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Sakura Harém - (sasusaku) (kakasaku) (narusaku) (itasaku)

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Blurb

Essa é uma coleção de oneshots, cada capítulo é um shipp diferente para Haruno Sakura.

Aqui você vai encontrar diversos shipps com nossa queridissima flor de cerejeira, tantos casais comuns quanto casais... inusitados.

Já saben, né? Sexo sem limites, aqui a vergonha fica de lado (embora eu fique vermelha como um pimentão enquanto escrevo)

Espero que curtam! <3

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Itachi - Brain &amp; Heart
"Rise now, sweat, it drops down my silky flesh But during up my Consciousness Good, good, good now Ability to sleep sound Throughout the start times An illusion, if you just remove it" "Levante-se agora, sue, até as gotas deslizarem pela minha pele sedosa Durante toda a minha consciência Melhor, agora está melhor Capacidade de dormir bem Através do tempo de largada Uma ilusão, se você apenas removê-la" - Brain & Heart, Melanie Martinez Sakura andava calmamente pela base da Akatsuki. Já fazia sete meses desde que decidira com a Godaime que se infiltraria no grupo de criminosos para recolher informações, desde que Gaara havia sido sequestrado por Sasori e Deidara e morto pelos criminosos. Ela era forte o suficiente para lidar com as lutas e brigas que eles tinham entre si – afinal, eles poderiam estar no mesmo grupo, mas todos ali se odiavam – e a única que poderia dar a eles o que eles não tinham: uma médica. Era manhã, mas não parecia com a base enfiada dentro da terra. Ela havia acabado de sair do quarto, e logo que se virou no primeiro corredor, sentiu que havia algo errado. Aquela sensação imperceptível para muitos de que seu crânio estava sofrendo uma pressão revelara que alguém tinha lançado um genjutsu, e ao julgar pela qualidade – ela demorara para sentir essa pressão, nunca fora tão fraca – era Itachi. Mas manteve-se calma, como se não tivesse notado. Ao virar no próximo corredor, não pôde confundir os cabelos negros presos em um r**o de cavalo espetado. Shikamaru estava lá, de costas para ela. Por um momento, esqueceu que não era real, mas logo se escondeu atrás da parede. Ela já havia entendido: Itachi queria ver a reação dela ao ver o amigo, então Sakura entrou no jogo, imaginando o que deveria fazer se ela realmente tivesse traído a vila da folha. Acalmou seu chakra, como se tentasse passar despercebida. Desejou que tivesse uma corda para que pudesse amarrar a mão de seu "amigo" e impedi-lo de lançar qualquer jutsu. Convenientemente, olhou para o lado e viu uma corda pendurada na parede que não estava lá antes. Ele realmente acha que sou burra? Pensou ofendida, mas manteve-se inexpressiva e a pegou. Com passos calmos, se aproximou do menino e agarrou a mão que estava mais perto, amarrando-a no cano que era exposto na parede de pedra. Ele usou a que estava livre para tentar ataca-la, mas ela foi mais ágil e enterrou seu braço junto com o dela na parede, com força. Ela o ouviu protestar de dor, e sentiu pena pela voz familiar, mas não parou. Arrancou sua mão pequena, mas a mão robusta do amigo continuou presa entre a pedra quebrada. Hum, se fosse mesmo Shikamaru, ele teria usado a possessão das sombras antes mesmo que eu o visse. Mas se contentou em apenas dar um sorriso vitorioso. — Sakura, o que está fazendo? Vamos embora, a Tsunade-Sama falou que está livre da tarefa! — Do que você está falando? — ela se fingiu de desentendida. Sim, aquilo era uma missão, mas ela não podia esquecer que também era um genjutsu. Itachi a estava observando. — Eu fui embora por que quis, Shikamaru. Eu sei que foi Naruto que insistiu para que viessem. Por que vocês não desistem de mim e me declaram inimiga do país do fogo como fizeram com Sasuke? — Você sabe que Naruto