Hidan - Take It

3778 Words
"I'll make you sin Again, and again Can't help my self Bad influence Can't get out what's in my head" "Farei você pecar De novo e de novo Não consigo me controlar Má influência Não sei o que tenho na cabeça" -Take It, Unknown Brain Sakura deixou sua sacola em cima da escrivaninha que ficava ao lado da cama enquanto Hidan se jogava no colchão. Ela tentava evitar olhar para ele enquanto tirava sua capa preta lisa e a dobrava, colocando ao lado da mochila. O homem a encarava de lado com os braços em baixo da cabeça, servindo de apoio, e as pernas cruzadas no alto. Ele devia estar adorando o fato que só havia uma cama no quarto. Eles foram designados a trabalhar junto pelos próximos dias, já que Kakuzou não estava disponível – por um motivo que ele se recusava a revelar –, e teriam que dividir o quarto do ryokan, já que tinham que se passar por um casal. Estavam ali para observar o jinchuuriki de três caudas. O era o de sete? A verdade era que Sakura não havia prestado muita atenção em Pain quando ele explicava o que deviam fazer, quanto menos ela soubesse, melhor. Sentia-se m*l por estar fazendo aquilo, e saber de detalhes explícitos sobre as vítimas só a faria sentir pior. Tudo o que tinha absorvido das instruções era que não estavam ali para caçar – ele fora bem enfático para Hidan nessa parte –, apenas observar e reconhecer o terreno, e que teriam que ir disfarçados para não chamar atenção já que a Akatsuki estava começando a ficar conhecida. Embora ela fosse nova para se passar por mulher de Hidan, seu cabelo – que agora estava um pouco mais além da altura do ombro – não era mais repicado como antes, e sim reto, o que a deixava com um ar sério e de mais madura. — Se não vai tirar a roupa nem tomar um banho antes de deitar na cama, pode ao menos tirar o sapato? — ela o repreendeu. — Olha que lindo — lançou um sorriso poético — Já está me tratando como se fosse minha mulher. — Só estou falando que você não é o único que vai dormir aí, e eu gostaria de uma cama limpa — agora ela tirava as poucas coisas de sua sacola e as colocavam perfeitamente alinhadas na escrivaninha. Eles não dormiriam juntos – claro – mas imaginava que fossem revezar os dias de dormir na cama. — Garota... — soltou uma risada debochada — você é tensa demais. Nunca faz nada espontâneo? — Eu posso ser espontânea — desviou o olhar de suas coisas e lançou um olhar emburrado para ele — Só não quero. — Certo — ele se sentou e acenou com a cabeça para suas roupas perfeitamente dobradas e arrumadas ao lado de seus pertences, como se a acusasse. — Quem liga? Eu não preciso provar nada para você. — Então não se importaria — Hidan levantou da cama e foi ao seu lado, pegou a blusa reserva dela — seu eu fizesse... não sei... — desdobrou e a jogou na cama — isso? Com todas as suas roupas. Ela o encarou séria e colocou as mãos na cintura. Aquele cara nunca agia como um adulto, parecia que ele se recusava a ver as coisas de outra maneira que não fosse um jogo. Ignorou a fala dele e pegou a blusa da cama, logo depois um short, uma calcinha e foi para o banheiro, trancando a porta atrás de si. Não iria entrar na dele, ele só estava mexendo com ela. Tomou um banho frio já que estavam em um lugar quente. Não se secou assim que saiu, apenas passou um pouco a toalha no cabelo para tirar o excesso de agua e o penteou, ainda com o corpo molhado, sentindo-se um pouco mais fresca. Finalmente se secou e vestiu-se rápido – não se sentia segura ficando nua com Hidan no cômodo ao lado –, abrindo a porta em seguida e se deparando com ele na posição exata de antes, na cama. Kami, ele é um inútil! Colocou sua roupa suja em uma sacola menor que levara dentro da bolsa para depois leva-la para o serviço de lavagem do ryokan e devolveu à mochila. O nukenin levantou-se rapidamente da cama e chegou perto – perto demais – da garota. Ela o olhou com reprovação, ameaçando-o e deixando claro que ele não devia chegar mais perto. — Você quer me provocar, não quer kunoichi? — ele a olhava de cima como se ela fosse uma presa. Sakura semicerrou os olhos e trincou os dentes e ele apenas soltou uma lufada de ar