Mateo A sala para onde nos levam é pequena, escura e coberta de poeira. Não há móveis, apenas um velho piano quebrado no canto, coberto por uma densa camada de teias de aranha. Dois homens trazem cadeiras e nos amarram nelas. Xingo mentalmente por não ter contado a ela sobre o que poderia acontecer. Respiro fundo enquanto o brutamontes enrola uma corda grossa ao meu redor e a aperta com força. Já estive nessa situação antes. Não é novidade. Observo Eleanor fazendo o oposto. Ela se encolhe, encolhe o corpo ao máximo. Isso torna mais fácil para eles apertarem as cordas de tal forma que duvido que ela consiga se soltar sem ajuda. Quanto a mim... talvez eu tenha uma chance. Mas preciso esperar a hora certa. Quando terminam, os homens se afastam. Bjorn, como sempre, faz questão de se destac

