A nevasca apenas piorava, impossibilitando o acesso das amigas de Andreia até o local onde ela havia caído, os homens que estavam com elas, as abandonaram, e elas gritavam desesperadas por ajuda, mas ninguém conseguia as ouvir.
“Eliane” dizia Sineia a puxando pelo braço “temos que ir embora, procurar auxílio o mais rápido possível, caso contrário, além de não a ajudar, vamos nos prejudicar também, morreremos aqui, temos que ir embora agora”.
“Não podemos abandoná-la” insistia Eliane lutando contra a tempestade, mas percebendo que m*l conseguia dar dois passos, que ficar significaria a morte de todas.
“Não podemos nos abandonar também” disse a convencendo de buscar a saída, pois o caminho estava coberto pela neve, estava totalmente diferente. “Vamos buscar ajuda, essa é a chance que teremos para salvar a ela e nós".
Assim que se viraram, a caminho por de onde vieram, parecia ter desaparecido, não era o mesmo, a neve o cobriu, mas ela seguiam, gritando por ajuda, lutando por suas vidas, deixando Andreia para trás, na esperança de voltar com ajuda.
A Nevasca estava forte, mas Paul era acostumado com ela, não se amedrontava, pois conhecia bem a região, aquele lugar era proibido aos turistas, distante de tudo e perigoso, ele observava de uma montanha a brincadeira deles, e assim que a nevasca começou passou a se aproximar, tendo certeza de que as coisas não acabariam bem.
Paul era um homem alto e forte e solitário, nasceu, cresceu na cabana, viveu anos fora, mas voltou cheio de cicatrizes e uma alma amargurada, esperando morrer na pequena vila, morando na cabana deixada pelos pais, afastado de toda a sociedade. Aparecendo na cidade apenas para abastecer as compras para um longo período.
Ninguém sabia do que ele vivia, qual era sua renda, ou sua história, algumas pessoas tinham medo e criavam histórias que depois de um tempo se tornavam lendas, sobre quem era e aquela região.
Paul correu o mais rápido que pode, subindo para as colinas, escondidas no coração da floresta, um pico não explorado pelos humanos, onde tinha sua cabana.
Ele conseguia ouvir o coração dela batendo cada vez mais fraco, assim como a respiração diminuía consideravelmente, sentindo medo de que a moça morresse em seus braços.
A deitando em sua cama com cuidado, jogando algumas bagunças de lado, o corpo estava gelado, se continuasse daquela forma não sobreviveria, Paul correu assustado, trouxe água quente com toalha, rasgando a roupa que Andreia usava, aquecendo seu corpo enquanto limpava com as toalhas quentes, limpando as feridas, observando como era linda, sentindo seu corpo responder ao dela, se policiando para não tocar nenhuma parte que não fosse necessária, depois a cobriu com um grande cobertor, o coração batia mais forte, mas não o suficiente para sobreviver.
Ele sabia que seu corpo estava em estado de hipotermia, que se não a aquecesse, morreria.
Rapidamente Paul começou a tirar suas roupas, torcendo para que seu plano desse certo e o calor de seu corpo despertasse o dela.
Deitando-se rapidamente na cama a e abraçando.
Ele espremeu os olhos, como se algo estivesse doendo, era sua consciência, enquanto o corpo gritava desesperado e e******o por Andreia, havia visto cada detalhe, se envolvido com cada curva, e um desejo crescente o tomava, querendo dar vida e amor a jovem moça.
Tudo em Andreia era atraente, sua pele macia, o cheio suave do corpo, seu desenho, ele pensava desejoso no bico dos s***s pontudos e na i********e, rosada e linda.
Ela tinha cabelos castanhos escuros, e a pele parda, os lábios finos e rosados eram atraentes.
Aquilo era uma tortura, mas ele precisava continuar, pois se não fizesse ela morreria.
Paul tentou pensar em outras coisas, distrair a mente, mas sempre voltava os pensamentos a ela, enquanto seu nervo latejava de prazer.