pelo nariz, como se não levasse seu olhar ameaçador a sério. Antes que a mão dele segurasse seu maxilar como ele pretendia fazer, ela segurou seu pulso e o torceu, obrigando-o a virar de costas e colou sua mão na coluna. Não podia negar que adorava ouvi-lo protestar de dor com os movimentos dela, mas mesmo deixando claro que estava desconfortável, ele ainda sorria e a olhava divertidamente por cima do ombro. Soltou seu braço com rispidez, jogando-o para frente enquanto mantinha o olhar firme para ele e ele mantinha seu olhar de desafio. Mas ele acabou sendo o primeiro a ignorar e voltar a agir como se nada tivesse acontecido, voltando para a cama. Talvez ele estivesse certo, porém. O short era curto, e ela conhecia bem a peça, e estaria mentindo se dissesse que não se sentia excitada quando ele a provocava. Olhou para ele de relance, mas desviou o olhar antes que ele percebesse que ela estava considerando o que ele falara alguns segundos antes. Voltou para o banheiro e fechou a porta. De repente, já se sentia quente como se não tivesse acabado de tomar banho. Por que ele tem esse efeito em mim? Abriu a torneira da pia e molhou um pouco o rosto e a nuca para ver se o rubor saia de suas bochechas. Quando abaixou a toalha assim que terminou de se secar, ouviu a porta abrir bruscamente e o observou entrar pelo espelho. — O que você está fazendo aqui? — perguntou, mesmo que já imaginasse qual era a resposta — Não pode me dar um pouco de privacidade? — Não brinca comigo, garota — ela se virou para ele, encostando as costas na bancada e apoiando as mãos ao lado do corpo — Acha que eu não percebo essas olhadas que você me dá? Está claro que você faz isso — gesticulou para o short — de propósito. — E se for? — ela respondeu enquanto se afastava dele. Se ele gostava tanto de provoca-la, por que ela não o faria também? — O que você vai fazer? Hidan segurou seu braço e a puxou de encontro a ele. Agora, quem tinha o olhar sério era ele, e ela era quem sorria debochada. Sakura ficou na ponta dos pés e esticou o corpo para alcançar seu ouvido e repetiu a pergunta. — O que vai fazer? Ele segurou o cabelo molhado com a mão direita e puxou para trás, fazendo-a encará-lo. — Vou te mostrar o que eu vou fazer. O nukenin agarrou sua cintura com a mão livre e colou os corpos, enterrando a cabeça em seu pescoço logo em seguida e mordendo a pele branca. A garota soltou o ar que prendia nos pulmões e agarrou o braço esquerdo dele para se firmar no lugar, o que era difícil pela brutalidade dele. Sua língua explorou o pescoço de lado a lado, e seus dentes raspavam nela quando chegavam mais perto dos maxilares, deixando-a toda arrepiada. Ela apertou mais os corpos e se arrastou sobre o dele, sentindo sua calcinha encharcada, sinalizando sua ansiedade de senti-lo possuí-la. E o modo como ela arfava e esfregava sua cintura na dele, o fazia deseja-la como nunca, deixando-o duro e aprofundando os dedos em sua cintura conforme deslizava a mão para baixo. Segurando o cabelo da garota, ele ditava os movimentos de sua cabeça para que o favorecessem enquanto ele molhava seu pescoço. Soltou da b***a dela por um segundo antes de voltar com rapidez e força, fazendo ecoar o som de um tapa ardido em sua nádega. Ela gemeu com a ação, e ele aproveitou que ela se esticou ainda mais na ponta dos pés para segurá-la ainda mais forte contra seu corpo. Ela m*l precisava apoiar-se no chão. Sua mão abandonou os cabelos róseos e se juntou à outra na b***a dela. Deslizou-as para baixo e pegou a médica-nin no colo, colocando-a sentada na bancada. Sua falta de delicadeza fez com que Sakura batesse as costas no espelho, mas isso não a incomodou, pelo contrário, só a deixou mais extasiada. Hidan levou ambas as mãos para o decote da blusa dela e as separou, rasgando-a no meio e revelando seu top preto. Ela tirou os braços das magas e jogou o trapo de lado enquanto se empurrava mais para frente e o puxava para seus braços, selando os lábios. Ele enfiou a língua com força, como se travasse uma batalha com a dela, e ela seguiu seus movimentos enquanto enterrava os dedos na nuca dele e passava a perna esquerda envolta de sua