Cobra narrando Eu m*l tinha encerrado a ligação com meu parceiro de Goiás quando a porta da sala se abriu com brutalidade, quase sendo arrancada das dobradiças pela força da entrada. O som das vozes desesperadas ecoou no cômodo, cortando o ar como navalha. Luna entrou primeiro, com os olhos arregalados, a expressão tensa e um brilho sombrio de urgência no olhar. Atrás dela vinha Matheus, os passos pesados, as mãos cerradas em punhos, o maxilar travado como se estivesse segurando o mundo nos dentes. E logo depois apareceu Rayane… e quando eu vi a cara dela, meu peito apertou de um jeito estranho. Ela já estava em prantos, os ombros sacudindo, o rosto molhado e manchado pelas lágrimas que caíam como cachoeira descontrolada. — Eles pegaram os meus pais, Cobra. Eles pegaram os meus pais, p