nunca vai desistir. — Bom, sinto muito então — ela alcançou uma kunai no bolso de trás e a pressionou contra a garganta dele. Não podia hesitar agora, mas seu rosto banhado pelo medo quase a fez se entregar. Concentre-se, não é ele! — Você não me dá outra opção. Enrijeceu o musculo do braço e escorregou a kunai, rasgando sua garganta. Mas, como o esperado, não saiu sangue, e sim se desfez em pássaros negros. Fingiu um rosto de surpresa e então raiva. — Itachi! — ela gritou, e ele se materializou em sua frente. m*l teve tempo para reagir quando ele levou a mão ao seu ombro e pressionou um ponto de chakra, fazendo-a desmaiar. *** Acordou com as mãos e pernas presas por correntes em uma cadeira desconfortável, seus braços, presos em suas costas. Se sentia fraca, como se todo seu chakra tivesse sido consumido. Não sabia onde estava, mas era escuro e úmido. Sentiu seus olhos vermelhos a encarando profundamente, como se tentasse engolir sua alma. — Devia saber que aquilo era um genjutsu — ela blefou quando ele apareceu em sua frente. Seus olhos já estavam acostumados com a escuridão, e pôde ver seu rosto, mais claro do que preferiria. — Shikamaru nunca viria até aqui sozinho. — Pare de mentir garota. Você já sabia que estava presa em um. Posso ser muito bom no que faço, mas eu reconheço quando alguém tem uma habilidade de percepção tão incrível. E você pode saber mentir, mas eu não caio em genjutsus. — O que você quer dessa vez? — ignorou seu comentário, como se fosse alguém desistindo de argumentar com um louco. Ela sabia que ele nunca acreditaria nela, mas não daria o braço a torcer. — Você vive desconfiado de mim, nem Pain é assim. Já fazem sete meses, não tenho interesse de voltar para a folha, não percebeu ainda? — Mas ainda assim, você matou um de nós, não matou? Sakura arqueou a sobrancelha e soltou um risinho quase imperceptível. Precisava distraí-lo, suas mãos e pernas amarradas davam a sensação – não apenas sensação – de que estava exposta demais. Se conseguisse enrola-lo mais um pouco, poderia reunir força o suficiente para se libertar. Ele sabia que seu controle de chakra era excepcional e sua força, sobrenatural, por isso não ficou surpresa quando percebeu que ele tinha drenado praticamente tudo. Mas ele não sabia quão rápido ela se recuperava. — Está ressentido por isso? Justo você, que não se importou em matar a própria família- Ele se jogou a sua frente em um movimento rápido e segurou seu maxilar com força, impedindo que ela terminasse a frase. Podia sentir os dedos dele fazendo cada vez mais pressão em seus ossos. Itachi a olhou com um olhar assassino. Aqueles dedos deixariam marcas. — Não fale isso de novo a não ser que queira morrer. — ele mencionou entredentes. — Porque você está assim? — ela falou com um pouco de dificuldade, mas não deixou de sorrir, provocando-o — É a verdade, não é? — ele aumentou a pressão nos dedos. — Se arrependeu de ter cometido aquele m******e? Se arrependeu de ter abandonado o seu irmão e ter feito dele um vingador que se recusa a ter qualquer outro sentimento que não seja ódio? Ele afrouxou a mão. Por uma fração de segundo, Sakura pensou ter visto uma expressão de dor, talvez tristeza. Mas estava escuro demais, ela estava imaginando coisas, só podia. Itachi soltou seu rosto repentinamente e o jogou para o lado. Por um momento, a garota pensou que ele fosse matá-la, mas ao invés disso, ele sorriu um sorriso macabro. Mas aquele não era o sorriso de Itachi, e sim o de Sasuke. — Você me deu uma boa ideia, garota. Kami-Sama, a voz era idêntica. Ela ignorou seu coração acelerado e a sensação de que ele explodiria pela velocidade e continuou a provoca-lo fingindo que não via Sasuke bem à sua frente. Disfarçou sua voz trêmula, mas não estava mais tão confiante quanto antes: — Às vezes me pergunto se é por isso que você desconfia tanto