Janete Narrando
Vamos começar do início? Meu nome é Janete. Mas não aquela Janete qualquer, não. Sou a mulher do Zeus, mãe da Carol, e a única pessoa nesse mundo que consegue fazer o homem mais temido do Rio perder a linha e pedir por mais.
Tenho 52 anos, mas pareço uns 40. Morena, 1,60 de pura determinação, 60 cm de cintura e pernas torneadas que ainda fazem o meu homem perder o fôlego quando passo de vestido curto. Meu cabelo vive entre os cachos e o rastafari — porque eu amo trançar igual minha filha, mas também gosto de sentir os cachos soltos no vento. É meu jeito de ser: metade liberdade, metade raiz.
Não sou cria do Dendê. Isso é o que mais surpreende quando contam minha história. Eu era do asfalto. Leblon, apartamento com vista, pai empresário, mãe socialite. Subi o morro uma vez, num baile, com uma amiga que morava aqui. Sabe o que eu vi? Vi um homem. Grande, pretø, olhar de quem já viu tudo e não tem medo de nada. Ele me olhou de um jeito que nenhum playboy da Zona Sul tinha coragem de olhar. Como se eu fosse o prêmio e a guerra ao mesmo tempo.
Nunca mais desci.
Meus pais surtaram, óbvio. Minha mãe chorou, meu pai ameaçou me deserdar. A sociedade apontou o dedo. Mas eu? Eu só sabia que tinha encontrado meu lugar. E trinta anos depois, com aliança no dedo e uma filha no comando do morro, eu sei que escolhi certo.
A Carol… ah, a Carol. Ela tem o espírito aventureiro que o Zeus tanto reclama. E sabe de quem ela puxou? Dos dois. Imagina duas pessoas sem limites, mas não no sentido r**m. No sentido de que quando colocam uma coisa na cabeça, vão e fazem. Ela juntou a minha teimosia de asfalto com a coragem do pai. Explosão pura.
Criamos ela com instrução, com ensinamento do certo. Não é agora, já maior de idade, que ela vai meter os pés pelas mãos. Pelo menos é o que a gente espera.
— Bora subir, que eu quero essa bøceta na minha cara. — Ele voltou a repetir, levantando um pouco o corpo e ajeitando a calça dele.
— Vamos, meu pretø gostoso!
Ele não esperou nem eu falar de novo, me pegou no colo e começou a subir as escadas comigo, a respiração quente no meu pescoço.
Ri baixo, mordendo o lábio.
— Tá com pressa, leão? — perguntei sentindo o corpo esquentar.
— Pressa é o caralhø. Tô com fome.
Foi quando a porta da frente bateu.
— Coroa, cheguei! — a voz da Carol ecoou na sala.
Zeus parou no meio da escada, eu ainda no colo dele. Ele fechou a cara, a mão apertando minha coxa.
— Aguenta aí, porque agora eu preciso resolver um bagulho. — Ele rosnou com a voz grave carregada de tesãø.
Passei a mão no peito dele, sentindo o coração acelerado.
— Amor, você chamou ela. Vamos conversar com a menina. — Falei e ele me olhou, os olhos escuros brilhando com uma mistura de desejo e impaciência.
— A única conversa que eu quero agora é a minha boca na sua bøceta. E depois, o meu paü em diálogo com essa bøceta gostosa que não cansa de ser penetrada por mim.
Antes que eu pudesse responder, ele subiu o resto da escada comigo no colo, entrou no quarto e bateu a porta com o pé. A chave girou na fechadura num movimento seco.
— Amor, a Carol…
— Ela espera.
Ele me deitou na cama com uma delicadeza que contrastava com a urgência nos olhos. A mão dele subiu pela minha coxa, por baixo do vestido, e puxou a calcinha de uma vez. Jogou pro lado, nem viu onde caiu.
Molhou o dedo na boca devagar, os olhos fixos nos meus, me provocando. Depois desceu a mão e introduziu na minha bøceta sem cerimônia, enquanto a outra mão já começou estimular meu clitórïs em círculos lentos e precisos.
Arqueei as costas na cama, um gemido escapando.
— Assim… amor…
Ele sorriu, safadø, e desceu o corpo. A boca quente substituiu os dedos, a língua encontrando o caminho com a i********e de trinta anos. Ele me chupava como quem conhece cada centímetro, cada ponto sensível, cada jeito de me fazer perder a razão.
— Meu deus… — gemi, as mãos enterrando nos cabelos grisalhos dele. — Assim, leão… não para…
Ele aprofundou a língua, sugando com força, me levando ao limite num ritmo que só ele sabia. O mundo lá fora deixou de existir. A Carol, o mandado, o juiz, tudo sumiu. Só existia a boca dele, a língua, os dedos, e o prazer subindo igual maré.
— Nossa amor! Só você pra meter uma dessa, esse horário. — Falei entre os gemidos sentindo o dedo dele dentro de mim e a língua sugando meu clitórïs.
A mão dele foi pro pé da minha barriga, enquanto a boca engolia meu c******s como se ele estivesse num beijo de língua. Senti meu corpo todo enrijecer, o t***o aumentar junto com os movimentos dele. A língua dançava, provocava, sugava, me levando pro limite num ritmo que só ele sabia.
— Meu deus… — gemi, as mãos enterrando nos cabelos grisalhos dele. — Assim, leão… não para…
Ele aprofundou a língua, sugando com força. Não existe mais nada, só ó existe a boca dele, a língua, os dedos, e o prazer subindo igual maré.
— Amor… — o grito saiu quando o orgasmø explodiu, meu corpo inteiro tremendo, as unhas cravando no couro cabeludo dele. — AMOR!
Ele não parou. Continuou chupandø, me esticando no prazer até a última onda passar. Quando levantou o rosto, os lábios molhados, os olhos brilhando, eu já tava mole que nem criança.
— Só você, Janete — ele murmurou, subindo pra me beijar. — Só você me faz esquecer do mundo.
— Eu sei, leão. Eu sei.
— Só você, Janete — ele murmurou, subindo pra me beijar.
Ele se levantou um pouco, tirou a camisa de uma vez, revelando o peito largo, os braços fortes, o corpo que o tempo não conseguiu destruir. Depois puxou a calça e a cueca juntas, o paü dele saltando livre, duro, brilhando na ponta, ainda do gozø e da minha boca.
Voltou pra cima de mim, o corpo quente colado no meu. Passou a cabeça do paü na minha entrada, devagar, provocando, me fazendo arrepiar inteira.
— Tá quente assim me esperando, safadä? — ele perguntou, a voz rouca, dando uma batida leve com a ponta no meu clitórïs.
— Só você, Zeus — respondi, puxando ele pelos ombros. — Só você.
Ele sorriu, aqueles olhos de fera brilhando, e se preparou pra entrar. Com força e com gosto e eu doida pra receber o paü dele gostoso.
— Caralhø, Janete, que pørra de abraço foi esse que essa sua bøceta acabou de dar no meu paü.
Continua...