O calor do sol aquecia-lhe a pele e intensificava a fragrância do pêssego maduro e suculento que seu amante segurava entre os lábios. Fechou os olhos e antecipou o prazer. — Morda — ele murmurou. A mulher obedeceu, cravando os dentes na polpa macia. O doce sabor invadiu-lhe a boca e ela gemeu antes de morder outra vez. O sumo da fruta escorreu-lhe pelo queixo, e ela limpou-o com a mão. Ele agarrou-lhe o pulso. — Não. Deixe que eu o faça... quando terminar. Ela tremeu ao vê-lo espremer a fruta na mão. Com, o polegar, retirou o caroço e o deixou cair sobre a grama. Um sorriso perverso tomou-lhe os lábios. Prevendo o que viria a seguir, ela tentou fugir. Porém, ele a envolveu pela cintura e a derrubou sobre o cobertor estendido na relva. Estava encurralada novamente. Mas era o que dese

