Θάνατος

3263 Words
______________________________________________________ - Olá, Katarina. É um grande prazer em revê-la e uma honra estar cara a cara com uma mulher como você! - Um sorriso cínico surgiu nos lábios do homem ao mesmo tempo em que a grega rosnou forte, assustando a morena em suas costas e fazendo o homem estremecer discretamente. - Julian. Katarina olhava para o homem à sua frente com raiva explícita estampada em seus olhos castanhos. Podia ouvir o coração acelerado de Khloe martelando em seu peito e seu corpo estremecendo de medo atrás de si. Sentiu a raiva crescer ainda mais, pelo medo que sua mulher exalava. - O que você quer, Julian? - A voz de Katarina saiu extremamente rouca, pois ela tentava conter o rosnado que queria rasgar sua garganta. - Ora, é assim que trata suas visitas, Khloe? Poderia ser uma boa anfitriã e convidar-me para entrar. - O cinismo escorria como veneno pelos lábios dele. - Não dirija a palavra para minha mulher, seu maníaco. - A grega não se conteve quando se soltou delicadamente de Khloe e avançou alguns passos em direção a Julian, rosnando alto ao parar alguns centímetros de distância dele. Khloe não soube explicar, mas apreciou o som animalesco que saia da garganta de Katarina. Julian estremeceu e arfou discretamente com a presença da grega tão próxima de si, e observou-a calmamente, correndo seus olhos por cada detalhe da vampira, sem a menor discrição. Khloe, que tinha uma perspectiva completa da cena a sua frente, não gostou do olhar de admiração e desejo que o híbrido lançava à Katarina. Na verdade, ela odiou. A raiva cegara tanto a grega, que não percebia os olhares de cobiça sobre si. - Seu ódio por mim continua o mesmo, Katarina. Achei que já tinha superado os acontecimentos do passado, meu amor. - Um sorriso debochado desenhou na boca de Julian. Khloe, muito atenta a ele, fechou suas mãos em punhos, apertando as unhas em sua pele fortemente com as últimas palavras do homem. O medo que sentira dele há poucos minutos, se transformou em uma raiva desconhecida pela morena, causada unicamente pelo ciúme tórrido. - Você está mesmo falando sério, seu cretino? - As palavras de Katarina saíram em um fio de voz por entre seus dentes travados pela raiva. - Você e sua corja nojenta estragaram minha vida durante séculos. Sempre tirando Khloe de mim, interrompendo a vida de uma pessoa por puro capricho, fazendo meus dias se tornarem um grande déjà-vu doentio. - Katarina? - A morena de olhos verdes murmurou, atraindo a atenção da grega para si rapidamente. - Como assim "Sempre tirando Khloe de mim"? - Ah, mas eu faço questão de contar isso. - Julian disse com o mesmo sorriso debochado, mirando Khloe com desdém estampado em seus olhos castanhos. - Certamente, Katarina já lhe contou sobre seu destino laçado ao dela, certo? - A morena acenou positivamente com a cabeça, vendo a grega se aproximar e a abraçar apertado. - Pois bem, pelos erros cometidos por uma pessoa, Katarina pagará com sua própria vida, entretanto, decidimos torturá-la um pouquinho antes disso. - Ele sorriu, mostrando seus caninos afiados já crescidos em sua boca. - Você, sendo o ponto fraco de Katarina, sempre foi um alvo fácil, já que nunca quis se transformar. - Deu de ombros, colocando suas mãos dentro dos bolsos de sua calça social branca, observando ambas as mulheres abraçadas no hall de entrada. Sorriu amargurado com a cena. - Eu mesmo já tive o prazer de lhe matar, minha querida, e foi tão... Satisfatório! - Exclamou, passando a língua lentamente sobre os lábios como se lembrasse do gosto do sangue de Khloe ali. A morena de olhos verdes estava estática, olhando assustada do homem para Katarina. Sentia como se já estivesse passado por isso, e