CAPÍTULO 7
MANU NARRANDO
Eu estava amando aquela vibe, tudo muito animado, divertido, pessoal ao nosso redor curtindo muito. Aquele Frajola não parava de me beijar, e confesso que eu estava curtindo isso também. Além de bonito, ele tem uma pegada maravilhosa e eu já tava até molhada só com as mãos dele passeando pelo meu corpo.
Vi quando a Diana foi na direção de um homem que eu não faço a menor ideia de quem seja e depois de alguns segundos ela voltou dizendo pra não sairmos dali e saiu sumindo no meio da multidão.
— Tu não é daqui, né? Nunca te vi por aqui antes. — ele fala no meu ouvido, me fazendo arrepiar toda.
— Eu moro na zona sul, Diana é minha amiga da faculdade. — ele dá um sorriso.
— Graças a Deus ela te convenceu a vir, porque gostei pra cara.lho de te conhecer. — dei um sorriso envergonhado concordando.
Voltei a dançar com o copo na mão, sarrando no Frajola que já estava com o p.au duro. Uns 15 minutos depois, a Diana apareceu no meio da multidão toda animada, pulando e vindo dançando fazendo passinho.
— O que tá achando? — ela pergunta.
— Show, isso aqui tá muito bom, e eu não fazia ideia de que era assim. Com certeza eu quero vir mais vezes.
— Assim que se fala. — ela fala rebolando.
O restante da noite foi simplesmente maravilhoso, tanto que eu nem me dei conta da hora e só percebi que já estava de manhã por conta do céu clareando. O DJ encerrou o som, e o pessoal, mesmo reclamando, começou a sair dali.
— O que acha de ir pra minha goma comigo? — ele pergunta, e eu olho pra Diana.
— Você que sabe, se quiser ir depois ele te leva pra casa, ou então vamos que eu já te deixo lá. — parei para pensar por um segundo, sem saber o que fazer.
Olhei para o Frajola, que tava com aquela cara de cachorro sem dono, e resolvi ir com ele.
— Tudo bem pra você se eu for com ele? — perguntei, e a Diana deu uma gargalhada.
— Desde que esteja tudo bem pra você, pra mim tá ótimo. Então já que vai com ele, eu vou pra casa tomar um belo banho, tomar um bom café e dormir o dia inteiro. — ela fala, e eu confirmo.
Frajola segurou minha mão e saiu me puxando no meio da multidão até uma moto. Sentei de lado porque estava de vestido e segurei firme na cintura dele, que começou a descer o morro.
Olhando assim o morro agora na claridade, eu consigo ver o quanto aqui é lindo. Completamente diferente do que a gente ouve ou vê pela televisão.
Chegamos em uma casa simples de tijolo e com um portão quebrado. Ele estacionou a moto e eu desci, parando ao lado dele na calçada.
— Não é do jeito que você tá acostumada lá na zona sul, mas é o que Deus me deu, tá ligada?
— Eu não ligo pra isso. — falei pra ele, que sorriu.
Ele abriu o portão que fez um barulhão, e eu passei esperando ele fechar. Assim que ele abriu a porta eu entrei, vendo uma sala e uma cozinha compartilhada.
Ele não esperou muito, e me empurrou contra a porta, beijando minha boca. Eu senti aquele fogo subindo pelo meio das minhas pernas, e enquanto sua mão passeava pelo meu corpo, eu enfiei minhas mãos dentro da sua camisa sentindo sua pele se arrepiar.
O beijo dele era urgente, quente, cheio de desejo. Ele passou a mão pela minha coxa, subindo o tecido do meu vestido enquanto eu respirava fundo, sentindo meu corpo inteiro responder. Ele mordeu meu lábio inferior do jeitinho certo, e eu agarrei seu cabelo, puxando ele ainda mais pra perto.
— Tu é gostosa pra car.alho… — ele murmurou contra minha boca, me prensando na porta.
Senti seu pa.u duro roçando entre minhas pernas e eu tive que fechar os olhos, tentando não gemer alto. Ele segurou minha cintura com força, me virando e me empurrando devagar até o sofá. Sentei ali e ele ficou entre minhas pernas, respirando fundo como se estivesse se segurando.
— Desde que te vi dançando lá, eu fiquei maluco. — ele confessou, passando o polegar pela minha boca. — Tava doido pra te trazer pra cá.
— Então por que demorou tanto? — provoquei, mordendo o dedo dele de leve.
Ele riu baixinho, aquela risada sacana que só deixou meu corpo mais aceso.
Frajola tirou a camisa e eu fiquei observando o peito dele subir e descer, cheio de tatuagens, algumas eu nem conseguia decifrar mas todas deixavam ele ainda mais atraente. Ele segurou minha cintura e me puxou de volta pro colo dele, me beijando de novo como se tivesse fome.
