Sasori - Wild

3370 Words
"I feel so wild, I hold it all inside my mind Your touch is quiet, I don't wanna do what's right You got me so tight, I lose my sight" "Me sinto tão selvagem, guardo tudo em minha mente Seu toque é quieto, não quero fazer o correto Você me deixou tão apertada, perdi minha vista" - Wild, Chymes Sakura havia acabado de trancar a porta de seu apartamento quando sentiu seus pulsos e calcanhares serem espetados por alguma coisa. Era uma sensação familiar. Mas não viu nada ao olhar para os lugares sensibilizados, só que também não podia move-los. E então, ela se lembrou: fios de chakra. A sensação era parecida da de quando Chiyo baa Sama a ajudou na luta contra Sasori, três semanas atrás, mas tinha algo diferente... algo mais forte, violento. Ela olhou a sua volta, em seu apartamento pequeno e não viu nada que pudesse explicar aquele fenômeno. Até ouvir sua voz. Aquela voz que nunca sairia de sua cabeça. Aquela voz que pertencia a alguém que estava morto. Ou pelo menos deveria estar. — Ninguém nunca havia chegado nem perto de me derrotar — ele falou um tanto irritado — Mas você... Você foi diferente. O que você tem de especial, afinal? — ela tentava desesperadamente se soltar dos fios, mas eles eram mais resistentes do que aço. Afinal, era o chakra de um m****o da Akatsuki. — Sua força abismal... eu nunca imaginaria pelo seu tamanho. Mas ainda assim, você conseguiu me derrotar. — Apareça, covarde! — ela gritou, tentando esconder o medo da voz. E ele o fez, com um pequeno sorriso exibido e com a mão direita na altura do rosto, revelando os fios de chakra saindo da ponta de seus dedos. — Como? Como você não morreu? Eu o vi morrer. — Cada um tem suas artimanhas, não é? — ele movimentou a mão e a garota foi junto, sendo conduzida para a janela. Seu coração palpitou. — É uma queda alta. Acha que sobreviveria se eu a jogasse daqui agora? — ela fechou os olhos esperando pelo pior quando ele se aproximou dela e sussurrou — Não achou que eu deixaria você sair impune depois do que fez, achou? — Então o faça logo. Faça a sua punição e me empurre de uma vez. — Ah, eu vou realizar a minha punição. Só não dessa maneira — ele levou a outra mão para cima, acariciando seus cabelos. — Diga-me, Sakura, como acha que ainda estou vivo? — Eu não sei, foi por isso que eu perguntei — ela falou rispidamente. — Esse corpo... — ele falou gesticulou para si mesmo, como se tivesse nojo. — Humano, imperfeito... Eu queria abandoná-lo, mas fui prudente e o deixei guardado de reserva. Era isso! Seu corpo não era mais uma de suas marionetes, significava que ele tinha mais pontos fracos dessa vez. E ela já o derrotara antes, poderia fazê-lo de novo. Mas teria que esperar pelo momento certo. Então apenas escutou atentamente enquanto ele falava, mantendo os olhos fixos no pavimento muito abaixo deles. — De tempos em tempos, quando retirava uma parte do meu corpo para substituí-la e aprimora-la, eu as mantinha guardadas, até que meu corpo virasse uma marionete e eu possuísse o verdadeiro corpo inteiro guardado. Reservado. Protegido. "Quando me juntei a Akatsuki, o mantive escondido até mesmo deles. Anos atrás, a pessoa que havia chegado mais perto de me matar só conseguiu rachar o meu casco, mas eu admito que senti que fosse morrer. E aquela sensação não me agradava muito, afinal, eu escolhera me transformar em uma marionete porque assim, poderia me recompor caso sofresse um dano sério, um benefício que não existe em um corpo humano. Você como médica deve saber bem disso. Ainda assim, meu corpo possuía uma fraqueza. Mesmo que fosse apenas uma, ela me incomodava. "Passei anos aprimorando o meu jutsu secreto, esperando nunca chegar a esse ponto, mas mesmo assim, eu me sinto atraidíssimo