realmente já havia acontecido. - Você está dizendo que já me matou? - A pergunta indignada e trêmula saiu dos lábios de Khloe. - Você é mesmo um monstro! - Só cumpro ordens, minha querida. - Ele murmurou, observando Katarina olhando-o pensativa, ainda abraçando Khloe protetoramente. Estranhou. - Baby, eu quero que você volte para onde estava antes da minha chegada, por favor. - A grega sussurrou contra o ouvido de Khloe, arrepiando-a. Katarina soltou-se de sua mulher e se virou para o homem que a observava com a cabeça levemente inclinada para o lado, curioso com o pedido da mulher. Ela ouviu quando Khloe deu alguns passos para trás, mas não verificou se a morena realmente tinha lhe obedecido, pois estava com os olhos fixos em Julian. A grega andou em direção ao homem, sua raiva era tanta que a feição de seu rosto mudava gradativamente, transformando em sua verdadeira face. Olhos tão negros como a noite com suas pequenas veias roxas pulsando abaixo deles, caninos longos e afiados podendo serem vistos pela boca entreaberta, soltando lufadas pesadas de ar. Julian olhava para Katarina completamente fascinado, sempre foi apaixonado pela grega, por isso fazia questão de matar Khloe, pois a achava uma pedra em seu caminho e invejava o amor de ambas. Queria estar no lugar da morena, mas como nunca teria a chance, sua vingança seria sempre matá-la. - Quero que fique ciente de uma coisa, verme. - Julian se assustou com as palavras rudes e repentinas de Katarina. Estava tão hipnotizado pelo andar sexy e a expressão monstruosa da grega que não percebeu o momento em que ela parou a centímetros de seu corpo novamente, olhando-o com desprezo. Sentiu como se seu coração fosse esmagado em seu peito, obviamente não demonstrou a dor que sentiu. - Eu irei matá-lo, bem lentamente, e logo após jogarei seu corpo no oceano junto com o de Dragomir e seu bando. - Rosnou alto o suficiente para Khloe, que mantinha-se parada no mesmo lugar, pular de susto. (Play na música Gimme More) Num ato que surpreendeu o híbrido e a morena, Katarina fechou a mão direita em punho, socando o rosto de Julian, que voou alguns metros para longe da casa. Como a casa da morena ficava em frente ao Parque Filopappou Hill, ou seja, do outro lado da rua, poderia seguir com seu plano sem nenhum empecilho e plateia, principalmente por causa do horário já avançado da noite. Ele se levantou do chão, acariciando seu queixo dolorido e inchado pelo soco extremamente forte. Passou as mãos pelo terno branco, tirando os resquícios de sujeira do asfalto da rua, onde caiu. - Belo soco, querida. Não me lembrava se ser tão forte assim. - Katarina, não! - Khloe exclamou, puxando a grega pela mão quando viu que ela sairia de sua casa, ficando sem a barreira de proteção da mesma. - Não saia. Ficará desprotegida! - Não se preocupe, amor, volto logo. Tranque a casa e não saia até eu voltar! A última coisa que Khloe viu, antes de Katarina correr e sumir de suas vistas, foi um vislumbre de um sorriso sincero e carinhoso nos lábios rosados. Além do cheiro doce que o vento trouxe consigo. - Você é muito corajosa, querida. Deixar sua mulher sozinha é muita estupidez. Mais um rosnado baixo e arrastado saiu da boca da grega, que cessou seus passos, observando atentamente cada ato do híbrido. Viu quando as pupilas dos olhos dele tornaram-se um amarelo brilhante, com as veias pretas pulsando logo abaixo. - O aviso já foi dado, Julian. Não cometerei o mesmo erro de antes. Ele perdeu seus olhos mais uma vez no corpo e rosto de Katarina, hipnotizado, deixando-o desatento e com a guarda baixa por alguns segundos. A grega não esperou uma segunda avaliação sobre si, e correu em direção ao híbrido, aproveitando de sua fraqueza. Katarina