cintura, juntando as intimidades ainda cobertas, mas sentindo seu m****o rígido estimula-la inconscientemente. Ela se separou apenas para tirar o sutiã enquanto ele se livrava da própria camiseta e logo voltou a beijá-lo. Se fosse possível, a intensidade do beijo teria aumentado quando ele espremeu seu mamilo esquerdo entre os dedos, fazendo-a se contorcer de prazer e gemer em sua boca. Mordeu o lábio inferior dele quando ele apertou seu seio e acariciou o lugar agora sensível com o polegar. O nukenin se soltou dos dentes da garota e lambeu o lábio, sentindo um leve sabor de sangue e sorriu, deliciando-se com a atitude dela tanto quanto a visão que tinha de seus p****s empinados. Abocanhou o direito e imitou os movimentos que fizera com a mão no outro, mordendo e deixando-o sensível para logo substituir os dentes pela língua e estimulá-la em movimentos circulares, assim como ele ainda fazia com o polegar. — Kami-Sama — gemeu e arqueou as costas, encostando-se na superfície gelada do espelho. Ele enlaçou a cintura e a puxou, logo deixando o seio agora vermelho e admirando a visão da garota totalmente entregue para ele. Arranhou a sua lombar e trouxe seu quadril para frente, fazendo-a sentar mais ereta e agarra-lo pelo ombro. Sakura sabia que ele estava adorando aquilo achando que ela faria tudo do jeito dele, mas ela não seria submissa o tempo todo. Pressionou o peito dele para que se afastasse um pouco e desceu da bancada, apoiando-se pelo quadril dele. Segurou a barra de sua calça e a deslizou para baixo, segurando seu pênis rígido e massageando-o por cima da cueca vermelha. Foi a vez dela de se deleitar com a visão dele fechando os olhos e tombando a cabeça para trás. Sem parar de masturba-lo, ela enterrou as unhas da mão esquerda em seu quadril enquanto levava a boca para o lóbulo de sua orelha e o lambia. Variava entre o pescoço e a orelha do homem, lambendo-o e mordendo, assim como ele fizera com ela. Sentiu ele travar o maxilar. Sabia que na visão do homem, era ele que deveria comandar, mas estava claro como ele estava gostando de ser estimulado por ela. A médica levou a mão esquerda para o rosto dele e o direcionou para ela. Não precisava dizer nada, apenas o olhar e o sorriso que ela lançava eram provocações suficientes. — Eu vou ter que rezar muito para compensar o que eu vou fazer com você — disse entredentes. Hidan firmou os dedos em sua cintura mais uma vez e a empurrou para cima, voltando a deixa-la sentada na bancada. Quando o fez, arrastou as mãos para baixo levando o short e a calcinha juntos e parando um pouco seus movimentos brutos para novamente admirar seu corpo, totalmente nu agora. Ela se inclinou para frente e puxou o pênis para fora para voltar a provoca-lo, tocando-o de leve e mantendo a concentração na glande sensível. — Pode apostar que vai. Avançou sobre seu peito e deixou sua i********e encostar a dele enquanto lambia a clavícula do homem e o ouvia gemer com o contato dos corpos quentes. Ele arrastou a mão esquerda para a b***a da garota e a direita para sua b****a molhada, espalhando a umidade e enfiando dois dedos profundamente. Sakura gemeu e se contorceu, movendo a cintura a favor dele enquanto arranhava suas costas e mordia seu pescoço. O jeito que ela gemia e se movimentava sobre seus dedos o deixava cada vez mais louco de excitação, queria come-la com força e ouvi-la gritar de prazer, mas não podia deixar de se divertir um pouco com ela até que ela implorasse. Afastou os corpos sem retirar os dedos dela e fazendo-a largar seu pênis e apoiar as mãos ao lado de si. Observou atentamente como ela reagia a cada investida e a cada centímetro que a tocava até entender qual era seu ponto mais sensível. Usou apenas o dedo médio para estimula-la no c******s, movendo-o de cima para baixo e aguçando sua audição, pois não queria perder um gemido sequer que saía daqueles lábios vermelhos. Quando as arfadas ficaram descompassadas e falhadas, ele sabia que era o indicativo que ela iria gozar e seria ali que sua tortura começaria. Deslizou os dedos para cima, retirando-os da i********e e pousando a mão em seu pescoço. Ela abriu os olhos e