Capítulo 25 Carol

1123 Words
Carol Narrando O carro tava todo fechado, o vidro embaçado, o cheiro de sexø e desejo preenchendo o espaço apertado. Meu corpo tava quente, os músculos tremendo de tanta vontade. E quando Lopes me segurou pela cintura e encaixou de novo, entrando firme, fundo, eu só consegui revirar os olhos e gemer alto. Era isso. Era exatamente isso que eu queria. Minhas unhas cravaram nos ombros dele enquanto ele ia e vinha, cada investida fazendo meu corpo inteiro vibrar. O suor escorria pela pele dele, a respiração pesada, os gemidos roucos saindo da boca dele me deixando ainda mais louca. — Caralhø… — rosnou contra meu pescoço, mordendo de leve antes de me puxar mais pra ele. Abri um sorriso de pura maldade, rebolando devagar antes de jogar a provocação que sabia que ia deixar ele ainda mais doido. — Sair pra curtir a caça seria a minha última opção… Mas aí como a primeira… Então me føde, negãoo. Putä que pariu! — Falei entre gemidos com a voz carregada desejo. Os olhos dele brilharam, escuros, intensos. O maxilar travou, e antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, ele me virou no banco, me colocando de quatro. — Tá pedindo, né, bandïda? Então aguenta. Segurou minha cintura e meteu fundo, arrancando um gemido alto meu. Meu corpo inteiro tremeu, a cabeça tombando pra frente, o prazer explodindo a cada estocada firme e funda. Ele não tava pegando leve. Ele tava me fødendo como se precisasse daquilo tanto quanto eu. — Pørra… Isso… Assim! — Eu gritei, rebolando contra ele, sentindo cada centímetro dele me preencher, enquanto ele segurava meu quadril e acelerava os movimentos, me levando direto pro meu próximo orgasmö. O oxigênio já tava no alto, meus gemidos ecoando dentro do carro abafado, e Lopes rosnava no meu ouvido, a voz grave, cheia de t***o e posse. — Tá sentindo, bandïda? Eu te pegando do jeito que tu gosta… Eu só consegui gemer, porque ele socava fundo, cada estocada mais intensa que a outra, arrancando de mim um prazer que me fazia perder o controle. — Putä que pariu, negãoo… Assim… Isso! — Meu corpo inteiro tremia, o calor subindo, a explosão chegando rápido demais. Lopes segurou minha cintura com força, acelerou as investidas, o corpo dele tenso, suado, quente contra o meu. — Pørra, morena… — Ele gemeu rouco, afundando ainda mais até explodir dentro de mim. O choque de prazer me levou junto, meu corpo inteiro se desfazendo enquanto eu gemia alto, me entregando completamente pra ele. Mas Lopes não tava satisfeito. Ele saiu de dentro de mim, me puxou pelo cabelo e me colocou de quatro no banco. — Ainda não acabei contigo, bandïda. Eu sorri, safadä, empinando mais pra ele. — Então me pega, meu policial gostoso. Ele rosnou, segurando minha cintura e me preenchendo de novo, dessa vez com um ritmo lento, profundo, os quadris dançando contra a minha b***a. — Minha bandïda gostosa… Toda minha… Eu rebolava contra ele, sentindo cada centímetro dele me enlouquecer mais uma vez. — Toda tua, Lopes… Me føde direitinho… E ele obedeceu. Lopes tava ajoelhado no assoalho do carro, segurando minhas coxas enquanto saía de dentro de mim devagar, me fazendo sentir cada centímetro dele saindo. Meu corpo ainda tremia, e a respiração tava pesada. Mas ele não tava com pressa. Ele levantou a mão, enfiou nos meus cabelos e puxou minhas tranças pra trás, me fazendo olhar direto pra ele. O olhar dele tava carregado de tesãoo e posse, escuro, intenso. — Que foi, doutor? — provoquei, mordendo o lábio. Ele deslizou a mão pela minha bünda, apertando, analisando cada detalhe. — Tô gostando da visão — ele disse, a voz rouca, enquanto o olhar percorria meu corpo. Dei um sorriso malicioso, empinando mais pra ele. — É mesmo? E o que tu mais tá gostando? Ele passou a língua nos lábios, os olhos queimando sobre mim. — Do jeito que tu ficou toda entregue pra mim. Do jeito que minha marca tá em você. Mordi o lábio, provocando. — E agora, a gente faz o quê? Lopes riu baixo, se jogando no banco, passando a mão na cara suada. — Agora, a gente vai pra casa. Levantei uma sobrancelha, já cheia de más intenções. Subi no colo dele sem cerimônia, encaixando o paü na minha entrada, fazendo ele gemer baixo. — Vamos mesmo? — murmurei, rebolando devagar. Ele segurou minha cintura, os dedos apertando minha pele com força. — Carol… — Dirige, policial — sussurrei no ouvido dele, passando os braços ao redor do pescoço e deitando a cabeça de lado. — Tu é uma filha da püta mesmo, uma bandïda gostosa. — Ele xingou baixinho, mas ligou o carro. Quando ele acelerou, comecei a subir e descer devagar, sentindo cada movimento. — Tu é doida, né? — E tu ama isso — rebati, gemendo baixinho no ouvido dele. Ele segurou minha cintura com uma mão e a outra foi pro volante. — Tu vai me matar, mulher… — Relaxa, doutor… Só aproveita a viagem. E continuei montada nele, levando ele ao limite enquanto ele dirigia pela noite do Rio. Eu continuava rebolando devagar, sentindo cada centímetro dele me preenchendo, enquanto o carro deslizava pela rua. Lopes tava com uma mão na minha bünda, apertando firme, e a outra no volante, mantendo o controle da direção. Dei um sorriso malicioso e me inclinei no ouvido dele, gemendo baixinho antes de perguntar: — Será que tem chance de alguma blitz parar a gente? Ele rosnou baixo, a respiração pesada, os olhos fixos na estrada, mas o corpo inteiro reagindo ao meu. — Eu quero ver quem vai ser o filho da püta do policial que vai conseguir me parar… — A voz dele saiu grossa, carregada de t***o. Acelerei meus movimentos, subindo e descendo com mais força, sentindo o impacto do meu peitö batendo contra o dele. Lopes gemeu alto, segurando minha bünda com mais firmeza, guiando meus movimentos do jeito que queria. — Fala de novo… — provoquei, mordendo o lábio, os olhos fixos nos dele. Ele apertou ainda mais, os dedos cravando na minha pele. — Ninguém vai me parar, pørra… Tu tá me deixando louco, Carol… — E eu adoro te vê assim, doutor… Lopes rosnou de novo, afundando a boca no meu pescoço, chupändo forte enquanto acelerava o carro. Meu corpo inteiro vibrava, e eu soltei um gemido mais alto, jogando a cabeça pra trás. — Putä que pariu… Assim eu vou gøzar, caralhø… — ele rosnou contra minha pele. — Então gøza pra mim, meu policial gostoso… Ele segurou minha nuca, puxando meu rosto pra perto, colando nossos lábios num beijo intenso e faminto, enquanto o carro seguia pela noite do Rio. Continua...
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