Eu corro ao redor do sofá, o meu olhar vagando entre o meu atacante e o chão. Onde dia*bos está aquela faca? Então vejo a lâmina brilhando na porta que dá para a sacada e corro em direção a ela. — Pare! A fúria na voz do soldado me obriga a parar. Quando eu olho para ele, ele está de pé, sua arma apontada para mim. — Eu não estou mais jogando a por*ra do seu jogo. Ele sussurra. — Se você der mais um passo, eu atiro. — E o seu chefe vai ficar feliz com isso? Eu pergunto. Honestamente, não sei se o tio de Arte vai se importar, mas esses homens invadiram aqui hoje com a intenção de fazer prisioneiros. Se o objetivo final é nos matar, tenho certeza que eu já estaria morta. — Ele vai cuidar disso. O meu atacante cospe. — O que é mais uma pu*ta morta? Estremeço com as suas palavras, en