pela ideia de não correr nenhum risco. E esse jutsu era um de transferência. Assim que eu o realizasse, meu coração no corpo humano voltaria a bater e minha consciência seria transferida para ele. " — E quando você soube que eu o mataria, você fez isso — ela concluiu. Não podia negar, ele era mesmo genial. — Por conta disso, eu pude salvar a minha vida. Mas isso não muda o fato de que você destruiu cada um dos meus bonecos — Sakura sentiu um tom de descrença em sua voz. Ele inspirou fundo e meneou a cabeça — Fez um estrago e tanto com o trabalho da minha vida, garota. E agora vou ter que começar tudo de novo — ele levou sua mão ao queixo dela e o puxou, obrigando-a a olhá-lo — E preciso começar de algum lugar. Ela puxou o rosto, se desvencilhando de sua mão. Teria preferido se ele acatasse a ideia de jogá-la da janela, teria sido menos doloroso. — A sua força... é sobrenatural. É perfeita. E é a perfeição que eu busco. Eu quero você e sua força. Quero controla-la, quero tê-la — Sakura já não sabia mais se ele estava falando de sua força ou dela mesma. — Seja uma das minhas marionetes, Sakura — ele colocou uma mecha de seu cabelo enrolada em seus dedos, admirando sua beleza. Chegou mais perto e sussurrou — Você seria minha obra prima. — Nunca! Ela precisou de todas as suas forças para isso, mas conseguiu se libertar do chakra dele. E pelo breve segundo que ela pôde observá-lo antes que pulasse da janela, ele estava atônito. Sabia que seria uma queda feia, mas poderia concentrar o chakra nos pés para que não sofresse nunhum dano. Mas ela nunca chegou ao chão. Sentiu uma pontada de dor em sua nuca e em menos de um segundo, tudo ficou preto. Veneno. Foi a única coisa que conseguiu deduzir antes que perdesse a consciência. * —Você é mesmo uma garota difícil — ele falou quando ela abriu os olhos. Estava deitada em um colchão em um ambiente claro, o que parecia ser um laboratório. Havia uma luz direcionada para o seu rosto que a impedia de entender muita coisa que estava acontecendo à sua volta, mas ela podia identificar uma mesa com instrumentos de cirurgia do seu lado direito, um pouco a cima da altura de sua cabeça. Não sentia o corpo. Sasori finalmente apareceu em seu campo de visão. — Não esperava que se libertasse dos meus fios de chakra. Mas como você pode perceber, — ele gesticulou para o próprio corpo — eu sempre tenho um plano B. — O que vai fazer agora? — ela perguntou. Não tentou esconder a voz de medo, não era necessário. Ele sabia que ela estava apavorada, e ela sentia que de nada adiantaria fingir braveza — Vai arrancar pedaços do meu corpo e me transformar em um de seus escravos? — Ainda não me decidi sobre isso — ele se sentou ao lado dela e tocou seu rosto. — Embora eu seja bom em manter o rosto original em meus bonecos, não vejo por que fazer isso agora em você. Claro, eventualmente será necessário substituir todas as partes do seu corpo para que você possa ser imortal. Mas por enquanto... — ele chegou mais perto e seus dedos foram substituídos por seus lábios — Você não precisa de um aprimoramento — seus dedos correram por seu queixo, maxilar, pescoço — E tenho certeza de que vai ficar ainda mais perfeita quando amadurecer por completo. Sakura sentiu seu rosto queimar. Ele estava falando de seu corpo ou de suas habilidades? De qualquer maneira, ela se sentiu culpada por ficar feliz ao ouvir aquilo. Mesmo que fosse um dos caras malvados, ele reconheceu suas qualidades. — Eu nunca vou aceitar isso — ela disse, mesmo assim. — Nunca vou deixar que me controle. — Ah, mas você não entendeu? — ele levantou o rosto para mirá-la, mas manteve seus dedos em seu pescoço — Eu não preciso te controlar. Transformá-la em um boneco é apenas algo necessário para