Me sentia um peixe fora d’água. Talvez pelo fato de não beber e não saber dançar funk. Marco por outro lado, parecia que estava em casa, conversando e rindo com as pessoas ao redor. Apesar de não estar me sentindo a vontade e desejando estar em qualquer outro lugar que não fosse ali, tentava transmitir para ele que estava me divertindo. Fazia mais de meia hora que segurava um copo pela metade, com alguma mistura estranha que, quando fui beber, tive a impressão de estar bebendo álcool puro. Logo abaixo mulheres faziam quadradinho, roçando suas bundas nos homens atrás delas. Não sabia nem como fazia aquilo e temia passar vergonha se tentasse. Marco se coloca atrás de mim, deixando as mãos em minha cintura, se mexendo de um lado para o outro no ritmo da música, enquanto observa a movimen

