Letícia estava deitada na cama do hospital, o corpo frágil, a respiração pesada. Cada pequeno movimento parecia exaurir suas forças. Juan não se afastava nem por um segundo, segurando sua mão, acariciando os fios de cabelo que caíam sobre sua testa. Ela abriu os olhos com dificuldade, a voz fraca, quase um sussurro: — Juan… eu… eu te amo… — disse, a lágrima escorrendo pelo rosto pálido. Juan apertou a mão dela com força, engolindo o choro que ameaçava escapar. — Eu também te amo, amor… — respondeu ele, a voz trêmula — Eu te amo mais do que tudo, e você vai ficar aqui comigo. Fica comigo, Letícia… Ela tentou sorrir, mas o esforço parecia doloroso. — Não quero… não quero deixar vocês… meus filhos… — disse ela, a voz embargada — Cuida deles por mim, Juan… prometo… — suas palavras falhav