de mim. Por que é em você que a Akatsuki deveria ficar de olho, mas você disfarça bem querendo jogar a atenção em mim. Afinal, foi você mesmo o responsável pelo m******e do clã Uchiha? Ou quem sabe fez isso só para se passar por um criminoso... Com certeza ele notou a voz insegura da garota, pois sorriu de lado e meneou a cabeça, como se ela fosse doida. E ele sabia que sua voz estava assim por causa da visão que ela tinha. Aproximou-se dela, ajoelhando, levando vagarosa e tortuosamente o rosto falso de seu irmão para perto das coxas da garota. Ela tentou empurra-lo com o pé, mas ainda não tinha forças para se libertar, fazendo a correntes tilintarem forte uma contra outra. — Fale a verdade, Sakura — ele sussurrou, e a voz dele, aquele jeito de pronunciar seu nome, deixando o sufixo de lado, quase a fez esquecer de que era uma ilusão. Quase a fez ceder, tentando-a a contar a verdade. Quase. Ela fechou as mãos na haste da cadeira em que estavam amarradas e fechou os olhos. Não podia fazer o sinal de mãos para se libertar do genjutsu, teria que aguentar ver seu amado seduzindo-a, da maneira que ela sempre desejou. Ou teria que achar outro jeito de sair daquilo. Conforme seu rosto passava perto de suas pernas, ricocheteando o ar quente da respiração de Sasuke – não é ele, é Itachi. Itachi! — e subia o rosto, passando pela barriga e chegando ao pescoço, Sakura parecia esquecer de todo o resto. Era apenas eles dois no mundo, quem quer que fosse aquele. Era Sasuke, com certeza. Não! Ela se repreendeu. Lembre-se, é apenas um genjutsu. Isso faz parte da técnica, ele está manipulando a sua mente, sua memória. Não se descontrole. Recusou-se a abrir os olhos quando ele parou o rosto em sua frente – Kami, até o cheiro –, deixando os lábios bem próximos, a ponto que ela quase podia senti-los – tão próximos, eu poderia apenas... — Sakura — ele deslizou os lábios pela sua bochecha, passando pelas marcas que se tornavam arroxeadas que seus dedos deixaram, chegando ao pescoço, e passou a língua vagarosamente, traçando um caminho até sua clavícula, fazendo-a sentir arrepios na coluna. Céus. Voltou um pouco para cima e mordeu fracamente o lóbulo de sua orelha e pousou a boca pouco abaixo de seu maxilar. Ele estava sentindo seus batimentos cardíacos. — Está conspirando contra a Akatsuki? — Não — ela disse apenas. Ela estava com medo, mas não deixou transparecer. Um passo em falso e estaria morta. Seus olhos mantiveram-se fechados tranquilamente, mas tinha de se controlar para não franzir o cenho. A concentração que era exigida para que se controlasse – principalmente com a queimação que sentia – e não desistisse de resistir aos movimentos do homem era imensa, mas agradeceu que seu controle de chakra era algo que vinha tão facilmente. Naquele momento, Sakura só podia pensar que nunca precisara tanto dele. — Está sim — ele afirmou. A garota sabia que ele não tinha certeza, pois ela manteve seus batimentos cardíacos estáveis, o que significava que ela falava a verdade – teoricamente –, mas ela não pôde deixar de duvidar um pouquinho de si mesma. — A quem realmente pertence sua lealdade, Sakura? À Akatsuki ou à folha? — Minha lealdade pertence a você — seria impossível se libertar daquele genjutsu sozinha, Itachi era muito forte, e ela sentia que seu corpo não aguentaria aquela tortura por muito mais tempo. Mas seu chakra já estava retornando, e ela já conseguia se concentrar melhor, e a ajudou a se desvencilhar das palavras dele. Ainda era a voz de Sasuke – e provavelmente o rosto – mas ela sabia que não era ele, e tinha certeza dessa vez. — Minha lealdade pertence a você, Itachi-Sama. Sakura sentiu seus longos cílios roçarem em seu maxilar. Ele estava surpreso. Como ela não estava caindo em seu genjutsu? Aquela garotinha era tão poderosa assim? Dessa vez, ela abriu os olhos, e não era mais