O rosto da minha prima está contorcido numa careta aterrorizada, seus olhos arregalados, em pânico e cheios de lágrimas. Ele murmura baixinho, implorando por sua vida, os seus olhos passando entre mim e Arte. O soldado segura o corpo dela na frente dele. O seu braço está apertado em volta do pescoço de Tami enquanto a suas mãos suadas agarram nervosamente a arma que ele pressiona contra a sua têmpora. — Leonid. Arte diz, certificando-se de ficar bem na minha frente. — Não me surpreende. O rosto do homem se contorce numa careta. — Dê mais um passo e eu vou explodir os seus miolos. — Não! Eu grito quando Tamara solta um grito angustiado, mais lágrimas escorrendo por seu rosto. — Cale a boca. Leonid bufa, apertando Tamara com mais força. Ela está tremendo, chorando ininteligivelmente,

