Lopes Narrando
Dirigi por alguns minutos, a mão dela ainda quente no meu colo, os dedos provocando, apertando de leve. O trânsito da madrugada era leve, mas eu não via nada além da estrada e do reflexo dela no vidro. Morena. Tranças. Vestido vermelho colado no corpo. A mesma que tinha me provocado na blitz, trocado números, me feito perder a cabeça.
A mesma que agora tava aqui, dentro da minha viatura, pronta pra tudo.
Parei num beco escuro, longe dos olhares, longe do mundo. Desliguei o carro e o silêncio caiu pesado. Só a respiração dos dois, acelerada, quente.
Larguei o volante e puxei ela pra mim sem pensar duas vezes. Já tava segurando a vontade fazia tempo, mas agora não tinha mais farda, nem serviço, nem blitz. Só tinha eu e ela, trancados dentro dessa viatura, num jogo que a gente já sabia onde ia dar.
Minhas mãos deslizaram pelas pernas dela, subindo rápido, sentindo a pele quente e macia. Toquei os ombros. Abaixei as alças do vestido vermelho de uma vez, deixando os p****s livres, e não perdi tempo. Segurei um com força, apertando na palma da mão enquanto abocanhava o outro, sugando, mordiscando, ouvindo o gemido baixo que escapou da boca dela.
— Nossa, tu é um baita gostoso. — Ela falou toda safada e manhosa.
— Toda bandïda é safadä assim? — Rosnei contra a pele dela.
Ela deu aquela rebolada no meu colo, uma roçada cabulosa que me fez gemer baixo.
— Só com quem merece, doutor.
Ela grudou no meu pescoço, os lábios famintos procurando os meus, e quando encontrou, me beijou com aquela urgência que fez meu p*u pulsar ainda mais. Era língua, dente, desejo puro. Ela mordeu meu lábio inferior, puxou de leve, e eu perdi o pouco de razão que me restava.
— Está me provocando desde a pørra da primeira blitz, né? — murmurei contra a boca dela, apertando a cintura, puxando ela ainda mais pra cima de mim.
Ela riu, a voz rouca, maliciosa.
— E tu segurou bem, doutor... Mas agora não precisa mais segurar nada.
Segurei a nuca dela, puxando os cabelos enquanto descia a boca pelo pescoço, sentindo o cheiro, o gosto de pele quente. Minhas mãos deslizaram pra coxa dela, subindo devagar. Rocei o dedo na lateral do vestido, procurei a p***a da calcinha e não achei. Subi mais um pouco e deslizei pro meio, tocando a b****a dela, que já estava molhada e sem nada cobrindo.
— Tu tava na caça, filha da putä. — Rosnei, passando a língua pelo pescoço dela, enquanto meu dedo ainda deslizava devagar entre as pernas dela.
Ela rebolou no meu colo, pressionando o corpo contra o meu, e eu gemi baixo, sentindo a tortura que era ter ela assim, pronta, querendo, precisando.
— Então vamos ver do que você é capaz, bandida... — sussurrei no ouvido dela, antes de virar o jogo e tomá-la de vez.
Quando ela desceu da moto naquela blitz, com aquele vestido vermelho colado no corpo e o salto alto fazendo aquele barulho no asfalto, meu p*u já ficou em alerta. "p**a que pariu", eu pensei na hora. E o jeito dela, afrontoso, com aquela marra sensualizando e me provocando, só ajudou.
Agora, com ela no meu colo dentro da viatura, o jogo era outro. Minhas mãos trabalhavam firme, uma apertando os p****s dela, sentindo a pele quente, a outra descendo pelas coxas, puxando mais pra cima, sentindo o calor entre as pernas dela. Minha boca colada na dela, sugando, mordiscando, sentindo o gosto que já tava me viciando.
Ela jogou o corpo um pouco pra trás, encostando as costas no volante, e a mão dela desceu certeira, abrindo minha calça sem cerimônia. Me olhou no olho, um sorriso malicioso nos lábios antes de puxar meu p*u pra fora.
— Hum… Isso que tava me chamando a atenção desde a blitz? — ela provocou, passando a mão devagar, apertando, testando o peso na palma.
Soltei um gemido baixo, apertando o c******s dela com os dedos que ainda estavam lá dentro.
— E tu não tava se exibindo pra me deixar assim, não?
Ela riu, mordendo o lábio, os dedos deslizando lentamente, explorando cada centímetro enquanto a outra mão dela cravava no meu ombro.
— Talvez eu só quisesse saber se você aguentava o tranco, doutor…
Passei a língua nos lábios, minha respiração já pesada.
— Então descobre logo, antes que eu perca a paciência…
Ela riu de novo, mas dessa vez, inclinou o corpo, descendo devagar, pronta pra fazer exatamente isso.
Segurei firme a cintura dela e girei o corpo dela com facilidade, colocando ela de joelhos no banco do passageiro. Assim que ela se ajeitou, jogou o cabelo de lado, me encarando com aquele olhar safadø que fazia meu sangue ferver. Ela saiu do meu colo, foi pro banco do carona.
Sem perder tempo, tirei o colete, puxei a camisa por cima da cabeça e abaixei as calças, deixando meu paü livre, duro, pulsando na direção dela. Carol nem hesitou. Segurou minha base com firmeza e passou a língua devagar, provocando, me torturando.
— Você gosta de brincar, né? — murmurei, a voz rouca de t***o, jogando a cabeça pra trás quando senti a boca dela finalmente me envolver.