sabia do seu poder sobre o híbrido e usaria isso contra ele. Julian foi pego de surpresa mais uma vez, quando foi arremessado contra a grade de ferro de proteção do Parque, depois que Katarina lhe acertou mais um soco certeiro. - Agora já chega. Vamos acabar logo com isso! - Rosnou furioso, levantando-se do chão. Deixou seu corpo entrar em modo de ataque, aguardando o próximo passo dela. E ela avançou, correndo tão rápido e repentinamente que ele não conseguiu acompanhar seus movimentos, levando um chute forte em seu peito, quebrando o ferro de proteção que ficava em volta do parque e caindo na grama fofa, alguns metros mais longe entre algumas árvores. Katarina não parou, correu mais uma vez e se sentou sobre o abdômen do híbrido, com uma perna em cada lado do corpo dele, começando uma sessão de socos sem pausa. Descontava todas as suas frustrações e raiva de todas às vezes em que ele matou sua mulher. Lembranças começaram a surgir em sua mente, enquanto socava o rosto ensanguentando de Julian, deixando-o cada vez machucado e tonto. Katarina não lhe dava brechas, a fúria da grega estava em seu pico mais alto, então a única opção que lhe restava era tentar se proteger com os braços. Pena que ele não lembrou-se que a mordida de um lobisomem pode matar um vampiro. Obviamente ela era mais forte e mais rápida do que ele, mas em um momento de distração, quando a grega se deixou levar pelas lembranças que tomaram sua mente, o híbrido, com seu rosto desfigurado, socou extremamente forte Katarina em suas costelas no lado esquerdo, fazendo-a gritar pela dor. Ele conseguiu tirá-la de cima de seu corpo, empurrando para longe com ambas as mãos. Pôs-se de pé, cambaleando para os lados e a olhou furioso. - Olha o que fez com meu rosto, sua v***a! - Gritou e apontou para si com uma mão, tendo a outra em seu peito, local que também foi atingido diversas vezes pelos socos de Katarina. - Isso é pouco para o quê você merece. - Ela falou, observando o estado deplorável no qual o homem se encontrava e dando um sorriso satisfeito. O terno antes impecavelmente branco e limpo de Julian, agora se encontrava manchado de sangue e terra. O parque escuro e frio, dava um clima sombrio ao lugar sendo a lua a única luz que iluminava parcialmente por entre as árvores densas, dificultava a visão do homem, que por causa dos socos, foi afetada. Katarina percebendo isso, sorriu, sabendo que poderia usar como uma vantagem. Andou lentamente pela penumbra da noite e pelas sombras das árvores, estudando-o, dando uma volta completa pelo corpo do híbrido. Ele estava curvado pela dor, e não percebeu o momento que Katarina avançou mais uma vez, agora pelas costas, com movimentos precisamente calculados. Assustou-se com uma rasteira que recebeu, caindo no chão e batendo a cabeça fortemente. Ficou mais desnorteado, mas não desistiu. Tentou se levantar, porém Katarina colocou um pé sobre seu peito, mirando-o com um sorriso vitorioso em seus lábios. Já tinha se recuperado do soco em suas costelas, e daria o golpe final. - Eu lhe disse para nunca mais brincar comigo, Julian, deixei claro que não teria piedade da próxima vez. Você teve a chance de sumir no mundo, mas optou pela opção errada. - Murmurou, pisando no peito do homem com mais força quase ao ponto de quebrar suas costelas, deixando-o sem ar. - Te disse que seria um homem morto se cruzasse com meu caminho mais uma vez. Com o último resquício de força, Julian sacou uma pistola .50 semi-automática preta de sua cintura rapidamente, e atirou duas vezes, uma no peito e outra no abdômen de Katarina. Isso não seria problemas para a grega, se a arma não estivesse carregada com balas de madeira. Katarina era imortal, mas não era imune as balas de