tomando conta.
— Vai, bandïda... Gøza pra mim! — Ele grita, me segurando com força, me colocando no chão.
Eu apoio as mãos na parede, me virando de costas para ele, sentindo o calor dele atrás de mim.
— Não para, vai fundo! — Eu gemi alto, sentindo ele roçar o paü dele na minha entrada antes de entrar de novo.
Ele puxa com força, me fazendo gemer mais ainda.
— Tu gosta assim, né? Grita, vai! — Ele manda, batendo forte.
— Ai, pørra! Isso! — Eu não consigo mais segurar, os gemidos saem sem controle.
— Mais forte, caralhø! — Ele ordena, empurrando ainda mais forte, me fazendo perder o fôlego.
— Não para! Eu tô perto! — Eu grito, sentindo que vou explodir.
— Vai ser agora, bandïda, vem comigo... — Ele rosna, e os dois vamos ao limite, meu corpo todo tremendo.
Eu perdi as forças das pernas, ele me puxou para os braços dele, ainda arfando, me segurando enquanto nos acalmamos.
Continua...