Ela respondeu sugando com força, descendo até o limite, engolindo meu paü até eu soltar um gemido pesado. Minha mão foi direto pro cabelo dela, segurando firme, guiando os movimentos enquanto ela me chüpava com vontade, a língua pressionando cada parte, a boca quente sugando forte.
— Caralhø, Carol… — rosnei entre dentes, sentindo meu corpo todo esquentar.
Ela gemeu com a boca cheia, aumentando ainda mais minha excitação. Alternava entre lambidas lentas e chüpadas intensas, o olhar dela fixo no meu, cheia de malícia, sabendo exatamente o que tava fazendo comigo.
— Que boquinha gostosa, hein… — Passei a língua nos lábios, sentindo meu p*u latejar dentro da boca dela.
Ela aprofundou mais, acelerando o ritmo, me fazendo segurar ainda mais forte o cabelo dela. Eu tava perto do meu limite, sentia cada músculo do meu corpo tenso, o prazer subindo rápido.
— Pørra, assim tu me mata, bandïda… — soltei, jogando a cabeça pra trás, completamente entregue ao talento dela.
Meu corpo inteiro tava em chamas, cada sucção dela me levando mais perto do limite. Carol sabia o que tava fazendo, gemia baixinho, me provocando, rodando a cabeça enquanto me chüpava com aquela boca quente e macia.
— Pørra, Carol… — Rosnei, segurando firme o cabelo dela, guiando os movimentos, sentindo a pressão aumentar.
Ela acelerou, a língua deslizando, os lábios sugando forte, me torturando até meu corpo inteiro se tensionar. Meus gemidos saíram baixos, pesados, e eu perdi o controle quando ela aprofundou ainda mais, engolindo tudo sem parar.
— Caralhø! — Soltei entre dentes, explodindo na boca dela.
Carol engoliu tudo, me olhando de baixo, os olhos brilhando de malícia. Passou a língua nos lábios, limpando qualquer vestígio, e sorriu de lado, convencida do efeito que tinha sobre mim.
— Agora tu tá mais relaxado, né, doutor?
Soltei um riso rouco, segurando ela pela nuca e puxando pra um beijo intenso.
— Relaxado nada, agora é minha vez de brincar, bandïda.
Antes que ela falasse qualquer coisa, me mexi rápido, deitando um dos bancos e puxando ela pra cima de mim. Ela sorriu, jogando o cabelo de lado, a respiração acelerada quando minhas mãos foram direto pro vestido dela.
— Tá com pressa, é?
— Já deu pra perceber que eu não gosto de perder tempo. — Murmurei contra a boca dela, abrindo o zíper e puxando a peça pra fora de uma vez.
Ri baixo, encarando ela com malícia. Então, sem aviso, girei nossos corpos, ela ficando por baixo, e deslizei pelo corpo dela, espalhando beijos quentes pela barriga, descendo devagar até me encaixar entre as pernas dela.
— Agora eu quero ver tu implorar de verdade.
— Isso… pørra, Lopes… — Gemeu baixinho, se contorcendo, me implorando sem precisar de palavras.
Senti um arrepio subir pela minha espinha, vendo ela aqui, entregue, me provocando, me pedindo.
— Agora tu vai ver o que é bom de verdade, bandïda… — Sussurrei, pronto pra tomar ela de vez.
Segurei firme na cintura dela, os olhos fixos na expressão de puro desejo enquanto meus dedos deslizavam entre as pernas dela, sentindo o calor e a umidade.
— Putä que pariu. — Carol gemeu baixinho, jogando a cabeça pra trás, mordendo o lábio.
— Está entregue assim, bandida? — murmurei, deslizando os dedos mais fundo, sentindo ela rebolar contra minha mão.
Ela sorriu de lado, safadä.
— E tu não queria que eu estivesse?
Carol abriu mais as pernas, me desafiando, enquanto eu segurava firme suas coxas e passava a língua devagar, apenas um toque leve, provocando, sentindo ela se contorcer.
— Lopes… — Ela gemeu, impaciente.
— Calma, bandïda… — Sussurrei contra a bøceta sensível, antes de aprofundar o toque, sugando devagar, a língua brincando com o clitórïs dela.
— Isso… assim… pørra… — A voz dela veio rouca, desesperada.
Senti as coxas dela apertarem meu rosto, o corpo dela tenso, se preparando pra desabar. Acelerei os movimentos, sugando com força, a língua pressionando o ponto certo, e então, senti o corpo dela explodir, um gemido arrastado escapando enquanto ela gøzava forte, se contorcendo nos meus braços.
Quando ela relaxou, respirei fundo, satisfeito, subindo devagar pelo corpo dela, beijando sua boca com um gosto misturado de desejo e vitória.
— Agora sim, bandïda… Agora tu tá no jeito pra mim.
Beijei ela com vontade, segurando sua cintura e sentindo o corpo ainda tremendo depois do que eu tinha acabado de fazer. Meu p*u já tava pulsando de novo, duro, pronto pra tomar ela aqui mesmo. Mas não ia ser só aqui.
Passei a mão pela nuca dela, puxando os cabelos pra trás e sussurrei contra sua boca:
— Vou entrar em você aqui… Mas eu quero você lá na minha casa, gemendo entre quatro paredes, entendendo direitinho quem manda nessa p***a.
Carol mordeu o lábio, os olhos brilhando de malícia.
— Então me mostra se tu dá conta, doutor.
Soltei um riso baixo, encaixando a ponta do meu paü na entrada dela e empurrando devagar, sentindo ela se abrir, quente, apertada, molhada pra mim.
— Isso… me føde gostoso, Lopes… — Ela pediu gemendo alto, cravando as unhas nos meus ombros.
E foi exatamente o que eu fiz.
Continua...