Eu já nem sabia mais onde terminava a noite e começava o dia, só sabia do calor, do cheiro dele, da mão dele agarrando minha b***a e me trazendo pra perto. A casa era simples, mas naquele instante parecia o lugar mais íntimo do mundo.
Ele pegou minha mão e levou até o volume dentro da bermuda dele, me fazendo sentir o quanto ele tava duro. Eu mordi o lábio, olhando dentro dos olhos dele, e percebi que ele queria mais do que só t*****r. Tinha algo ali… algum tipo de carência, de vontade de ser visto.
— Relaxa — falei baixinho. — Eu tô aqui.
Era como se aquelas palavras tivessem quebrado alguma coisa dentro dele. O beijo que veio depois foi mais lento, mais profundo, como se ele estivesse tentando sentir cada segundo.
Fra jola levantou, me pegou no colo com uma facilidade que me surpreendeu e me levou até o quarto. Era pequeno, simples, cama arrumada pela metade, mas tinha cheiro dele. Ele me colocou no colchão e ficou olhando pra mim por alguns segundos, como se estivesse tentando gravar a cena na memória.
Eu senti meu peito esquentar.
— Manu… tu é diferente, sabia? — ele disse, passando a mão pelo meu rosto.
Eu sorri, puxando ele pela nuca.
O clima esquentou de novo, e ali dentro não existia morro, nem zona sul, nem diferença nenhuma entre a gente. Só dois corpos querendo se descobrir.
Tô tentando não pensar que é muita loucura me entregar para ele ainda mais sendo virgem ainda, mas seja o que Deus quiser.
Ele levantou meu vestido ficando no meio das minhas pernas e seus dedos escorregaram pela minha pele me deixando toda arrepiada. Ele beijava minha boca lentamente e eu sentia meu corpo todo incendiando.
— preciso te falar uma coisa — eu falo afastando as nossas bocas e olho nos olhos dele.
— não vai me dizer que não quer.- ele fala levantando de cima de mim.
— não é isso, é que eu sou... Eu sou virgem.- eu falo pra ele que dá um sorriso e vem na minha direção
— se confiar em mim, eu prometo que vai ser a sua melhor primeira vez.- Eu dei um sorriso concordando olhando nos olhos dele e ele me beijou cheio de fogo.
Sua boca deslizou pelo meu pescoço, senti suas mãos puxando meu vestido pra baixo e deixando meus p****s amoatra. Ele me olhou com os olhos brilhando e eu só conseguia sorrir envergonhada. Ele passou a ponta da língua nos meus p****s e eu fechei os olhos sentindo aquela sensação gostosa.
Não sei se estou tomando a atitude correta, mas também não quero pensar nisso agora. Só quero curtir esse momento, até porque a vida é curta demais para ficarmos nos preocupando com o que poderiamos ou não ter feito hoje.
Ele apertou minha cintura com as duas mãos, me puxando ainda mais pra perto, e eu senti meu coração bater tão rápido que parecia que ia sair pela boca. O Frajola me olhava como se eu fosse alguma coisa preciosa, rara, mas ao mesmo tempo com um desejo tão intenso que me deixava completamente entregue.
— Eu vou com calma… só me deixa te sentir. — ele murmurou, a voz baixa, quente, rouca, fazendo meu corpo inteiro tremer.
Eu assenti devagar, mordendo o lábio, enquanto ele abaixava meu vestido até a cintura. O ar geladinho do quarto bateu na minha pele e me deu um arrepio delicioso, mas foi a boca dele que realmente me fez perder o fôlego. Ele começou beijando meu peito devagar, subindo, descendo, brincando com a língua só pra me provocar, enquanto suas mãos deslizavam pela lateral do meu corpo como se quisesse decorar cada curva.
Eu gemi baixinho sem conseguir segurar, e ele sorriu contra a minha pele.
— Assim… desse jeitinho mesmo… — Frajola falou, parecendo satisfeito por estar me arrancando aquilo pela primeira vez.
Quando ele desceu a boca até minha barriga, eu prendi a respiração. Era tudo novo demais, intenso demais, mas eu não queria parar. Pelo contrário… eu queria mais. Ele levantou meu vestido até o fim e tirou devagar, sem pressa, como se estivesse abrindo um presente.
Fiquei só de calcinha ali, deitada, olhando pra ele entre minhas pernas. E o jeito que ele me olhou… meu Deus. Parecia que tinha encontrado a visão mais bonita da vida dele.
— Você é perfeita, Manu. — ele disse, passando o dedo bem leve pela minha coxa, me fazendo arrepiar da cabeça aos pés.
Eu senti vergonha, desejo, ansiedade, tudo misturado. Mas nada dentro de mim queria correr. Nada queria ir embora. Eu só queria sentir.
Continua....
Deixem bilhetinhos meus amores ❤️📚❤️