que se alcance a imortalidade, mas eu quero que você decida sozinha se quer lutar comigo. Ou contra mim. — Isso não é obvio? — ela disse, dessa vez enfurecida. Em um piscar de olhos, podia sentir seu corpo mais uma vez. Levantou-se da cama e pulou contra ele, imobilizando suas mãos com as pernas, pressionando-as ao lado do corpo e colocou seu antebraço contra o pescoço do homem — Eu nunca lutaria ao lado de alguém como você! — Por favor — ele falou em um tom zombeteiro — Alguém como eu? Um gênio, você quer dizer? Acha que eu não notei seu coração acelerar quando te elogiei? O rubor nas suas bochechas quando reconheci o seu talento? ­ — ela apertou mais seu pescoço, mas ele continuou falando, com um pouco de dificuldade — As pessoas não dão valor para você, não é? Não o tanto quanto deveriam. Eu sei como se sente. Ele movimentou as mãos que estavam presas pelo pé da garota furiosa e usou sua habilidade para tirá-la de cima dele, colocando-a no chão ao seu lado. E então a soltou, esperando que fizesse algum movimento. Mas ela continuou ali, como se pensasse sobre o que ele disse. Sasori se sentou e a encarou, mas não por muito tempo, pois não resistiu o impulso de aproximar-se e depositar um beijo no canto de sua boca. Ela se assustou com a ação e o arremessou para o outro lado. Sakura se levantou e o olhou desnorteada enquanto ele também ficava de pé. Por alguns segundos – minutos, talvez – ela não fez nada além de encará-lo. Eu não posso estar seriamente considerando o pedido dele, posso? Ela pensava enquanto isso. O que Naruto pensaria de mim? O que Kakashi-sensei faria? Mas também... ela se repreendeu por ter esse pensamento, mas não pôde evitar. Naruto talvez ficaria melhor sem mim. Ele faz de tudo para me proteger, talvez se eu sumisse ele deixaria de lado a promessa. Sempre fui uma má influência para ele. E Sasuke-kun... talvez me veria de uma maneira diferente... Ela avançou alguns passos até ficar cara a cara com Sasori. Precisava pensar muito mais naquele assunto. Foi muito pouco tempo de conversa e menos ainda pensando sobre o assunto para tomar uma decisão seria. Mas as palavras que ele usou a acertaram em cheio. No fundo ela sabia que seus amigos tinham a consciência de que ela se tornara uma boa kunoichi, mas ainda assim, eram sempre eles que pulavam na frente de uma kunai para protege-la, como se ela fosse frágil demais para cuidar de si. E aquilo a enfurecia. Tudo o que ela podia pensar era que seus amigos a conheceram quando ela era fraca e desempenhada, e aquilo nunca sairia da cabeça deles. Mas Sasori a conhecera quando ela estava forte. Eles lutaram e ele perdera. Ele sabia do potencial que ela tinha. Então foi ela quem deu o primeiro passo e levou seus lábios aos dele. E ele não demorou para retribuir, abrindo seus lábios e deslizando sua língua sobre a dela, puxando sua cintura para a dele. De repente, o beijo se tornou feroz – ela é feroz, afinal –, e ela o empurrou contra a parede, enquanto puxava sua nuca para si. Ele levou suas mãos para suas pernas, colocando seus joelhos apoiados em sua cintura, inverteu as posições e a colocou contra a parede. Uma de suas mãos passou por debaixo da blusa e a levantou, levando junto o sutiã. Massageou seu seio direito com a mão e abaixou os beijos até o seio esquerdo. Sakura pressionou-se ainda mais contra a parede quando ele tocou seu mamilo com a língua, mantendo o ritmo feroz do beijo e usando os dentes vez ou outra. Suas mãos agarraram os cabelos vermelhos quando a o homem espalmou a mão que estava em seu seio por sua barriga, sendo impedida de continuar a descer pelo short da garota. Por um breve momento, ele levantou a cabeça de seu seio e a encarou. Ele estava ruborizado tanto quanto ela. Como ele