SARAH — E para onde vamos? — Você descobrirá em breve. Uma sugestão de sorriso apareceu nos lábios de Arte. Já estávamos dirigindo pela estrada sinuosa há mais de uma hora, mas desde o momento em que acordamos m*al havíamos trocado algumas frases. Francamente, eu não sabia o que eles diziam nesses casos, e ele não parecia ansioso para discutir a noite anterior comigo. Foi como um eclipse. O bom senso cedeu quando vi os olhos do Arte, meu escuro, cheios de luxúria. E depois beijos com gosto de whisky. Uma dor aguda circulando as minhas coxas, marcando um adeus à minha inocência. Êxtase no seu abraço sufocante antes de voar para o reino de Morfeu... Depois de ajustar o cinto de segurança, observei ansiosamente o ponteiro do velocímetro, que havia ultrapassado a próxima marca crítica
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