— Em breve vou inundar você, Sarah. Ele sussurrou para mim, dando tapinhas no lugar mais ínti*mo com a palma da mão: os seus dedos circularam lentamente o meu c**t*óris através do fino tecido de algodão. — Deve ser desconfortável andar de bermuda molhada, não é? Arte perguntou com a voz quebrada de luxúria. — Pare de me olhar assim, senão ela nunca vai secar! Sussurrei fingindo ofensa. Sim, porque eu estava me molhando só de olhar para os seus olhos inimaginavelmente neg*ros e desavergonhados, e já estava impotente diante da nossa atração doentia. Estou cansada de lutar. Arte ergueu as sobrancelhas, me dando um sorriso atrevido. — Por que você não me beijou uma vez sequer nesses dias, Arte? Colocando as palmas das mãos nos seus ombros, tentei encontrar pelo menos algum ponto de apoio,