Sasuke que estava na sua frente. Itachi voltara a sua forma original, mas, deuses, ele era tão lindo quanto o irmão. — Sama? — ele indagou, com um esboço de sorriso em sua face, encarando-a com os olhos vermelhos. Ele parecia ter gostado daquele sufixo. Itachi enroscou os dedos em seus cabelos curtos e os puxou para trás, deixando Sakura com o pescoço mais exposto. Ele o beijou e o mordeu, enquanto passava a outra mão na lateral de sua coxa. A garota se repreendeu por estar gostando daquela sensação, ela apenas dissera aquilo para tirá-lo do foco de sua pergunta principal, mas ela nunca sentira nada como aquilo na vida, e seu corpo suplicava por mais, o que a fez soltar um gemido baixo quando o queixo de Itachi foi impedido de descer mais pela capa da Akatsuki da garota, que estava fechada no peito. Ele voltou seus olhos para ela. — O que quis dizer com "a minha lealdade pertence a você"? — Itachi-Sama... — ela gemeu quando ele puxou mais seus cabelos quando não obteve resposta — Você é tão... Ah! Eu quero segui-lo Itachi-Sama, eu gosto de você. Sakura não sabia se ele tinha acreditado nela, mas de qualquer jeito, ele levou as mãos até os sua capa se prendia e as afastou com força, rasgando um pouco da roupa, e não se importou em fazer isso de novo com a blusa dela, deixando seu sutiã sem alças azul escuro à mostra. Itachi roçou os dentes perto dali enquanto levava uma mão ao fecho e outra para o pescoço de Sakura, que se assustou com o toque da mão gelada o apertando levemente. — Como resistiu ao meu genjutsu? — ele perguntou ao desabotoar o sutiã e retirá-lo calmamente aos beijos, jogando-o no chão de madeira ao seu lado. Mas ela estava absorta demais, se concentrando na boca do homem para conseguir responder alguma coisa, então apenas sorriu e soltou o ar pelo nariz, convencida. Ele, por sua vez, passou a ponta do nariz em seu mamilo eriçado e o abocanhou prendendo-o sobre os dentes, fazendo a garota soltar um grito baixo de surpresa. A mão que antes estava em seu pescoço desceu para o outro seio e o massageou. Ele retirou os dentes, contemplando a vermelhidão que tinha causado e rodeou o lugar sensível com a língua, que logo fora substituída pelo polegar. Ele levantou a cabeça, mirando-a. — Responda — ele exigiu ao beliscar seus s***s. — Sasuke nunca faria isso. — ela disse cética, ainda com a cabeça pendida para trás, mas olhou para Itachi quando sentiu seu olhar pesar sobre ela. Ela sorriu. — Duvido que ele conseguiria fazer eu me sentir assim, mesmo que tentasse. Ela estava blefando, pelo menos era o que pensava. Mas de fato, Itachi devia ser muito mais experiente do que Sasuke. A bajulação pareceu funcionar, pois ele voltou a boca para seu seio e o beijou intensamente. Sakura queria arrancar as mãos das algemas e agarrar seu cabelo, desesperada por mais, e sabia que já tinha força para isso, mas tentou se segurar por enquanto.  Itachi afastou a capa de seu corpo o máximo que podia e retirou a sua própria. Usou o antebraço esquerdo para erguer a cintura de Sakura e abaixar seu short até a canela, mas deixou a calcinha, e ela virou o rosto quando ele ficou de cara com a sua i********e úmida. Ele abriu um sorriso ao olhar para o rosto rubro da garota, mas ele não fez o que ela achava que faria. O homem se ergueu até a garota novamente e segurou seu queixo, fazendo Sakura encara-lo. Ao contrário do que ela pensava, seu rosto não exibia vitória ao ver que ela já estava tão excitada, ele apenas franzia o cenho. — Estava tão confiante até agora pouco... — ele ponderou, aproximando o rosto da garota, provocativo. — O que aconteceu, hana? Ela estremeceu ao ouvi-lo chamar assim, quase como um apelido carinhoso – ou apenas provocativo demais. Flor. Tentou achar alguma resposta inteligente, mas apenas sentiu ficar mais e mais quente com a proximidade dele, impedindo que