Termino os meus assuntos muito mais rápido do que esperava, mas não me sinto mais leve por dentro. O anel no meu dedo me parece desnecessário. É como um fardo invisível, um lembrete das minhas próprias dúvidas. Respiro fundo, me olho no espelho do carro, arrumo o cabelo e decido: tudo deve ser honesto. Não quero mais mentir para mim mesma nem para o Vlad. Quando entro no estacionamento do restaurante "Rendezvous", vejo-o imediatamente. Está de pé junto à entrada, tranquilo, com o telefone na mão, com uma camisa preta meio abotoada. Ele parece impressionante, como sempre. Mas não permitirei mais que a sua aparência nuble o meu julgamento. Vlad me vê, sorri e se aproxima rapidamente. Os seus olhos brilham calorosamente, ele me abraça pela cintura e sussurra suavemente: você está simplesmen