pode ser tão fofo e tão amedrontador ao mesmo tempo? Ela fechou os olhos e tentou afastar esse pensamento. Sasori abandonou sua barriga e a segurou pelas coxas, carregando-a até o colchão enquanto beijava seu pescoço. Colocou-a ali, tirando sua capa da Akatsuki e começando a tirar a blusa enquanto ela tirava a própria, mas ela se sentou e o agarrou, como se tivesse desesperada por ele. Ou com pressa. Mordeu seu lábio e arranhou sua nuca quando ele apertou sua b***a contra a cintura dele e ela pôde senti-lo duro contra sua i********e latejante. Ela puxou sua camisa para cima com força e espalmou as mãos em seu peitoral. Aproveitou que estava em sua altura para passar a língua por ali, chegando a clavícula e por fim, ao pescoço, e sentiu ele se arrepiar enquanto passava as unhas por suas costas. Ele se afastou minimamente dela e retirou sua própria calça. Empurrou o peito da garota contra o colchão e puxou seu short e calcinha, arranhando um pouco a pele da garota no processo. Ela não se importou. Ao subir para voltar à garota, ele colou o lábio inferior no interior de sua coxa direita e o levou até sua i********e, lambendo a extremidade de sua a******a, fazendo a garota tremer. Mas não se demorou muito, pois a garota puxava seu cabelo, pedindo para que fosse até ela. E assim o fez, aproveitando para passar a mão por todo o corpo da garota até parar em seu pescoço pressionando levemente contra o colchão enquanto passava a língua nos lábios rosados e deslizava-se para dentro. A garota alcançou seu m****o e o direcionou para sua a******a, mas sentiu seu pulso ser preso novamente pelo fio de chakra e direcionado para o lado de sua cabeça. — Está apressada, Sakura? — ele indagou sorrindo, enquanto enfiava dois dedos nela — Ainda não fez tudo o que eu quero que faça. — Eu faço... — ela disse entre gemidos — faço qualquer coisa. — Eu sei disso. Sasori prendeu seu chakra no outro pulso da garota e no calcanhar direito e jogou o próprio corpo para trás, puxando-a consigo de modo que ela ficasse sentada de joelhos em cima dele. Ele passou a mão vagarosamente pelas costas macias da garota, passando por uma ou duas pequenas cicatrizes no caminho, por um momento, apenas admirando o corpo dela. Até chegar em seus cabelos e puxa-los bruscamente para trás, levantando-se da cama e fazendo a garota ajoelhar-se em sua frente. Ele usou seu chakra para puxar a mão dela até seu m****o e fecha-la em torno dele. Mas não precisou mantê-la presa para que movimentasse a mão. Sakura subiu os olhos na direção dos dele e o olhou provocativamente enquanto o tocava devagar. Deixava sua boca perto o suficiente para encostá-la em sua parte sensível. — Mais rápido, Sakura — ele ordenou. — Calma — ela falou, e logo lambeu a glande, fazendo-o segurar seu cabelo mais fortemente — Nem tudo tem que ser do seu jeito. — Tem sim. E empurrou sua cabeça para seu m****o, fazendo-a engoli-lo de uma vez, engasgando com a brutalidade. Mas ela não o soltou, apenas não chegou até o fim nas próximas idas, mas o estimulava com a mão na parte em que não conseguia colocar para dentro. Ele a orientava a ir mais rápido conforme ele quisesse pelos cabelos róseos, deixando a cabeça tombar para trás e apoiando a outra mão na cama. A kunoichi o estava levando a loucura quando lançava olhares para ele enquanto o sugava com força quando ia para trás. Ele aumentou a velocidade quando estava quase no limite, e queria deixa-la ali para que ela o fizesse ultrapassar a barreira, mas ela também era forte. Desvencilhou-se de seu chakra – dessa vez ele não ficou surpreso, sua concentração estava ocupada em outro lugar – e o soltou, voltando para cima. Ele a puxou, colocando-a no lugar que ele estava segundos antes e a jogou para o