ela conseguisse soltar qualquer som. Sakura tentou desviar o rosto mais uma vez, mas ele a impediu, colocando as mãos de cada lado do seu rosto e depositando um beijo em seus lábios. No começo, foi quase um carinho, mas logo se tornou intenso, quase uma guerra. Deslizou uma mão pela barriga da garota e deixou a outra na nuca, e quando chegou ao seu destino, Sakura deu um pulinho na cadeira, assustada, e desviou o rosto do beijo. — Acalme-se — ele disse, pacientemente, trazendo o rosto de volta para si. — Eu nem comecei ainda. Ela soltou um gemido baixo quando ele a tocou por cima da calcinha, espalhando sua umidade por todo seu sexo, e a garota pode sentir algo enrijecer ao encostar na parte de fora de sua coxa. — Hana — ele a chamou quando ela comprimiu os lábios, ansiosa. — Nunca fez isso antes? Ela balançou a cabeça, incapaz de falar. E ele sorriu compreensivo. Deixou sua nuca e levou a mão de volta ao seio enquanto abaixava o rosto e voltava para onde estava momentos antes, fazendo a garota abrir mais as pernas para que ele se encaixasse. Raspou os dentes em sua i********e e a lambeu, ainda sem retirar a peça íntima que a cobria, mas quando ouviu os gemidos de Sakura aumentarem, não conseguiu resistir e a rasgou, tirando-a por completo da garota que chamava seu nome. Agora, finalmente livre, ele pôde degustar da essência da garota, vagando sua língua pelo sexo dela, enquanto ela se contorcia de prazer. Conforme ele aumentava a velocidade, Sakura ia se permitindo abrir mais as pernas, e ele agradecia mentalmente. Até que ficou impossível suportar a temperatura que sua i********e se encontrava, e a garota puxou as mãos se libertando da corrente e agarrando os logos cabelos de Itachi, que logo a olhou atônito. — Por favor... — ela insistiu quando ele afastou a língua de seu c******s — Por favor, Itachi-Sama, não pare. Ele sorriu e continuou, sentindo as unhas curtas da médica-nin arrancarem o prendedor de seu cabelo, mas mantendo-o preso por suas mãos delicadas. Ela movimentava não apenas as mãos ao puxar de leve os cabelos dele, indicando onde ele devia ir – embora ela tinha certeza de que ele sabia o que estava fazendo –, mas também a cintura. Ela nem percebia que fazia os movimentos, só estava desesperada pela sensação. Ela nunca tinha sentido aquilo antes, mas sabia que estava próxima de alguma coisa, mais alguns segundos e não aguentaria a sensação. Gozaria na boca de seu rival. Mas então ele parou, e ela o olhou com uma mistura de confusão e raiva. — Só vai gozar quando eu quiser que você goze — ele depositou um último beijo em sua i********e e se levantou. Sakura gemeu de decepção quando achou que ele iria embora, e quando ele percebeu, chegou perto de sua orelha e sussurrou — Não se preocupe, hana, não vou te abandonar antes de vê-la se contorcendo para mim. Ele tirou uma chave de seu bolso e levou até as pulseiras da corrente e as soltou, e depois as de seus pés. — Eu poderia ter feito isso sozinha. — ela disse tentando fingir uma voz brava e confiante, sem sucesso. — Claro que sim hana, mas não quero vê-la gastando sua força. Talvez precise dela mais tarde para suportar o que eu tenho guardado para você — antes que ela pudesse se levantar para aproveitar sua recém liberdade, Itachi se agachou, enrolou seus braços em sua cintura e a puxou para o chão de madeira – que era receptivo ao toque, nem quente nem frio –, ficando por cima do corpo pequeno da garota, apoiado pelos antebraços. Retirou por completo a roupa que sobrara dela, puxou um de seus joelhos para cima, dando espaço a ele e voltou os dedos para sua i********e, dessa vez, mais intensamente, ouvindo seus gemidos que pareciam cada vez mais desesperados. Ele levou apenas um dedo para mais dentro dela, e a sentiu ficar tensa. — Não se desespere, ou vai doer mais — ele a advertiu. Foi com calma no