franziu o cenho, brava por ter sido abandonada no momento mais excitante. Mas ele ignorou seu olhar reprovador e avançou sobre ela, forçando sua língua para dentro da boca dela. Deslizou a mão para a nuca e a arranhou ao arrastar as unhas até seu ombro e enterra-las ali, deixando a pele alva marcada ao mesmo tempo que mordia o lábio inferior dela. A kunoichi levou a mão ao cabelo branco do homem e o puxou para trás, fazendo-o soltar-se de sua boca e inclinar a cabeça para trás. Embora ela estivesse usando força, ele sorria como se gostasse de atitudes como aquela. Ela soltou seu cabelo e usou a mesma mão para desferir um tapa não muito forte em seu rosto, logo lançando-o um sorriso malicioso. — Você não é o único que gosta dessa brincadeira — disse para o homem quando e ele lançou a um olhar incrédulo e divertido. Hidan soltou uma risada alta antes de puxa-la pela b***a para a ponta da bancada e enfiar com força três dedos em sua cavidade e começar as investidas. Ela tombou a cabeça para trás e fechou os olhos enquanto seus lábios se separavam. A sensibilidade que ela já sentia no local a deixavam perto de seu auge com mais rapidez e ela gemia alto, às vezes abrindo os olhos apenas para revira-los em suas órbitas. Daquele jeito, Sakura o faria gozar sem nem mesmo tocá-lo. E mais uma vez, antes que ela atingisse o orgasmo, o nukenin interrompeu o movimento dos dedos e os deslizou por sua perna, dando mais um tapa na coxa esquerda. Não podia mais se segurar. O modo que ela se mexia, como ela abria as pernas e as apoiava no armário debaixo de si, dando passagem para ele e uma visão perfeita de cada centímetro do seu corpo estavam o levando às alturas. Ele precisava saciar aquela vontade dele assim como o fogo dela. Arrastou totalmente a cueca para baixo e a jogou de lado, acabando com a restrição de movimento que a peça causava. Masturbou-se um pouco e encaixou o m****o na entrada da garota sem adentrá-la, apenas se movimentou um pouco. Ainda tinha mais uma coisa para fazer: vê-la implorar por seu p*u. Como se não aguentasse mais aquele jogo, a kunoichi o segurou por cima da mão robusta dele e empurrou o próprio quadril em sua direção, mas ele a segurou e recuou antes que ela fizesse o que pretendia. Meneou a cabeça e sorriu, fazendo um som de negação com a língua. Continuou a brincadeira ao usar o m****o rígido para estimular seu c******s e enfiar apenas a cabeça vez ou outra. — Mete logo — falou enquanto apoiava a mão direita no braço do homem, tentando conduzi-lo para isso, mas ele apenas aproximou o peito em sua direção e falou em seu ouvido — Achei que já tivesse entendido como funciona a brincadeira — ele rodeou sua entrada com a glande — Como se diz? Aquela brincadeira a excitava e a deixava cada vez mais molhada, mas não iria implorar para ele. — Vai logo — com o calcanhar, ela empurrou a b***a dele em sua direção e levou o quadril para frente sentindo-o entrar com tudo e ouvi-lo rosnar de prazer. Hidan apertou a b***a dela e a pressionou mais contra si enquanto mordia sua orelha e começava as investidas. Ela não havia implorado do jeito que ele queria, mas não podia resistir aos movimentos dela, principalmente agora que seu m****o estava tão lambuzado com o prazer da garota. Enquanto ele agarrava sua b***a e beijava seu pescoço, ela arranhava suas costas com a mão direita e puxava os cabelos dele com a esquerda. Seus gemidos, embora sincronizados com o som das peles se chocando, não eram disfarçados por causa da altura que ela os realizava. Sua respiração batia no pescoço dela e ricocheteava para sua face, mas ele podia senti-la arrepiada. Afastou o rosto e a lambeu nos lábios, logo depois dando uma mordida que o puxou para si, soltando-o quando seu tronco e o dela ficaram mais longe um do outro e a olhou enquanto ainda metia rápido. A mão que antes estava na nuca do homem desceu para o ombro enquanto a que o arranhava nas costas espalmou na bancada para apoia-la. Não conseguia desviar o olhar de seus s***s, movimentando-se freneticamente para cima e para baixo até um ser preso por sua mão e espremido em seus dedos, e sentiu o aperto da mão que o agarrava