Carlos chegou à casa do pai, os seus irmãos já estavam sentados à mesa com o pai. — Boa tarde, papai. Como foi seu dia? Cumprimentou-o calmamente. — Sente-se filho querido. Estamos esperando por você. Pronunciou o pai, e Carlos sentou-se. Todos começaram a comer. Até que, no meio do jantar, Cristhofer parou. — Pai, tenho algo a te dizer. Ele pronunciou, e a sua irmã tocou-lhe o braço e fez um sinal com a boca para que fizesse silêncio. — Pai, há algo que você precisa saber. Carlos recuou ao ouvir isso. — Carlos não é seu filho. Ele exclamou e o pai começou a tossir. — Que di*abos você está dizendo, Cris? Exclamou o senhor batendo na mesa. — Antes de morrer, mamãe me confessou: Carlos não é seu filho. Ela te traiu com o motorista. Ele pronunciou e o senhor limpou as mãos calmamente.

