Capítulo 4

949 Words
Toda vez que Marco passava a marcha no carro, sua mão relava propositalmente em meu joelho, causando certos formigamento na minha região íntima e frio na barriga. Todo o trajeto foi assim, enquanto fingia estar distraída olhando pela janela, tentando não prestar atenção naquelas duas sensações que se alternavam em meu corpo. Apesar de tudo, ainda me considerava virgem, mesmo tendo uma filha. Marco era meu primeiro namorado e namorados transavam e, pensar nisso, me deixava nervosa.  E se ele não gostasse?  E se eu não conseguisse sentir nada?  Se só ficasse lá parada, esperando ele terminar?  Fecho os olhos por alguns instantes, respirando fundo, tentando não sucumbir as paranoias que surgiam.  Só conseguiria responder tais perguntas na hora. Não adiantava sofrer por antecedência. - Daqui em diante a gente vai andando - diz Marco de repente, me fazendo olhar para ele e depois para fora do carro. Já havíamos chegado? - Tá bom - digo baixo, tirando o cinto de segurança.      Ele segura meu pulso, me fazendo parar o que estava fazendo, para erguer os olhos em sua direção. - Vai ficar desse jeito comigo? - Estou normal. - Não tá não - Sua mão sobre pelo meu braço, parando na minha nuca - Ainda tá irritada comigo por causa da parada da arma.       Inclino a cabeça para o lado, não querendo lembrar que em nosso primeiro dia como namorados, já havíamos brigado. - Não estou com raiva de você - digo baixo, quando ele se aproxima mais. - Vou deixar a arma agora no carro, quando for na sua casa - Não era o quê eu queria, mas já era meio caminho andado. Sorrio de leve, semicerrando os olhos quando ele se aproxima mais, me beijando, fazendo com que mais borboletas surgissem em meu estômago, seguido do latejar em minha parte íntima. A mão dele desce para minhas costas, parando em minha cintura, aonde aperta, me puxando para mais perto. A única reação que tenho, é de segurar seu rosto com as duas mãos, desejando não estar em um lugar tão apertado e estreito. - Vem cá - diz se sentando direito no banco, me dando a entender que, queria que sentasse em seu colo de frente para ele. Com uma certa dificuldade, consigo por cada perna ao lado de seu quadril, praticamente precisando ficar curvada sobre ele. As mãos dele deslizam sobre minhas penas, indo até minha cintura e voltando, os olhos fixos nos meus, respirando pelos lábios entre abertos. Inclinando a cabeça para frente, ele me beija novamente, invadindo minha boca com sua língua, conseguindo aumentar mais a tensão s****l. Suas mãos paralisam em meu quadril, apertando a região, me incentivando a me movimentar para frente e para trás sobre seu colo.  A fricção entre minha calça jeans e a bermuda que ele estava vestindo, estava começando a me enlouquecer e a umidecer minha calcinha. Marco para de me beijar, levando sua boca até meu pescoço, beijando e sugando a pele, descendo demoradamente em direção do meu b***o, cujo meus s***s estavam quase caindo para fora, devido a blusa justa e decotada. Ele beija os dois pequenos montes, tirando uma das mãos do meu quadril, para puxar com o polegar o decote para baixo.  Respiro pela boca ouvindo meu coração bater em meus ouvidos, precisando segurar um gemido quando ele coloca um mamilo para fora, o colocando de imediato dentro da boca.  Aquilo era... ótimo!  Não consigo controlar e acabo gemendo, transparecendo que estava gostando.  Marco fixa os olhos em mim, movendo a língua ao redor do meu mamilo, enquanto sua mão em meu quadril, não me deixava parar de me movimentar.  Se continuássemos daquela forma, gozaríamos sem dúvida, porém não queria que “minha primeira vez” fosse em um carro. Entretanto, é Marco que se retraí primeiro, parando o que estava fazendo, para fixar o olhar no vazio. Rapidamente coloco meu seio para dentro da blusa, tentando me recompor. - É melhor a gente deixar isso pra outra hora - Assinto sem pensar duas vezes, voltando para o banco do carona, saindo do carro em seguida - Você tá bem? - Ele pergunta, quando trava as portas,em frente ao carro. - Estou - digo me aproximando dele que, passa o braço por cima dos meus ombros, dando um beijo do lado da minha cabeça. Só então a ficha realmente caiu que estávamos namorando e me senti importante, pela primeira vez. Poucas ruas depois, a música alta já dava para ser escutada. Pessoas transitavam de um lado para o outro, principalmente mulheres. Marco evita a grande multidão, entrando em um caminho que dava até uma espécie de camarote. Assim que subimos a escada metálica, ele começa a cumprimentar as pessoas e consegui até reconhecer Sabiá, segurando um rifle. Não transmitindo surpresa em me ver ali. Segurando minha mão, ele me puxa para o fundo do camarote, pegando no processo uma latinha de cerveja que oferecem. Marco abre a latinha, tomando um gole, antes de oferecer para mim. Sorrio sem mostrar os dentes, pegando a latinha hesitante, já fazia algum tempo que não bebia e o gosto da cerveja na minha boca, me lembrava água com gás e sal. Mesmo assim engoli o líquido, controlando a vontade de enguiar. Marco se inclina na minha direção, aproximando a boca do meu ouvido. - Se quiser beber outra coisa me avisa - diz roçando os lábios contra o lóbulo da orelha, causando um arrepio pelo meu corpo. Sustento seu olhar com vontade alguma de beber. Pressiono minha boca contra a sua, a movendo no mesmo instante. Marco me encurrala naquele canto, pressionando seu corpo contra o meu. Permitindo que percebesse o quanto o havia deixado e******o novamente.
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