Capítulo 156

2112 Words

Muralha narrando Eu saí de casa com a Bárbara colada no meu lado, com o coração fervendo, mas a cabeça gelada como gelo seco. Cada passo que eu dava, cada batida do meu coração, era guiado por uma única coisa: acerto de contas. Eu não tava ali pra latir, eu tava pra morder. E morder fundo. O mundo pode até pensar que vingança cega. Mas eu não. Eu vejo com clareza quando a traição respira perto de mim. E hoje… hoje era dia de abrir o peito e encarar o inimigo como homem. Sem esconderijo, sem joguinho, sem enrolação. Homem de verdade olha no olho. E eu ia olhar. Assim que cheguei na boca, nem cumprimentei ninguém. Fui direto pra minha sala, liguei o computador e comecei a rastrear tudo que podia. Mas, é claro, o filha da p**a usou um celular descartável. Ele achou que tava jogando com um

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