CAPÍTULO 04

566 Words
Paul entrou com duas xícaras de chá nas mãos, estava distraído, não percebendo que era observado, as colocando em um criado mudo, com cuidado. Andreia esperava disfarçando curiosa pela pessoa que entraria, ficando espantada ao perceber que o cara era um gato. Ele media um e oitenta e seis de altura, tinha braços torneados, uma barriga definida, pernas fortes, um rosto admirável, sem barba, os cabelos pretos cortados e mãos imensas. Ela ficou imediatamente atraída, mas esperava a qualquer momento que a dona da outra xícara o acompanhasse no chá, enquanto ficavam a contemplando dormir, como se fosse uma aberração. Paul sentou-se na beira da cama, pegou uma das xícaras, passando perto do rosto dela, para que sentisse o aroma e acordasse, mas vendo que não deu certo, começou a tomar o chá. “Trouxe um para você” disse sorrindo “Mas parece que você vai levar mais um tempo para poder provar, você é uma mulher muito forte, está melhor a cada segundo, é admirável sua recuperação, não desista”. Paul virou-se e distraído, tornava os lábios para o chá, enquanto Andreia sentia o coração palpitar loucamente pelo gentil estranho que lhe tratava tão bem. Ela pensava em levantar e revelar que estava acordada, mas não tinha coragem, permanecendo imóvel. Paul terminou de beber os dois chás, e deitou-se ao lado de Andreia, deixando-a estagnada, com o corpo e mente fervilhando, pois tinha ao seu lado um cara extremamente lindo e atraente, um homem que provavelmente era solteiro, por isso estava ao seu lado. Andreia não conseguia acreditar que estava presa, devido uma nevasca em uma cabana, no meio do nada com o homem mais lindo que viu na vida. Ela estava nua, deitada ao lado dele, estava quase tendo um orgasmo com as possibilidades que passavam por sua mente, louca para conhecer suas intenções ao deitar ao seu lado. Ela não conseguia dormir, sua mente e seu corpo não permitiam, ela notava que ele estava de costas, respeitando seu corpo, mas sua vontade não era ser respeitada. Talvez ele tivesse apenas uma cama na cabana e devido ao frio estava ao seu lado, afinal, ela era a intrusa. Seja qual fosse o motivo, Andreia queria um pouco mais do que tinha no momento. O cara era um gato, seu herói era maravilhoso e ela pensava numa forma de o retribuir. Andreia aproximou-se fingindo estar dormindo, ficou de barriga para cima, enquanto lançava sua perna por cima da coxa, mas não obteve nenhuma resposta, então virando-se novamente foi aproximando sua b***a das costas dele. Ela desejava perdidamente que ele grudasse em sua cintura com as mãos grandes e fortes, desejava que tocasse sua pele com a boca, seus s***s. Seu desejo era tanto que sua i********e doía de prazer. Mas ele não fazia nada, parecia estar em um sono profundo, ou talvez não gostasse de mulher. Andreia não sabia, tinha algo sexy, porém arriscado em mente, ela poderia descobrir se seria rejeitada ou aceita por seu herói, se o contato direto geraria prazer, ou revolta, pensava em uma investida mais pesada, descendo a mão e segurando o nervo dele que imediatamente cresceu em sua mão, a deixando ainda mais excitada. Andreia passou a masturbá-lo, ouvia os suspiros dele, se perguntando se estava acordado ou se sentia dormindo, em seguida sentiu a mão grande dele tocar sua coxa, enquanto dizia: “Gostosa”.
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