começo até que ela se acostumasse com a sensação. — M-Mais... mais forte — ela suplicou. — Está querendo gozar rápido demais, hana — ele sussurrou ao morder sua orelha — Mas como posso recusar uma súplica dessas? Ele adicionou mais um dedo e fez o que ela pediu, usando o polegar para estimular seu c******s. Desceu a boca aos s***s redondos da garota, mas não ficou apenas na parte rosa dessa vez, cravou os dentes e sugou a pele imaculada da garota, deixando-a um pouco roxa. Manteve esse movimento até conseguir contar quatro marcas e sentir que ela estava chegando perto demais do ápice, então deixou sua i********e e levou sua mão à nádega da garota, desferindo um tapa em sua pele branca, e logo depois apertando-a. De repente, Sakura se deu conta de que estava completamente pelada e ele não tinha uma roupa sequer fora do corpo que não fosse a capa. Ela passou a mão por debaixo da blusa dele e a tirou, observando seu abdômen definido. Ela queria mordê-lo, queria deixá-lo marcado como ele a deixara a pouco. Empurrou-o, ficando por cima dessa vez, mas ele não se deitou. Itachi puxou as coxas roliças da garota, deixando-a sentada, ainda colada com ele. Dessa vez, foi ela quem beijou primeiro, agarrando sua nuca e o puxando de encontro. Enquanto ele distraia sua língua com a dela, suas mãos iam até sua calça para abaixa-la até os joelhos e chuta-la para o lado. Sakura sentiu o m****o rígido a baixo dela, e não pôde deixar de se assustar com o volume. Itachi a esfregava contra ele, ajudando-a com os movimentos, até que ficaram intensos demais para que o beijo continuasse. Ela fez como ele, e empurrou seu peito, deitando-o no chão, e começou a se abaixar para lamber-lhe o abdômen, fazendo os mesmos movimentos com a boca que ele fizera nela antes, deixando-o roxo também, e foi a vez dele de agarrar seus cabelos. Ela deixou as pernas de um só lado do corpo dele, para poder se movimentar melhor. Deslizou a mão mais para baixo e passou por de baixo de sua única peça de roupa, encontrando o m****o do homem. Ele gemeu roucamente ao ser finalmente liberto, sua cueca já lhe causava desconforto. Sakura não sabia exatamente o que fazer com ele, mas começou a movimentar a mão suavemente, com medo de machuca-lo, e como se ele lesse sua mente, pegou por cima de sua mão. — Não precisa ter medo, hana — ele a orientou, firmando mais sua mão contra a dela, e aumentou a velocidade dos movimentos. Fechou os olhos com a sensação após deixá-la se virar sozinha. Queria deixá-la lá, se divertindo com seu p*u, mas já tinham ficado na brincadeira por tempo demais. Itachi puxou sua perna de volta para cima dele subitamente, fazendo Sakura solta-lo e deixou seu m****o roçar sobre sua i********e. Ela o olhou nos olhos com medo, e ele sustentou seu olhar, com os olhos agora negros, como se dissesse para se acalmar. Ele levou sua mão até seu pênis e acariciou um pouco a glande sensível antes de satisfazer o seu desejo. Sakura se levantou um pouco mais, ficando sentada sobre os joelhos e deixou que ele se posicionasse. Suas mãos se mantiveram agarradas ao ombro largo do homem e ele a segurava firmemente na cintura, mas sem machuca-la. Ele a abaixou um pouco, ainda segurando seu pênis. A entrada foi dificultosa e Sakura reprimiu um gemido de dor. Não estava nem na metade e já estava assim. Ele a olhou atenciosamente quando ela abriu os olhos de novo, pedindo permissão para continuar. Ela assentiu e ele a abaixou mais, ainda de vagar e sem adentra-la por inteiro. Sakura abaixou o tronco e escondeu seu rosto no ombro do homem. E empurrou o corpo para baixo de uma vez, fazendo-o ficar totalmente dentro de si. Ele levou uma mão à cabeça dela e afagou seu cabelo quando a colocou mais uma vez por baixo, se retirando um pouco e voltando a investir com cuidado. Ele não pareceu muito feliz ao ver o rosto contorcido de dor