colchão. Beijou seu pescoço e passou a mão por sua barriga, sentindo a pele lisa e massageando seu seio. Ela, por sua vez, segurava-se em suas costas. Sasori não esperou que ela fizesse o movimento decisivo e colocou-se para dentro dela. A garota soltou um gemido baixo de surpresa e se desconcentrou com os movimentos que ele fazia com a própria cintura, nem muito rápido, nem muito devagar. Ela cravou as unhas em sua lombar quando ele levou uma mão para tocá-la no c******s, fazendo seus gemidos aumentarem, e os beijos que ele dava em seu pescoço se tornarem mordidas. Mas ela era como uma leoa faminta – Era de se esperar de alguém tão forte –, era como se ela se recusasse a ser dominada. Não perdeu o ritmo de sua cintura quando o jogou para trás e foi junto, deixando-o cair deitado, mas mantendo-se sentada. — Kami — ele gemeu enquanto ela cavalgava sobre ele. — Não, sou apenas eu — ela sussurrou em seu ouvido ao abaixar o tronco, deixando seus s***s se esfregarem peito no dele. — Apenas você? — ele indagou, com uma certa dificuldade de se concentrar o suficiente para encontrar palavras. Ela sorriu e o beijou, aumentando a velocidade. Quando chegou em um ponto em que ele m*l podia aguentar, agarrou o pulso que o pressionava com força para baixo e sentou-se, impulsionando Sakura para cima, deixando seu movimento ainda mais selvagem. Estava apoiado no colchão por uma mão e usava a outra para estimulá-la no ponto sensível, enquanto ela subia e descia rapidamente. Ele ficou hipnotizado pelo movimento de seus s***s, queria abocanhar um, mas com os movimentos dela, seria impossível. Finalmente, ela fez uma última investida e ele sentiu chegar ao seu limite. Aproveitou a situação para empurrá-la para cima com a mão que estava em sua i********e e jorrar fora dela, mas seu objetivo era tê-la em sua boca enquanto gozava. Não tirou a mão do sexo da garota – não se importando que tinha se sujado com sua própria essência – quando conseguiu o que queria e a chupou intensamente, e mordeu um pouco enquanto ainda sentia o liquido banhar a i********e dela. — Ah... eu estou... Kami-Sama! Eu vou gozar — ela gritava enquanto ele acelerava o movimento de suas mãos. — Sasori! Sakura enterrou sua cabeça no ombro dele quando os espasmos começaram e ela o mordeu fortemente. Os movimentos de sua cintura perderam o ritmo, mas ele conseguiu alcança-lo, prolongando o orgasmo da garota. Ela finalmente deixou que ele ficasse por cima quando seu corpo amoleceu e ela se jogou para trás, deixando que ele, também com as pernas trêmulas, a segurasse pelas costas e a arrumasse no colchão, deitando-se por cima dela. — Eu preciso... — ele começou, ainda arfante — preciso voltar para a Akatsuki, eles estão me esperando — Sasori se levantou, procurou as roupas e se vestiu — Posso considerar que esse seu gemido foi um sim para a minha pergunta? Ela ruborizou e assentiu. Não falou mais antes de sair do cômodo e revelar um hall com algumas portas e uma escada que levava para um piso inferior. Ele a fechou atrás de si e ela pôde ouvir o som de um trinco. Era uma pena que aquele garoto já havia feito sua decisão de que lado estava, teria sido um bom shinobi se não fosse tão bom como nukenin. Esperou um pouco sua força voltar para pegar suas roupas e se vestir. Agora ela só precisava achar uma maneira de sair de lá. Eu pensei em fazer um final alternativo para essa história, em que a Sakura decidisse ficar e se aliar a ele, mas eu escolhi esse final pq acho que seria mais a cara dela do que se ela abandonasse o Naruto e pá, até pq, ela sofre mt com o abandono do Sasuke, se ela fizesse isso com ele, ela estaria sendo hipócrita. Enfim, espero que vcs tenham gostado
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