madeira. - Maldito! - Gritou de dor, sentindo as duas balas em seu corpo, perfurando os órgãos. Caiu de joelhos no chão, agonizando de dor, mas não podia parar. Não quando ela estava quase conseguindo o que almejava há vários séculos. Ergueu seu rosto e fitou o homem que tinha um sorriso orgulhoso em sua boca, ainda deitado na grama sem forças até mesmo para levantar e fugir. Ele sabia qual era seu destino desde que matou Khloe pela primeira vez e agora o que lhe restaria era esperar por ele. Katarina apoiou-se em uma árvore que estava perto de si e levantou-se fraca, sentindo seu corpo reclamar de dor devido ao movimento. Andou lentamente em direção ao híbrido, parando mais uma vez ao seu lado. - Não foi dessa vez, Julian. - Sussurrou com a voz rouca e arrastada. - Te v-vejo no inferno, a-amor. Aguardarei ansioso para o nosso encontro. - Ele sorriu, mirando-a completamente admirado. Nem em seus últimos segundos de vida pararia de ama-la. Katarina ergueu seu pé direito levando-o para trás, e logo o trouxe para frente com força e velocidade, chutando a cabeça do híbrido, consequentemente arrancando-a pela força do chute. Respirou aliviada, deixando seu corpo tombar contra uma árvore mais próxima. Ela tentou retirá-las, mas não conseguia alcançar as balas dentro de si e temia mexer-se, afundando-as ainda mais, podendo perfurar seu coração. Olhou uma última vez para Julian, agora sem sua cabeça, e viu a enorme poça de sangue abaixo do mesmo, deixando o terno branco, totalmente vermelho. O deixaria ali, para a polícia grega o encontrar na manhã seguinte, quando o parque abrisse. Normalmente não faria isso, mas deixaria como um aviso para seu grupo que ela estaria indo atrás de cada um. Caminhou lentamente pelo parque escuro até o buraco que foi feito na grade pelo impacto do corpo do híbrido. Passou por ele e ganhou a rua deserta e fria. Sentia sua visão escurecer a cada passo que dava para a casa de Khloe, mas precisava chegar lá. A mão que estava em sua barriga onde fora atingida, ficava a cada minuto mais molhada com seu sangue, igualmente a que estava sobre seu peito, bem perto do coração. Relaxou ainda mais quando alcançou a porta de entrada da casa de sua mulher, apertando a campainha, após tirar sua mão de seu peito. - Khloe. - A voz de Katarina saiu fraca e baixa, torcia para que a morena ouvisse e lhe ajudasse. A porta foi aberta bruscamente, deixando a imagem de uma Khloe preocupada surgir em sua visão. - Oh meus deuses, Katarina. - Khloe exclamou assustada quando viu as manchas de sangue no corpo da grega, puxando-a delicadamente pelo braço para dentro de sua casa, levando-a direto para o sofá de sua sala e a deitando no mesmo. - Por Zeus, o que aconteceu?! - O desgraçado me pegou desprevenida. - Soltou um riso debochado, logo gemendo de dor. - Preciso de sua ajuda, K. - C-claro, o que quiser. - Preciso que tire as balas do meu corpo, só assim irei melhorar. - Como faço isso? - Perguntou, fitando nervosa a blusa preta de Katarina já completamente suja de sangue. - Me ajude a sentar. Tenho que tirar minha camisa. Khloe ajudou Katarina a se sentar no sofá, puxando de qualquer jeito a blusa da mesma. Deitou-a novamente e aguardou instruções. - Primeiro puxe a bala do meu abdômen. E assim Khloe o fez, levando dois de seus dedos até o machucado, colocando-os o mais fundo que conseguiu, até sentir a bala contra a ponta de um deles. - p***a, eu senti. Katarina, eu senti. - Agora agarre-a e a puxe para fora, K. A morena conseguiu segurá-la e começou a puxar a bala para fora do corpo de Katarina, a ouvindo grunhir de dor. Quando conseguiu retirar, deixou-a sobre o tapete escuro que cobria o chão da sala. - Pronto. - Puxe a próxima agora, Khloe. Mas