de Sakura, e ela reparou. Ele está preocupado comigo? — Onegai... Não pare — ele hesitou, mas continuou. Seus gemidos eram quase gritos baixos, e o fizeram diminuir a velocidade, mas não precisou de muito tempo para que sua expressão de dor diminuísse e ele pôde aumentar um pouco mais a velocidade. Ele beijou seu pescoço e acariciou suas costas, que arquearam quando ele fez uma investida forte demais, fazendo com que ela não conseguisse controlar o volume de sua voz e realmente gritasse, mas não era de dor. Kami, ela estava gritando seu nome, gritando de prazer. — Mais rápido Itachi-Sama — ela pediu entre gemidos. E ele obedeceu, sorrindo atrevidamente para ela. Em um único movimento, Itachi se retirou dela para apanha-la pelo calcanhar e puxa-la para cima dele, caindo sentados. Dessa vez foi ela quem o colocou para dentro de si. Ele estava certo, ela estava ficando ansiosa demais pelo orgasmo. Sorriu com o pensamento enquanto beijava sua orelha e ela gemia seu nome. Ele a tocou em seu ponto sensível e pôde senti-la massageando-o com seus músculos internos. Ela estava perto mais uma vez, mas sempre que ela chegava perto demais, ele abandonava seu c******s para dar um tapa em sua b***a. Já estava com a marca de sua mão, e ele adorava aquela visão quando ela apoiava a testa em seu ombro e ele a olhava por cima. — Por favor... Por favor, agora — ela implorava para que ele a deixasse gozar. — Continue implorando assim e quem sabe, eu deixo — ele acariciou seu pescoço com a língua, sabia que ela não aguentaria muito, e ele também estava chegando perto. Ela cravou as unhas em sua nuca e envergou para trás, ele a estava torturando, mas continuou implorando baixinho. Ele a puxou mais para perto, fazendo com que seus corpos se esfregassem por completo e ela agarrava desesperadamente aqueles cabelos longos e macios, como se sua vida dependesse deles. E céus, como ele gostava disso. — Onegai — dessa vez foi praticamente um grito. Ela estava desesperada para descobrir aquela sensação nova que o homem a proporcionaria, mas ele gostava de brincar com ela. — Tudo bem então — ele empurrou um pouco sua barriga, arranjando espaço e voltou a estimula-la. — Já que insiste. Aumentou a velocidade do dedo e contemplou o resto vermelho. Ela mordia o lábio inferior com tanta força que ele tinha a sensação de que ela o faria sangrar. Itachi segurou seu rosto quando ela quis desvia-lo, mas ele fazia questão de ver o rosto dela quando atingisse o primeiro orgasmo de sua vida. Ela estava com vergonha, mas deixou ser observada. Até que enfim, Itachi deixou sua sensação de queimação explodir e ela se contorceu e sentiu os espasmos chegarem com pressa. Ela soltou o lábio e soltou o gemido final, revirando os grandes olhos verdes. O orgasmo dela fez com que ele fosse agarrado com mais força em seu m****o, e sua cavalgada, que se tornava mais selvagem o fez atingi-lo também. Ele deixou que sua própria essência se misturasse a dela, e eles juntaram as testas suadas, e por fim, as línguas. Ele diminuiu a velocidade e se retirou dela, deixando-a sentada em seu colo. Ele contornou o lábio inferior dela com o polegar e mostrou o dedo com sangue, como se exibisse seu sucesso. Ela apenas riu envergonhada como resposta, e notou que seu dedo não era a única coisa com sangue. Embora tivesse sido pouco, de qualquer jeito, ela acabara de perder a virgindade, ficaria surpresa se não tivesse sangue em sua i********e. — Desculpe... — Está tudo bem — ele a puxou para o chão e deixou que ela se aninhasse ao seu peito, afagando seus cabelos róseos. — Você não é tão mau quanto aparenta, não é? — ela indagou, mas soou mais como uma afirmação. Ele não respondeu, porém. Apenas levantou o tronco e beijou-lhe o pescoço, o que para ela foi uma confirmação de sua teoria.

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