O meu batimento cardíaco acelera quando o nosso para. Fico ali sentada, com as mãos no colo, até a porta se abrir. — O que devo fazer? Pergunto a Vlad enquanto ele fecha a porta assim que saio do carro. Ele olha para mim com uma expressão que estou quase convencida de que é simpatia, embora eu provavelmente esteja apenas projetando a minha própria ansiedade no mesmo olhar vazio que ele sempre usa. — A família está reunida lá. Diz ele, apontando com o queixo. — Nós vamos levá-la. Não é o que eu realmente pretendia. Eu meio que esperava que ele abrisse um grande sorriso compreensivo, me abraçasse e me dissesse para ir viver, livre como um pássaro, com o meu bebê em algum lugar longe daqui. Uma ideia ilusória, obviamente. Eu me pergunto se Vlad sabe o que é um abraço. Sigo ele e Olhos A