tome cuidado, se você empurrar a bala e ela atingir meu coração eu posso morrer. - Okay. Isso havia deixado Khloe ainda mais nervosa, mas não podia fraquejar agora, não quando Katarina precisava dela. O tiro pegou um pouco abaixo do seio esquerdo da grega, já que Julian atirou de baixo para cima, então Khloe teria um pouco mais de trabalho. Fez o mesmo procedimento, colocando seus dedos dentro do machucado e levando-os o mais profundamente que conseguiu. Quando o dedo indicador tocou na bala de madeira, ela sorriu, aprofundando-os ainda mais, tomando cuidado como Katarina lhe pediu, até que conseguiu mais uma vez, puxando a bala para fora enquanto ouvia o gemido de dor da grega e a deixando do lado da outra. - Obrigada, K. Você salvou a minha vida. - Katarina lhe olhou com um sorriso agradecido, deitando a cabeça no assento de couro bege do sofá, tentando se recuperar da dor que a madeira lhe causou. - Estou retribuindo o favor. - Murmurou divertida, agora se dando conta de como a grega estava. No calor do momento, querendo logo retirar as balas de Katarina, não percebeu que a mesma vestia apenas um sutiã vermelho escuro, dando um belo contraste com sua pele morena, e sua calça jeans. Engoliu em seco, passando seus olhos por toda a parte desnuda dela. s***s pequenos e redondos escondidos pela lingerie, barriga definida, pele bronzeada, cintura fina e modelada e a clavícula bem marcada. Khloe salivou, ansiando o momento que se permitiria e passearia sua boca e mãos por aquele corpo esculpido por anjos e o próprio demônio. - Hm, Khloe? Está tudo bem? - Katarina perguntou quando notou o silêncio, não percebendo o olhar de desejo e luxuria que a morena lançava sobre seu corpo. - S-sim, está t-tudo bem. Vou ali no banheiro pegar uma toalha úmida para você se limpar. Levantou-se rapidamente e correu até o banheiro em seu quarto, molhando uma toalha pequena para limpar o sangue em Katarina. Aproveitou e pegou uma de suas camisas para empresta-la, já que a dela poderia até mesmo jogar fora. Desceu as escadas respirando fundo, pedindo forças mentalmente, e a encontrou do mesmo jeito de antes, deitada no sofá com um braço sobre os olhos, tampando a luz para não incomodar. Ajoelhou-se novamente ao lado de Katarina, e passou a toalha molhada sobre o machucado da barriga, retirando o sangue. Se assustou quando não viu mais nada, somente a pele tão lisa quanto qualquer outra parte do corpo moreno. Sem nenhuma cicatriz. - Eu me regenero, K, por isso não há mais machucados. - Como se estivesse lido sua mente, Katarina falou antes mesmo de sair alguma palavra da boca de Khloe. Ela tinha percebido a respiração inquieta e rápida, junto com os batimentos acelerados do coração de sua mulher, então supôs que era isso já que mantinha seus olhos fechados, apreciando o cuidado que a morena estava lhe tratando. - Isso é incrível. - Murmurou, passando agora na mancha de sangue mais acima, retirando-a com calma. - Eu sei, também concordo com você. - Trouxe uma camisa minha limpa para você, já que a sua está num estado de calamidade pública. - Riu de leve quando terminou seu trabalho, sendo acompanhada por Katarina. - Obrigada. Mas agora preciso conversar com você, Khloe. - Sentou-se no sofá, trazendo a morena para sentar ao seu lado, uma de frente para a outra. - Você entende o que aconteceu aqui hoje, não é? - Perguntou enquanto vestia a camiseta branca, com o cheiro afrodisíaco da mulher. - Sim, entendo. - Então sabe que teremos que ter todo o cuidado possível a partir de agora, ainda mais que sei que estão atrás de nós, mais uma vez. - Então o que quer fazer, Katarina? - Quero te levar para ficar na minha casa, em Santorini.
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