Capítulo 21 Zeus

1059 Words
Zeus Narrando A boca dela ainda tava molhada do beijo, os olhos brilhando com aquele misto de safadeza e amor que só a Janete tinha. Meu paü já na entrada dela, latejando igual coração de passarinho, querendo entrar feito doido. — Caralhø, Janete, que pørra de abraço foi esse que essa sua b****a acabou de dar no meu paü? — rosnei a frase de novo, me movendo num vai e vem, sentindo a bøceta dela contrair ao redor do meu paü. Ela riu, aquele riso baixo que sempre me deixava mais doido. — Abraço de saudade, leão. Tava com falta de você aí dentro. — Ela falou fechando o olhar inclinando a cabeça pra trás curtindo o meu paü fundo dentro dela Passei a mão no cabelo dela, puxando de leve, fazendo ela abrir os olhos e olhar nos meus olhos. — Saudade é føda, mas agora vou matar essa saudade do jeito que você gosta. Tirei ele quase todo de dentro dela e empurrei devagar, sentindo ela se abrir centímetro por centímetro. p**a que pariu. Que sensação. Ela apertando, me engolindo, me puxando pra dentro igual imã. Fechei os olhos por um segundo, só pra sentir o calor, a umidade, o jeito que ela já tava toda molhada me esperando. — Caralhø, Janete — rosnei, enterrando até o fundo. — Toda vez é a mesma coisa. Toda vez parece a primeira. Ela gemeu baixo, as unhas já subindo pelas minhas costas. — É porque você sabe onde apertar, leão. Sabe onde mexer. Comecei a meter. Devagar no começo, sentindo cada pedaço, cada reação dela. Ela revidava, rebolando embaixo de mim, acompanhando o ritmo que eu dava. Os p****s dela balançavam, os olhos fixos nos meus, a boca entreaberta soltando gemido baixo. — Velho safadø — ela murmurou, mordendo o lábio. Ri, metendo mais fundo. — Velho é o caralhø. Velho é meu passado. Tarado é meu paü por essa bøceta gulosa. — Rosnei me afundando ainda mais dentro dela. Ela sorriu, mas o sorriso virou gemido quando eu acelerei. Meti com mais força, mais raiva, mais t***o. As unhas dela rasgaram minhas costas, a dor misturada com prazer, me deixando mais louco ainda. — Isso, Janete… me arranha. Mostra que é minha. — Sou, leão. Toda sua. Sempre fui. Aumentei o ritmo, a cama rangendo que nem louca, a cabeceira batendo na parede. A respiração dos dois já tava pesada, ofegante, misturada no ar quente do quarto. Ela gemia alto, sem vergonha, a cara virada pro lado, os olhos meio fechados de t***o. Puxei ela pelas pernas, mudando o ângulo, enterrando mais fundo ainda. Ela gemeu mais alto, as mãos apertando os lençóis. — Assim, amor… assim… mais fundo… — Mais fundo que isso só se eu entrar na tua alma, mulher. Ela riu, mas o riso morreu na garganta quando eu enfiei com tudo. Senti ela apertar, o corpo inteiro tremer, os olhos revirarem. — Tá perto, leão… tô quase… — Então vai. Vem comigo. Acelerei, sem pena, metendo com tudo, sentindo o tesãø subindo igual onda. Ela gemeu meu nome, as unhas cravando mais fundo nas minhas costas, o corpo todo tenso. — AMOR! Explodi junto com ela, o urro saindo rouco da garganta, o corpo inteiro tremendo, derramando tudo dentro dela. Ela apertou, sugou, levou cada gota, enquanto os dois se sacudiam no prazer. Fiquei ofegante, sentindo o coração bater forte no peito. O corpo dela ainda tremia embaixo de mim, as pernas bambas, a respiração leve. Mas não acabou. Nunca acabava numa só. Saí de dentro dela devagar, vi o mel escorrendo, misturado com a minha pørra, escorrendo pela coxa dela. Meu paü duro feito pedra mesmo depois de gøzar, ele pulsou, pedindo mais. — Vira. De quatro. — Ordenei e ela obedeceu na hora, se virando de bruços, empinando aquela bundä redonda que me enlouquece há trinta anos. Passei a mão, apertando, sentindo a maciez. Depois dei um tapa, a carne tremendo. — Safadä gostosa do caralhø. Ela riu, olhando por cima do ombro. — E você, velho tarado? — Eu amo afundar meu paü nessa sua bøceta. Mas já te dei o papo, velho é meu passado. Tarado é meu paü nessa sua bøceta. Entrei de novo, sem cerimônia. Ela gemeu abafado, enterrando a cara no travesseiro. Meti com força, sem pena, do jeito que ela gostava. O som da pele batendo na pele enchia o quarto, misturado com os gemidos abafados dela e minha respiração pesada. — Enterra a cara mesmo — rosnei, metendo mais fundo. — Não quero ninguém ouvindo você gemer, só eu. Ela obedeceu, mas os gemidos escapavam mesmo assim, altos, gostosos, me levando ao limite. As mãos dela apertavam os lençóis, os dedos brancos de tanta força. Eu metia, metia, metia, sentindo ela se apertar cada vez mais, se preparando pro próximo orgasmo. — Toma safadä, toma paü do teu marido. Eu sei que tu ama, levar paulada. — Rosnei entredente segurando o quadril dela puxando pra trás. — Amor... hum que delícia. — Ela soltou entre os gemidos com a voz falhada de tesãø. Dei outro tapa na bundä, a carne tremendo, ela gemendo mais alto. — Tá gostando, safadä? — Tô, leão… tô… não para… Não parei. Acelerei, fui com tudo, sentindo o corpo dela tremer, as pernas bambas, os gemidos abafados ficando mais agudos. Ela tava perto de novo. Eu também. — Vai, Janete… gøza nesse paü… Ela gozøu primeiro, o corpo inteiro sacudindo, os gemidos altos mesmo abafados pelo travesseiro. Senti ela apertar, sugar, me puxar pro fundo. Aí fui junto, gøzando de novo, esvaziando tudo dentro dela. — Agora sim, caralhø... — urrei que nem bicho. Ela desabou e eu desabei por cima. Fiquei deitado em cima dela, os dois ofegantes, suados, exaustos. O coração batia forte, a respiração leve, o corpo mole que nem criança. Ela virou o rosto de lado, me olhando com aqueles olhos brilhando. — Vamos tomar um banho e descer, leão. A Carol tá esperando por você. Soltei um riso cansado, beijando o ombro dela. — Deixa ela esperar mais um pouco. — Amor… — Tô brincando, mulher. Vamos. Levantei, puxei ela junto, os dois rindo que nem adolescente. A Carol me esperava pra arquitetar a melhor defesa. Porque aquele desgraçado quer guerra? Então ele vai ter guerra. Mas por enquanto, eu tinha vencido a minha. Continua...
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