Inclinando-me, toquei Sarah com a minha testa, enredando os meus dedos numa nuvem de cabelos molhados, brancos como a neve, inalando o seu perfume. — Dói tanto… Ela fungou, mergulhando em todo o meu comprimento. — O que devo fazer com você, Sarah? A julgar pelo riacho escarlate escorrendo por sua coxa, ela estava definitivamente rasgada. — Bem, apenas o padrão-ouro da perda da inocência. Afastei-me um pouco e olhei nos olhos dela. Havia lágrimas neles. Bem, é isso, minha menina. Eu estava sendo o primeiro homem da vida dela. — Dói, Arte... — Mas não é fatal, é? — E se for fatal...E ela olhou com medo para as coxas manchadas de sangue. — Caso você esteja planejando seriamente morrer, saiba que antes de morrer você era uma garota muito gostosa. Com uma piscadela, peguei uma garraf

