Eu me acomodo um pouco mais perto dele no sofá e coloco a minha mão sobre a dele. — Não. Eu digo tão firmemente quanto posso transmitir. — Não é. — Isso é muito legal da sua parte. Ele diz. Ele se obriga a sorrir. — Mas eu sei que é. Ela já superou isso há muito tempo. Ela não passa os dias pensando em mim. — Você não sabe disso. — Sim, eu sei. — Você tem que encontrar a garota certa. Eu argumento. Eu nem sei se estou certa. Eu só queria dizer algo remotamente esperançoso. — Talvez seja isso. Cilian ri. — Talvez eu tenha que encontrar a minha Esme. Eu coro um pouco e me recosto no sofá, tentando não fugir noite adentro procurando por Arte. Provavelmente já se passaram quinze minutos desde que ela saiu, mas sinto que uma hora se passou sentada aqui. — Ele vai ficar bem, Esme. Diz