pelo ombro ficar mais forte. Ela deslizou a mão até seu peito e fez menção de empurra-lo para descer da bancada, mas ele a segurou, levando-a para o espelho e a prendendo ali. — M-Me... Ahh — Sakura tentava falar, mas com as investidas dele, ficava difícil de para de gemer — Me come de quatro. Aquelas palavras quase o levaram ao auge, mas retirou-se rapidamente dela antes que o atingisse e a puxou para frente deixando ela descer. As pernas bambas dela quase deixaram que ela caísse, mas ele a segurou pela cintura enquanto a virava de costas e a colocava de bruços sob o mesmo lugar em que antes ela sentava. Controlou um pouco sua ferocidade quando a viu naquela posição, com o braço esquerdo servindo como um travesseiro para sua cabeça e o direito agarrando a ponta da bancada. Manteve a mão que pressionava suas costas no mesmo lugar e sou a outra para acariciar uma nádega. — Empina essa b***a linda, kunoichi. Ela soltou uma risada fraca e esticou a perna o máximo que podia para fazer o que ele tinha pedido enquanto o olhava por cima do ombro. Hidan sorriu de volta e bateu em sua nádega, notando em seguida que a perna já estava ficando vermelha por conta dos outros tapas. Acariciou o local uma última vez antes de voltar a meter. O choque dos corpos a impulsionavam para frente, e a quina da bancada pressionava sua barriga, mas a dor que aquilo causava a deixava mais eufórica. O impulso fazia com que fosse impossível ficar deitava naquela posição, então levantou um pouco o tronco – até onde ele permitia, já que mantinha uma mão em suas costas empurrando-a para baixo – e apoiou a mão direita no espelho. Sua mão, que costumava ser gelada em todas as ocasiões, agora estava tão quente que parecia que pegaria fogo a qualquer momento, e o contato com a superfície gelada do espelho o deixou um pouco embaçado ao redor de onde ela se apoiava. O atrito que a quina fazia em sua barriga começou a incomodar, e ele percebeu isso. Diminuiu o ritmo e tirou a mão de suas costas e a puxou pela cintura um pouco para trás, aliviando a dor e deixando que ela se apoiasse nos próprios pés. — Só eu posso te deixar marcada — inclinou-se para falar e aproveitou para morder sua orelha. Levantou o tronco e a deixou apoiada pelos cotovelos na bancada, voltando a aumentar a velocidade e não demorou muito para sentir o orgasmo próximo. Levou a mão direita para o c******s e fez os mesmos movimentos de antes, subindo e descendo o dedo médio, mas sem ser rápido demais. A penetração já estava intensa, ser feroz demais naquele ponto não seria tão bom quanto se fosse lento. Sakura gemeu alto quando sentiu seus dedos a deixarem ainda mais quente. Cada mexida a queimava por dentro de uma maneira incrível. — Goza para mim, Sakura — ele pediu com a voz rouca. Aquele parecia um pedido injusto, mas ele devia saber que ela já estava quase nesse ponto, e a voz dele pronunciando aquelas palavras a fez sentir uma explosão por dentro e liberar o orgasmo, comprimindo os músculos internos envolta do m****o dele e fechando as mãos em punho enquanto tentava não gritar de t***o. O aperto que seu orgasmo causou no homem, foi a causa do seu próprio. Apertou a mão nos cabelos róseos ao sentir sua essência preenche-la, virando a cabeça dela de lado e vendo que ela ainda gozava e revirava os olhos. Ele a soltou por completo enquanto se retirava de dentro dela e apoiou as mãos na bancada ao redor da garota. Ela se virou para ele e riu um pouco sem fôlego ao vê-lo arfando ainda com os olhos fechados, como se ainda não acreditasse que eles finalmente tinham feito aquilo depois de tantos meses que ficavam se provocando. Tirou o braço de sua volta e foi até sua calcinha que estava embolada junto com o short. Ele a observava enquanto a garota dobrava as roupas e as colocava no quarto. A kunoichi voltou para o banheiro e ligou o chuveiro mais uma vez. O olhar que ela lançou para Hidan enquanto entrava no box, fez o mesmo se mover pela primeira vez desde que ela saíra de perto dele e andar em direção ao chuveiro, agarrando-a pela cintura e colocando-se debaixo d'água junto dela.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD