Eleanor Algumas horas depois, chegamos ao local marcado atrás do bilhete. Mateo explicou que o lugar era uma antiga taberna, demolida há muito tempo. Tudo o que restou são quatro grandes paredes e um teto inclinado, prestes a desabar. Ele estaciona o carro a uma distância segura, mas duvido que qualquer tentativa de surpresa ainda seja possível. Perdemos essa vantagem faz tempo. Descemos do carro, e eu olho ao redor. Estamos nos arredores da cidade. O lugar é isolado, silencioso. Não há trânsito, nem casas, nem viva alma por perto. Se alguém quisesse fazer algo ilegal, este seria o local perfeito. — Você está bem? — Mateo pergunta enquanto confere as armas. Ele se ajoelha e levanta a perna da calça. Vejo o vislumbre de uma faca presa num bolso ao redor do tornozelo. Ele a ajusta e se

